quinta-feira, 19 de março de 2020

A Amiga que Mora Embaixo

Durante alguns anos de minha vida, dividi um apartamento com uma de minhas namoradas. Estávamos em nossos vinte e poucos anos. Alugamos um apartamento no mesmo prédio que uma amiga nossa em comum, Bruna. Uma linda loirinha baixinha, daquele tipo de corpo e rosto perfeitos. Bruna, também havia se mudado recentemente para lá e morava também junto com seu namorado. Um cara reservado, de pouca conversa, que raramente estava em casa, e também raramente compartilhava momentos de lazer com a gente. 

Bruna, por estar quase sempre sozinha, estava sempre lá em casa fofocando com a minha namorada. Se queixava do companheiro que, antes de morarem juntos, era outra pessoa. Muito mais atencioso. Era perceptível que a união daqueles dois não ía muito bem.

Com a proximidade de Bruna em casa, eu, que sempre fui um cara assanhado, comecei a me interessar por aquela loirinha gostosa. Muitas eram as minhas fantasias com ela e logo já estava praticando o que sempre gostei mais de fazer. Me exibir para atrair sua atenção. Antes disso, quando ela tocava a campaínha, eu corria pra colocar uma roupa mais comportada, mas com o tempo, já não me importava e permanecia de pijama ou de shortinho. Roupas que a gente costuma usar só em casa. Minha namorada nunca pareceu se importar e nunca me pediu para colocar nem uma cueca para conter meu pinto que balançava livremente debaixo do fino tecido do shortinho de pijama. Eu apenas evitava ficar muito exposto quando minha namorava estava junto, justamente para não causar ciúmes. Portanto, meus momentos de insinuação eram meticulosamente calculados.

Muitas foram as situações excitantes que tive a oportunidade de compartilhar com aquela loirinha. Compartilhava, pois já percebia seus olhares dissimulados para entre as minhas pernas. Fazia de modo a ser quase impossível não notar meu pau escapulindo pela lateral frouxa do shortinho de pijama. Como na vez, num início de noite, meio de semana, que Bruna veio ao nosso apartamento assistir novela. Permaneci sentado no sofá ao lado de minha namorada, e Bruna, numa poltroninha ao lado, um pouco à frente. Eu estava entre as duas e disfarçadamente, dobrava uma das pernas, colocando o pé em cima do sofá para deixar o pau pendendo para fora do shortinho de modo que só ela podia perceber. E percebia! Diversas vezes notava seu olhar enquanto conversava com a gente. E quanto mais percebia sua atenção, mais me sentia excitado. Chegava a ficar em plena ereção e precisava manter uma almofada sobre o meu colo para que minha namorada não percebesse minha safadeza com a sua amiga.

Bruna já era de casa. Entrava a hora que queria, pois raramente trancávamos a porta da sala. Apenas tocava a campainha. Se ninguém atendesse, simplesmente já ía entrando, chamando por alguém em casa. Numa dessas vezes, eu e minha namorada estávamos transando loucamente, em pé, debaixo do chuveiro sem box ou cortina. Usávamos um rodo para secar o banheiro após o uso. Estava penetrando minha namorada por trás e mal percebíamos qualquer coisa que não fossem nossos próprios corpos cheios de tesão. Os dois completamente inebriados pelas sensações do coito quando a porta do banheiro se abre. Era Bruna que, ao flagrar a situação, paralisou. E nós também! Como eu estava eu fiquei. Nós 3 nos olhando. E Bruna se desculpou, meio sem graça, meio nervosa, meio querendo dar risada:

_ Ai gente! Toquei a campaínha, entrei... Vi que tinha alguém no chuveiro, bati na porta mas ninguém respondeu.

_ Bruna! Nem percebemos nada! Eu tava muito ocupada pra ouvir qualquer coisa. (respondeu a minha namorada soltando uma longa risada)

E continuamos na mesma posição. No susto, me enfiei inteiro e agarrei minha namorada, mas enquanto riam, tirei meu pau até a cabeça num reflexo quase automático para aproveitar o momento e me exibir em ação pra Bruna. E ela ficou por alguns segundos hipnotizada com a cena, mas "acordou", se desculpou e disse para terminarmos, que esperaria na sala. Ao fechar a porta do banheiro, meu tesão estava multiplicado. Terminamos aquela transa como uma verdadeira foda. Fiz questão de socar com força em minha namorada na intenção de fazer bastante barulho. E fizemos! Minhas estocadas eram intensas e ela gritou ao atingir um delicioso orgasmo. Aproveitava para dar uns bons tapas em sua bundinha arrebitada para fazer ainda mais barulho. Saber que Bruna podia estar logo alí atrás da porta nos escutando funcionava como um estimulante e, apesar de minha namorada se contorcer pelos orgasmos, eu mesmo estava longe de gozar. Mas após ela mesma gozar, interrompeu.

_ Luiz! Que loucura! A Bruna tá aí fora e deve tá ouvindo tudo! Você ainda fica me dando esses tapas barulhentos!?

Nem respondi. Apenas ri safadamente, mas parei os movimentos.

_ Vamos sair. Depois a gente termina isso. (disse minha namorada já ansiosa)

Como eu não havia gozado, mandei que fosse na frente pois aquela ereção ainda iria demorar um pouco para cessar. E demorou mesmo. Mas não esperei mais. Me enxuguei e me enrolei na toalha dobrada, de forma que ficasse bem menor do que o normal. Quase não fechava a frente e precisei ajustar milimetricamente para que não ficasse muito explícita a exibição que planejava. Ajustei a toalha, o pau ainda à mil, armando a barraca literalmente. Saí e fui até a sala.

_ Ê, Luiz!!!! Dando um trato na Drica einh!?!? Vocês não perdem tempo! Kkkk

Exclamou Bruna sem esconder a excitação por ter nos flagrado em ação.

_ Se não der no couro pra que eu serviria!? (respondi com safadeza)

E minha namorada logo me mandou para o quarto colocar uma roupa. Assim como Bruna, dessa vez também percebia minha ereção por trás da toalha.

Fui para o quarto, mas não fechei a porta. Permaneci pelado e ereto num ponto do quarto que dava diretamente de frente para onde Bruna havia sentado. Displiscentemente, fazia não perceber estar na reta de sua visão, pois eu mesmo não olhava em direção à sala. Fiquei ainda por alguns minutos fingindo arrumar qualquer coisa no quarto, movimentando uma roupa pra lá, outra pra cá... Exibia minhas costas e meu bumbum redondinho, e dava umas belas manuseadas em meu pau tesudo.

Não olhava para a sala mas tinha certeza que Bruna aproveitava o showzinho privativo.

_ Luiz! Vai logo aí que quero mostrar uma roupa pra Bruna! 

Coloquei meu shortinho de pijama tradicional, sem cueca, e resolvi ousar. Mandei que viessem apesar daquela ereção a 100%, arriscando criar caso com a patroa. As duas entraram no quarto, e minha namorada foi logo deixando a sua toalha na cama, ficando toda nua entre nós dois, nem percebendo minha ereção avantajada dentro do shortinho. Pelo contrário, vi bem como Bruna mal conseguia disfarçar o olhar. Minha namorada pelada, fuçando nas roupas do armário, eu semi nú e Bruna nitidamente assanhada com aquilo tudo. Até minha namorada me enxotar do quarto.

_ Vai, sai porque agora a gente vai experimentar umas roupas aqui.

Até então havia sido a ocasião mais tesuda com a nossa amiga. Depois disso Bruna também começou a provocar. É aí que está uma das partes mais bacanas na exibição e no voyeurismo. Quando a outra pessoa, após ser presenteada com cenas excitantes, começa ela também a criar situações para retribuir. Alguns dias depois, Bruna interfona lá em casa. Era um sábado pela manhã.

_ Oi Luiz! A Drica tá aí?

_ Não, foi bater perna no centro da cidade.

_ Pra variar, tô sozinha em casa, mas preciso de uma ajuda aqui. To fazendo umas arrumações. 

_ Nossa! Eu acabei de acordar. O que acontece com vocês que já arrumam trabalho quando poderiam dormir até mais tarde!?

_ Ah, Luiz, me ajuda aqui. Vem! Te preparo um café.

Eu, ainda com aquela ereção matinal fortíssima, coloquei uma bermuda sem cueca, uma camiseta e desci após jogar uma água na cara e escovar os dentes. Bruna me recebeu com um lindo sorriso, apenas de camisão largo, gola bem grande deixando o ombro à mostra. Biquinhos dos seios nitidamente marcando no tecido fino, revelando estar bem a vontade, sem sutiã. Estaria também sem calcinha!? Será que ela ousaria tanto?

_ Vem! Vem tomar um café. Já que vai me ajudar, é justo que esteja bem alimentado.

Fomos até a cozinha onde ela me serviu de um maravilhoso café da manhã. E enquanto comíamos, conversávamos assuntos aleatórios, até que ela se lembrou daquele sexo no chuveiro que havia flagrado dias antes.

_ Luiz do céu! O que foi aquilo no banheiro aquele dia einh!? Kkkkk Você e a Drica tavam animados! Nem me ouviram tocar a campaínha!

_ Cê viu!?

_ Ô, se vi! Kkkkk

_ Na verdade eu tive a impressão de ter ouvido a campaínha, mas não dava pra parar pra atender, né!?

_ Pois é! Nem deveria parar mesmo. E deixar a Drica no meio do caminho!? Kkkkk (e continuou) Eu toquei, como ninguém atendeu, tentei a porta, estava aberta... Vi que o chuveiro estava ligado, mas pensei que fosse só a Drica no banho. Você me desculpa!? Abri a porta porque pensei que ela estava sozinha. E também porque nunca imaginei estar destrancada.

_ Ah, relaxa Bruninha! Não tenho problema nenhum com isso. Na verdade, depois disso o tesão ficou ainda maior. Até ajudou!

_ Eu percebi mesmo! Kkkkk Vocês nem se desgrudaram quando eu apareci. E depois que eu saí, pelo barulho que vocês fizeram... Kkkkk 

E dava risada lembrando daquele dia.

_ O problema foi que só a tua amiga chegou lá. Gozou e interrompeu pra ir te atender. (eu disse demonstrando contrariação) Terminei literalmente na mão.

E novamente, Bruna solta outra gargalhada mas logo acrescentando:

_ Bem que eu percebi mesmo a tua animação depois, ainda enrolado na toalha e no quarto.

_ No quarto!? (exclamei fingindo não saber que aquele dia eu havia desfilado nú bem num canto do quarto onde Bruna podia me ver da sala)

_ Sim! Kkkkk Você foi para o quarto e nem percebeu que dava pra te ver lá da sala. Que saúde einh!? Kkkkkk Que sorte tem a Drica de ter um homem assim!

_ Você me viu pelado!?

_ Sim! Kkkkkkk

_ Nossa! Nem percebi mesmo! Desculpa!

_ Preocupa não! O que é bonito é pra ser visto, né!?

_ Pois é. 

E Bruna continuou:

_ Você disse que o tesão aumentou depois que eu apareci? Você não imagina eu depois como fiquei! Descontei tudo no Lúcio (o namorado ausente dela) depois.

_ Sorte a dele!

_ Que nada! O Lúcio anda muito paspalho. Sei lá se é o trabalho, ou se ele tem outra... Sei que naquele dia mesmo, a noite, eu toda fogosa por conta daquele sexo teu e da Drica no banheiro, fui tentar algo com ele, mas ele não quis. Cê acredita!?

_ Não é possível, Bruna! 

_ Pois é! Eu é que terminei na mão aquele dia.

_ Que dó! Mas eu também acabei na mão.

E demos risadas os dois. Mas era hora de iniciar os trabalhos pra ajudar a loirinha. Ela me levou ao quarto. Uma bagunça só! Tava arrumando os armários e tinha um monte de caixa pelo chão.

_ Preciso arrumar essas coisas lá em cima no armário. Por favor, eu subo na escada e você vai me passando. Aí arrumo do meu jeito aqui.

Bruna subiu 3 ou 4 degraus e começou a apontar as caixas que queria. Retribuía a minha exibição de dias atrás, agora ela mesma se exibindo numa calcinha de algodão finíssimo, quase transparente, que enfiada no cuzinho, apenas tampava sua bucetinha formando aquela almofadinha entre as suas pernas. Imediatamente senti minha ereção que já estava algo ativada devido à conversa na cozinha, ficar plena, formando um volume indisfarçável na bermuda sem cueca. E eu não fazia questão nenhuma de disfarçar.

Bruna, alí seminua na escadinha, agia com a maior naturalidade, mas a medida que se movimentava, eu podia ver por baixo seus lindos seios nus, livremente balançando sob o fino tecido do camisão que vestia. Pra mim era nítida a intenção proposital de Bruna em me provocar. E eu, apenas cumpria o protocolo. Observava naturalmente, mas sem disfarçar os olhares. Bruna se demorava em arrumar as caixas na parte mais alta e profunda do armário, e empinava a bundinha deixando aquele pacotinho cada vez mais em evidência. A tranquilidade para lhe observar era tanta que comecei a notar o centro da calcinha umidecido. E a mancha úmida foi se alastrando a medida que ela me observava lhe mirando de baixo para cima.

Bruna estava com sua calcinha branca claramente ensopada pela excitação em se exibir para mim. E eu podia notar a transparência que isso causava no tecido fino. Já eram evidentes seus lábios vaginais. Mas como sei como esses jogos de sedução funcionam, Bruna ainda iria além.

_ Por favor, pega aquela caixa lá do outro lado?

Me pediu uma caixa distante. Era a oportunidade que precisava para que, ao me virar para buscar, pudesse num movimento rápido, enfiar ainda mais a calcinha entre sua rachinha úmida. Foi o que deduzi, pois quando voltei para lhe entregar a caixa, seus grandes lábios, perfeitamente depilados, se mostravam completamente expostos. Para mim era claro que ela havia se ajeitado para se oferecer ainda mais aos meus olhares. Terminou com aquela parte do armário, desceu da escadinha, e se posicionou logo ao lado no próximo espaço aberto. Ao subir novamente a escada, comentei:

_ Nossa, Bruna! Não entendo como o Lúcio pode ter te recusado aquele dia. Você, uma loirinha tão gostosa!

_ Ai, jura!? Obrigada! Mas você viu!? Tem gente que não dá valor à mulher que tem. Depois perde.

E fui adiante.

_ Pois é. Você está muito bem. Linda, corpo perfeito. Fogosa...

_ Fogosa!? Kkkkk Como sabe?

_ Ué, você mesmo disse que depois de catar eu e tua amiga transando, ficou cheia de tesão. E que foi procurar satisfazer mas terminou na mão.

_ É mesmo! Aquele dia precisei me satisfazer sozinha.

_ Jura!?

_ Sim! Eu tenho um brinquedo pra me consolar essas horas.

_ Sério!? 

_ Sim! A Drica não tem?

_ Que eu saiba não.

_ É uma coisa que todas as mulheres deveriam ter. Pra vocês, homens, basta dar umas batidinhas e se resolvem.

_ Ué, mas vocês, mulheres, também! Não é só massagear o lugar certo?

_ Sim! Mas com o brinquedinho fica mais divertido! Peraí. Vou mostrar ele pra você.

E desceu da escada, logo reparando em minha ereção explícita.

_ Ô louco! E esse volumão aí nessa bermuda!? Kkkkkk

_ Sei lá, deve ser por conta dessa tua calcinha. Como eu resisto?

_ Ah, para vai! Nem é pra tanto! (disse Bruna minimizando sua exposição)

E futricou no fundo do armário retirando de lá uma pequena caixa. Sentamos na beirada da cama e ela me mostrou o seu artefato. Não parecia um vibrador. Não tinha forma de órgão masculino. Era um pequeno volume ovalado ligado por um fio à um controle. Nesse controle, me explicou, são 7 modos diferentes de vibração. E alcançou a tomada para ligar o aparelho.

_ Luiz... Isso aqui é sensacional! (disse enquanto o segurava na vibração máxima)

_ Você enfia ele!

_ Pode enfiar, mas o melhor mesmo é vibrar só aqui fora. (e Bruna já foi apontando para entre as suas pernas).

Eu, tomado pela excitação do momento, continuei curioso pra ver até onde chegaríamos com aquilo.

_ Você coloca ele no clitóris?

_ Sim! (e levantou a blusa, exibindo a bucetinha apertada dentro da calcinha, ainda com as laterais carnudas expostas)

Bruna, sem pudor algum, direcionou o vibradorzinho, pressionando-o sobre seu clitóris, por cima da calcinha mesmo. Num reflexo quase involuntário, apertei meu pau por cima da bermuda. Bruna permanecia com aquele aparelhinho apertando a bucetinha, abrindo um pouco mais as pernas e soltando um gemido contido.

_ Ah! É muito bom isso aqui! (exclamou interrompendo o contato em seu clitóris) Deixa eu parar porque senão acabo gozando na tua frente!

_ E qual o problema? (retruquei) Acho bacana aprender coisas novas. Continua!

E Bruna, sem dizer mais nada, voltou com o aparelhinho por sobre a calcinha. Seus grandes lábios totalmente à mostra pelas laterais da calcinha, e eu já com a mão no pau por dentro da bermuda. As vezes ela abria os olhos e podia me ver me tocando ao seu lado, o que parecia lhe aumentar o tesão ainda mais.

_ Não acredito que estou fazendo isso na tua frente! (disse Bruna em meio à sua respiração já ofegante e já estirada sobre a cama)

_ Tranquilo! Estou adorando te olhar assim tão quente. (retruquei já com o pau pra fora)

Bruna, ao me ver já me tocando livremente ao seu lado, puxou a calcinha de canto, revelando todo o seu sexo totalmente depilado, inchado e completamente empapado pelos seus fluídos corporais. Nesse momento, me aproximei ainda mais para não perder nenhum detalhe. Ela pressionava com força aquele aparelhinho na lateral de seu clitóris, soltando alguns gemidos mais altos, e movimentando mais intensamente seu quadril. Parecia já estar próxima do clímax, e de fato estava. Num grito, iniciou uma seção de espasmos enquanto não desgrudava aquele aparelhinho de sua bucetinha. E gritava! E dizia o meu nome, enquanto com a outra mão, buscava segurar o meu pinto duro. Rapidamente facilitei para ela e terminou de gozar loucamente, agarrada no meu pau. Aos poucos foi se acalmando até abrir os olhos, ainda me segurando com firmeza, me olhar diretamente e dizer com um sorriso no rosto:

_ Nossa, Luiz! Esse aparelhinho fica ainda mais gostoso com você aí olhando! Que loucura que eu tô fazendo!? (disse, se dando conta da situação, mas ainda segurando o meu pau e ainda massageando suavemente sua bucetinha melada)

_ Relaxa! Foi lindo o que você fez. As vezes a gente precisa mesmo aliviar o tesão. É natural, né!? Fico feliz que confie em nossa amizade e se sinta a vontade para fazer isso comigo.

_ Ai, Luiz! Você é um anjo! Um anjo gostoso! (e deu uma risadinha, olhando meu pau duro ainda em sua mão) Que sorte a Drica tem!

Finalmente ela me solta, se senta na cama e olha entre suas pernas.

_ Meu Deus! Eu tô empapada! (disse puxando a calcinha, querendo chamar minha atenção para seu sexo)

E sem que eu dissesse mais nada, num movimento rápido, tirou aquele pedacinho de pano ensopado que lhe tampava a plenitude de sua vagina em flor.

_ Olha só como ficou essa calcinha!!! Kkkkkk

_ Nem tô muito interessado na tua calcinha. (eu disse, olhando atentamente sua bucetinha linda toda aberta pra mim. E continuei.) Me mostra onde é esse lugarzinho tão especial onde você encosta esse brinquedinho.

E Bruna, abrindo ainda mais as pernas, puxando seus lábios com uma das mãos, me apontava seu clitóris vermelho e inchado.

_ É aqui ó!

_ Posso tentar? (atrevi)

_ Ai, Luiz! Você vai acabar me fazendo gozar de novo!

_ Algum problema? Deita e relaxa! Me avisa se eu fizer algo errado.

Liguei o aparelhinho no primeiro nível de vibração e o apoiei onde ela indicou. Na lateral do clitóris, do outro lado, pressionando com um dedo.

_ Assim tá bom?

_ Tá ótimo!!!! Continua.

E permaneci alí. As vezes ela indicava com um leve toque para que eu reposicionasse o vibradorzinho de volta para aquele narizinho clitoriano, já que com a vibração, ía saindo da posição ideal.

_ Ai, Luiz! Você vai me fazer gozar de novo!!! Não tira a mão daí de jeito nenhum! (me alertou)

E logo iniciou uma série de espasmos e gritos de prazer. Bruna gozava, totalmente entregue aos meus comandos naquele aparelhinho. E obedeci sua ordem! Apesar de se movimentar daquela maneira, permanecia grudadinho em seu clitóris. E seu orgasmo crescia em intensidade cada vez mais. Seus gemidos transformaram-se em gritos que poderiam ser ouvidos por toda a vizinhança, até que explodiu numa ejaculação abundante que molhou todo o lençol, chegando até o chão, tamanha a intensidade. 3 jatos intensos e outros mais, molhando tudo ao redor.

_ Ahhhh!!! Não! Para! Não aguento mais! (gritou Bruna tentando afastar minhas mãos de seu sexo)

Apenas desliguei o aparelhinho, mas permaneci com as mãos, lhe acariciando sua flor aberta. Mas um desejo enorme me tomou para lhe sugar aqueles fluídos, e foi o que fiz. Lhe beijei aqueles lábios carnudos, lambendo e saboreando todos os seus sucos enquanto Bruna me acariciava os cabelos carinhosamente. Passava minha língua em seu carocinho clitoriano, instintivamente desejando reiniciar outro processo orgástico. Logo Bruna estava novamente movimentando seu quadril e aproveitando os movimentos de sucção e as lambidinhas que recebia naquele clitóris já super estimulado.

_ Ai, Luiz! Assim você me faz gozar de novo na tua boca!

Ah, como foi bom ouvir isso! E permaneci compenetrado. Não demorou nada e Bruna novamente se contorcia em outro orgasmo.

Eu, novamente guiado pelo instinto, não pensava em mais nada. Arranquei minha bermuda como pude e, aproveitando que aquela mulher deliciosa ainda gozava, subi pelo seu corpo, lhe beijando cada milímetro, passando por seus seios fartos e durinhos, até que meu pau encontrasse naturalmente o seu caminho para dentro daquele corpinho tesudo.

E Bruna gritava de prazer ao sentir meu membro duro e enorme pulsando dentro de seu corpo. E eu, excitado como estava, sabia que não resistiria por muito tempo e que um jorro de sêmen estava a caminho e não tardaría. Para retardar um pouco, parei. Permaneci completamente dentro dela, lhe encarei nos olhos e disse:

_ Era isso que você queria? 

_ Sim! Gostoso!

_ Então agora fica de quatro. Vou te comer por trás como fazia com a Drica quando você apareceu lá no banheiro.

Retirei meu pau e Bruna, deliciosamente se virou, arreganhando aquele bumbumzinho delicioso pra mim. Primeiro lhe acariciei os lábios com a cabeçona inchada e logo iniciei uma penetração bem demorada. Milímetro por milímetro, meus 20 centímetros foram sumindo dentro daquele buraquinho melado. Me estiquei e lhe alcancei os seios durinhos que pendiam livres por dentro da camisa. Bruna estava completamente possuída e entregue. Pedi para que ela se massageasse enquanto eu fazia um movimento muito lento, sentindo seu esfíncter vaginal massageando cada pedacinho do meu pau até a cabeçona. Precisava ir devagar para não gozar e terminar aquela brincadeira. Nós dois já havíamos esquecido o tempo. E quando me atinei, comecei a pensar que era melhor dar fim naquilo tudo. Avisei Bruna, entre os orgasmos múltiplos que ainda usufruía, que eu iria gozar também.

_ Vai Luiz! Me possui! Goza em mim! Quero teu leite me preenchendo toda!

E suas palavras foram como uma ordem pra mim, me liberando para jorrar litros bem lá no fundo de seu ventre. Permaneci grudado, lhe segurando firmemente pela cintura enquanto Bruna exclamava entre gemidos:

_ Ahhhhh!!!! Estou sentindo a tua porra em mim!!! Vai, goza! Me enche com o teu leite gostoso!

E terminamos os dois, meio exaustos, por alguns momentos, estirados sobre a cama toda lambuzada por nossos fluídos

Logo em seguida, quando começamos a retomar nossas consciências, vieram as preocupações.

_ E o Lúcio!? Cadê ele? Precisamos limpar essa bagunça! (me alarmei, preocupado)

_ Relaxa Luiz. Este só vai aparecer a noite. 

_ Tem certeza!? 

_ Sim, saiu dizendo que nem voltaria pra almoçar. Mesmo assim, me ajuda aqui com essa cama. Olha só a meleca que nós fizemos! 

E já foi se levantando, me olhando com carinha de safada.

_ Desse jeito vou acabar te chamando pra me ajudar mais vezes. (disse ela, cheia de segundas intenções) Nunca nem cheguei perto de sentir com o Lúcio o que senti com você hoje.

_ Ai, menina! Precisamos ter cuidado!

Conversávamos enquanto ela ligava a máquina para lavar o lençol. Em seguida, parou e mirou até embaixo, passando os dedos em sua bucetinha melada.

_ Olha isso! Tô escorrendo! (e passava a mão na bucetinha, me mostrando minha porra que escorria de dentro de seu corpo) Vem! Me acompanha no chuveiro! (disse já tirando a camiseta e se mostrando toda nua para mim)

Aquele pedido era praticamente uma ordem. E apesar de já estar apreensivo com o horário, qualquer minuto a mais com aquela loirinha deliciosa e fogosa, valiam a pena. Entramos no chuveiro e logo já estávamos aos beijos. E claro, meu pau também, em segundos, já estava de prontidão sendo segurado com firmeza pela mão macia de Bruna.

_ Ai, Luiz... Se eu tivesse metade do homem que você é, já estava satisfeita. Olha esse pau!? Duro de novo!? Vem! Enfia essa delícia aqui por trás como você fazia com a Drica aquele dia!

Se virou, arrebitando a bundinha. Abri minhas pernas pra ficar na altura de sua entradinha e reiniciamos numa trepada deliciosa, quase violenta. Em segundos, Bruna já estava novamente em pleno orgasmo. Parecia mesmo estar tirando o atraso da falta que sentia pelo seu companheiro ausente. Eu, de fato já estava um pouco aflito com aquela situação. O cara disse que não voltava, mas e se volta?! Também tinha a minha namorada que já devia estar prestes à retornar. Por isso, meti com gosto, sem me preocupar muito com o prazer daquela loirinha delícia, pois era nítida sua satisfação ao ser possuída daquela forma. Minha intenção era gozar de novo e terminar com aquilo. Talvez, nuns 10 minutos alí socando o útero daquela baixinha, finalmente me veio novamente outra onda orgástica e novamente preenchi aquele corpinho de sêmen. Enquanto gozava dentro de seu corpo, lhe pressionava contra a parede, lhe fazendo se sentir possuída, completamente preenchida.

Saí de dentro dela, nos beijamos uma vez mais e disse que era melhor eu ir andando. Bruna se contrariou e disse:

_ Não vai não! Ainda preciso da tua ajuda na arrumação. Liga pra Drica e avisa que você está aqui me ajudando.

E foi o que fiz. Deixei Bruna terminar o seu banho, coloquei minhas roupas e sentei no sofá a esperar. Ela logo saiu, nua, toalha na cabeça, sorriso no rosto. Rumou até o quarto e retornou com a mesma camiseta, mas agora com um shortinho mais comportado. Lhe ajudei no que precisava, e quando terminamos, antes de eu subir de volta para o meu apartamento, veio me mostrar.

_ Olha só! Vou ter que colocar um absorvente! Já lambuzei outra calcinha com o teu leitinho que tá em mim. (disse descendo o shortinho e a calcinha até o joelho para me mostrar meu nectar que melava sua roupa)

E passava a mão na bucetinha pra me mostrar como ficava toda melada de porra ainda.

_ Menina! Você toma anticoncepcional, né!? (perguntei preocupado)

_ Claro! Preocupa não, bobinho! (me passando os dedos melados no rosto)

_ Gostosa! (respondi já me despedindo)

Mais tarde, no mesmo dia, Bruna subiu lá pra casa pra assistir um filme. Numa brecha que tivemos a sós, passou a mão na bucetina, levou ao meu nariz e disse safadamente ao meu ouvido:

_ Sente o teu cheirinho que ficou aqui comigo.

Senti meu pau crescer instantaneamente. Essa mulher ainda ía me dar trabalho! Um ótimo trabalho!

 Dias depois, combinamos de caminhar até uma cachoeira super bacana e deserta aqui perto. Bruna até chamou o carinha lá, mas claro (e por sorte), não foi. Fomos apenas eu, minha namorada e a Bruna.

O clima sexual era intenso em minha cabeça, e várias eram as situações que me pegava imaginando que pudessem acontecer. O sonho seria transar com as duas na cachoeira. Como já me havia acontecido anos atrás com umas amigas que me flagraram pelado numa outra cachoeirinha por aqui. (Leia o conto "Fui Flagrado na Cachoeirinha). 

Ainda pela trilha, tirei a camisa e seguia exibindo meu dorso nú e minha bermuda bem baixa pois o elástico não suportava o peso das garrafinhas de água nos bolsos. Ficava com a cintura bem aparente, atrás, quase aparecendo o início do reguinho da bunda e na frente, meus pelos púbicos raspados, mas já um pouco crescidos, apareciam e apontavam o caminho onde Bruna encontrara sua felicidade dias antes. Como minha namorada não parecia se importar, seguia daquela forma.

A certa altura, Bruna também tirou a camiseta, mas permaneceu com a parte de cima do bikini. Minha namorada fez o mesmo e seguimos até o destino. Uma cascata bem alta que caía formando um poção fundo excelente para um mergulho. Tudo rodeado por pedras excelentes para um bom banho de sol. Mas o melhor de tudo: um lugar completamente deserto. Ideal para que todos ficássemos bem a vontade.

Chegamos, arrumamos as coisas num canto, e eu logo fui descendo a bermuda, ficando apenas em minha sunguinha frouxa, especialmente escolhida para a ocasião. Nem amarrei o cordão e já me joguei na água enquanto as meninas se estiravam na pedra para tomar um sol. Saí em seguida, ainda entusiasmado pela sensação provocada pelas águas da cachoeira e parei de pé junto às duas, sem esconder meus olhares de apreciação àqueles lindos corpos femininos. Bruna vestia uma calcinha de bikini algo frouxa também. E que também parecia ter sido escolhida à dedo para a ocasião. Deixava seus grandes lábios bem folgados de acordo com a posição que ela ficava. Visão que logo me provocou uma leve ereção. O suficiente para que o meu pau pesado já ficasse em bastante evidência no tecido fino da sunga sem forro. Minha namorada logo notou, mas não me repreendeu. Ao invés disso, me segurou a perna e me chamou de gostoso.

_ E aí!? Vocês não vão entrar? A água tá perfeita! (chamei)

_ Ah, não! Vamos primeiro dar uma assada nesse sol pra ver se crio uma marquinha. (disse Bruna abaixando provocantemente a lateral da calcinha)

_ Marquinha!? Pra que!? Eu se fosse vocês, aproveitava que estamos só nós aqui e fazia logo um top less! (eu disse, jogando verde pra colher maduro)

_ Sabe que não é uma má idéia, Luiz! (respondeu minha namorada. Afinal, não tinha pra que ter pudores comigo)

E já foi logo soltando o sutiã, deixando livres aqueles peitinhos pequenos e durinhos. Bruna observou a amiga, mas não tomou atitude. Provavelmente não queria dar bandeira para a amiga. Mas eu logo intervi.

_ Drica, se incomoda se Bruna também tirar?

_ Claro que não! Tenho certeza que meu namorado saberá se comportar, né, Luiz!?

_ Eu!? Claro! Não mordo não! Se a Bruninha estiver a vontade, pode ficar até pelada! Pode tirar a parte de cima e de baixo. Tem coisa melhor que aproveitar essa natureza como a gente veio ao mundo?

_ Bom. Se está tudo bem, também prefiro ficar sem o sutiã. (disse Bruna)

_ Claro, amiga! Tranquilo!

E Bruna novamente me brinda com seus lindos seios. Maiores que da Drica, mas tão lindos quanto. E óbvio! Aquela ereção que era apenas uma semi ereção, num instante se tornou uma ereção plena. Meu receio era que minha namorada ficasse incomodada de me ver excitado pela sua amiga, então rapidamente as deixei a vontade e voltei pra água.

Como bom exibicionista que sempre fui, minha cabeça maquinava constantemente maneiras para ir sempre além. Foi aí que me deu a louca de tirar a sunga e arremessar lá no meio delas. Era uma atitude ousada, pois minha namorada poderia cortar minhas asinhas na hora. Mas se não gostasse, bastaria me jogar de volta e me dizer pra parar de assanhamento. Então, resolvi arriscar, afinal, quem não arrisca, não petisca. Tirei a sunguinha debaixo d'água e arremessei bem no meio das duas. Levaram um susto! Estavam com o corpo quente do sol e derrepente algo molhado e frio cai no meio delas do nada. Bruna foi quem se assustou mais e pegou minha sunga, já esticando e caindo na risada.

_ Kkkkkk Esse Luiz é uma figura mesmo! (disse Bruna balançando a sunga na mão) 

_ Luiz! Cê tá louco!? Que susto! 

E as duas caíram na risada.

_ Ah, tem que aproveitar, né!? Você não se importa, né Drica?

_ Eu não! Esse é problema seu com a Bruninha aqui.

_ Não tem nada aí que eu já não tenha visto aquele dia de vocês dois no chuveiro. Por mim, tranquila.

Estava dado o sinal verde para que eu permanecesse pelado entre elas. Mas decidi permanecer mais um tempo dentro d'água pois minha ereção não cessava apesar da água fria. O tesão era maior! Minha mente permanecia maquinando. Como saio daqui com esse pinto duro? E se a Drica encanar? Decidi ao invés de sair, insistir para que elas entrassem comigo.

_ Vem gente! Vocês vão acabar torradas nesse sol!

E enfim as duas, só de calcinhas, decidiram entrar e nadar comigo. Gentilmente dei a mão para ajudá-las à entrar, mas deixando meio corpo fora d'água, revelando sutilmente minha ereção. Após um rápido mergulho, minha namorada veio até mim num abraço quente, percebendo no ato uma cobra dura que havia lá embaixo.

_ Luiz! Cê tá de pau duro! (disse baixinho)

_ Tô né!? Por isso fiquei sem graça de sair da água.

E ela me agarrou num beijo intenso, abraçando suas pernas em mim e deixando sua bucetinha sendo pressionada pela cabeça do meu pau duro.

_ Ah não, gente!!! Pode parar porque eu não vou ficar segurando vela não! (exclamou Bruna, certamente também excitada com a situação)

Rimos, mas respeitamos nossa amiga. Drica se soltou e voltou a nadar livre. Até que nos surpreendeu e, sem avisar nada, arremessou sua calcinha lá onde antes estavam deitadas.

_ Amiga!!!! (exclamou Bruna, surpresa)

_ Ah, o Luiz tem razão. Pra que ficar de frescura? Melhor é aproveitar o momento! Tira a tua calcinha e aproveita também, amiga!

E Bruna, parecendo fingir constrangimento, hesitou por um instante e questionou:

_ Mas Drica!? Você não se importa com o Luiz?

_ Ah, ele tá um pouco assanhado, mas tenho certeza que sabe se comportar. Não é mesmo, Luiz!? (disse em tom sério, olhando em meus olhos)

_ Eu me comporto sim. Mas não respondo pelo rapaz aqui embaixo.

E as duas caíram na risada. E finalmente, após fazer um joguinho de cena, Bruna arremessa sua calcinha lá nas pedras. O clima estava quente! Tanto pelo sol, quanto pelo tesão que tomava nossos corpos. Vira e mexe minha namorada vinha e se agarrava comigo, esfregando sua bucetinha melada em meu pau por baixo d'água. Ao mesmo tempo em que fazia isso brevemente, olhava para Bruna que mordia os lábios em claro sinal de excitação. Pobrezinha! Deveria estar doida pra fazer o que minha namorada fazia, mas se continha, apenas observando. 

Enfim, sentia segurança para sair da água. Apenas queria me exibir um pouco para Bruna (minha namorada já sabia bem o que eu levava comigo debaixo d'água). Saí, subi na pedra e mergulhei na direção de Bruna. As duas dando risada da minha ereção fora de controle. Mergulhei e fui sair bem ao lado de Bruna que, espertamente se aproveitou para agarrar meu pau debaixo d'água. Rapidamente mergulhei de novo em direção à minha namorada que fez o mesmo. Segurou com força meu pau. Me sentia o máximo! Desejado por duas mulheres lindas. Ao mesmo tempo, aquela situação de exibição e dissimulação. Tudo o que eu sempre curti fazer.

Minha namorada resolveu voltar para a pedra para tomar sol, e foi seguida por Bruna. Ah, que maravilha a visão das duas nuas, estiradas sobre a pedra. Ambas com suas bucetinhas completamente depiladas, exibiam seus lábios carnudos, corpos molhados, seios lindos apontando para o céu. Resolvi sair também e me juntar à elas. Me enfiei entre as duas, que se afastaram um pouco para que eu coubesse alí. A proximidade de nossos corpos, um encostando no outro, tudo ajudava a esquentar o clima erótico. Por incrível que pareça, ainda me sentia um pouco constrangido pela minha ereção junto à minha namorada, mas aos poucos, percebendo que mesmo assim estava tudo bem pra ela, fui relaxando. E Bruna puxou assunto:

_ Gente! O Lúcio não pode nem imaginar o que estamos fazendo aqui. Kkkkk Na verdade, ainda bem que ele não veio. Se tivesse vindo, com certeza não estaríamos assim tão à vontade.

_ Ai, amiga... Eu já te falei o que acho disso. Se o Luiz fosse chato como ele, já teria largado há muito tempo!

_ Ah, Drica! Se me permite um elogio, teu namorido é tudo de ótimo! Divertido, bonitão, fogoso... Quer dizer, não sei se é mesmo. Digo isso por aquele dia que flagrei vocês dois no chuveiro e também agora, né!? Desde que chegamos tá com esse pinto apontando o céu! Benza Deus!

E as duas caíram na risada. Minha namorada parecia estar gostando de me exibir pra amiga e respondeu me defendendo e confirmando tudo o que Bruna havia dito.

_ Bruna, é tudo isso mesmo que você falou e mais um pouco! (e me surpreendeu me segurando pelo pinto para que a amiga confirmasse a questão da fogosidade) E comportado! Olha só. Apesar desse pinto duro!

O "comportado", disse em tom bravo, olhando em meus olhos, e apertando ainda mais aquele verdadeiro cacete. Praticamente dando uma ordem para que eu me comportasse mesmo! Mas, logo após, já mudava o tom, chacoalhando como se fosse um brinquedo e dando um sorrisinho pra amiga.

_ É, amiga... Acho que eu o Lúcio não duramos muito tempo mais não. O ruim é que vou ter que me mudar do prédio. Tão bom morar perto de vocês! (continuou Bruna, se esforçando para disfarçar a excitação pela provocação da minha namorada)

Mas Drica permanecia me segurando firme e Bruna fixamente com os olhos não perdia um detalhe. Eu apenas em silêncio, ainda sem entender o que minha namorada pretendia com aquilo. Mas já começava a desconfiar e descobrir uma nova e excitante tara de minha parceira. Era claro que estava muito excitada em ter seu namorado alí naquela situação, como que objeto de sua propriedade.

E enquanto observava minha namorada me segurando e brincando com o meu pau duro, Bruna continuou:

_ Nossa! Aquele dia que vi vocês dois no chuveiro, fiquei num tesão tão grande, mas tão grande! Quando o Lúcio chegou à noite, fui querer aliviar aquele tesão com ele, mas ele não quiz nem saber.

_ Credo, Bruninha! Jura!? (insistiu minha namorada, ainda sem largar o "osso")

_ Sim! Precisei me satisfazer sozinha. E acho que é o que vai acabar acontecendo hoje também.

_ Ah, amiga! Sinto muito! E o Luiz aqui com esse pinto duro não tá ajudando né!?

_ Não mesmo!!!

E novamente as duas caíram na risada.

E minha namorada emendou:
_ Se você tiver melada como eu tô, o problema é sério. Eu só não subi no Luiz ainda em respeito à você, porque aqui, tô derretendo de tesão!

_ Ai, Drica! Aquela hora na água eu falei que não queria segurar vela, mas tava brincando! Se o tesão tá grande e teu namorado já tá aí armado, cai de boca! Ou de buceta! Kkkkkkk Fico assistindo numa boa!

Kkkkkkkkkkkkkkkk
As duas riram.

_ Não se incomoda então? Tem certeza?

_ Não! Será um prazer ver vocês dois de novo.

Dito isso, o caminho estava livre para que minha namorada me devorasse vivo alí mesmo, diante da nossa amiga. Estava ficando claro que aquele flagra no chuveiro havia despertado uma tara nova em minha namorada. Ela curtia se exibir em público. Também curtiu ficar nua com a Bruna e eu em nosso quarto, logo após o episódio do chuveiro. Hoje, faria uma exibição explícita tendo novamente nossa amiga Bruninha como felizarda expectadora. 

Drica me pediu que eu viesse mais para o lado dela. Precisava de espaço para apoiar as pernas abertas sobre mim. Se levantou, me posicionei, depois se agachou até encontrar sua bucetona completamente inchada com a cabeçona igualmente inchada e brilhante daquele objeto de prazer e exibição. Segurou o seu brinquedo em posição vertical, ajustou caprichosamente a cabecinha lisa em sua portinha, e foi descendo, lentamente escondendo todos aqueles 20 centímetros dentro de seu corpo quente.

Olhava Bruna e ela parecia extasiada com o que via. Boca aberta! Ela já se massageava, iniciando uma gostosa masturbação enquanto nos admirava e se inspirava em nossos corpos e em nosso sexo explícito.

Drica, por sua vez, após passar alguns minutos de olhos fechados, sentindo a sensação de ser penetrada alí na natureza, abre os olhos e observa Bruninha se masturbando deliciosamente nua de frente pra nós. Essa visão parece que jogou nitroglicerina no tesão da Drica e ela imediatamente iniciou um sobe e desce espetacular em meu pau. De tão entusiasmada, temia que acabasse quebrando o brinquedo dela numa daquelas descidas bruscas. Felizmente, estava compenetrada e eu lhe ajudava, lhe guiando firmemente a cintura com as mãos.

Minha namorava subia e descia rapidamente, agachando naquele verdadeiro mastro. Eu sentia que naquele ritmo, eu não poderia suportar por muito tempo e acabaria ejaculando. Isso seria péssimo. A energia baixaria muito. Por sorte, derrepente, Drica senta tudo, e se contrai ao sentir o início de um forte orgasmo. Pressionava seu corpo sobre o meu, a ponto de sentirmos a cabeça do meu pau pressionar o fundo do seu útero. E eu podia sentir suas contrações! Gozava plenamente, parada, totalmente penetrada. Apesar de sentir sua energia orgástica em toda a extensão do meu pau, ela ficar parada me permitiu retardar minha ejaculação e reservar minhas energias. Sentia que ainda teria muito sexo pela frente.

Drica, ao se acalmar, se deitou sobre o meu peito e me beijou apaixonadamente, permanecendo completamente penetrada. Ao terminarmos de nos beijar, olhamos nossa amiga também extasiada, ainda se recuperando de um orgasmo, e ainda manuseando sua linda flor rosada. Eu permanecia duro, firme e forte. Esperava revezar as mulheres em breve. Torcia para que Drica resolvesse me emprestar para sua amiga. Resolvesse ou fosse convencida. Bruna haveria de tomar a iniciativa e conversar com Drica. Ao menos era o que minha mente ficava maquinando. E bastou que Bruna retornasse de seu gozo para dizer:

_ Gente! Vocês estavam lindos!!!! Gozei junto com você, amiga!!! Gozei de ver vocês!

Drica desceu da montaria e meu pau se revelou ainda enorme, duro, flutuando sobre minha barriga.

_ Luiz!!!! Que virilidade! Ainda tá duro!?!? (exclamou Bruna, de olhos arregalados mirando minha cabeçona inchada e lambuzada pelos fluídos da Drica)

_ Aguentei firme e não gozei! Vai que mais alguém quer brincar... (disse eu atrevidamente)

_ LUIZ!!!! 

Levei um tapa da Drica.

_ E o nosso acordo de você se comportar? Respeita a Bruna! (me alertou Drica com cara brava)

_ Ai, Bruninha... Desculpe o Luiz. É meio sem noção. Bora! Vai dar um mergulho pra ver se abaixa esse fogo! (continuou em tom bravo comigo)

Pronto! Estraguei tudo! Foi o que pensei. Mergulhei até o outro lado do poção e fiquei observando as duas conversando alguma coisa. Também observei quando, pouco depois se levantaram, sempre lindas e nuas, e vieram em minha direção, nadando.

Drica chegou ao meu lado, novamente se agarrando em meu pau em ereção contínua. Bruninha logo ao lado.

_ Eu deixo você brincar com a Bruna.

Arregalei os olhos de surpresa.

_ Primeiro pedi desculpas pelo seu atrevimento, depois perguntei se ELA gostaria de brincar. Se tudo bem pra ela, e se tudo bem pra mim também, aí você pode.

E Bruna continuou:

_ A Drica disse que tudo bem emprestar o seu namorado um pouco. 

_ Sim! Porque sei bem como é ficar só na vontade. Não é justo com você só nós dois brincarmos. Então, se quiser brincar um pouco com o Luiz, aproveita! Com certeza, pra ele tudo bem, né Luiz?

Apenas respondi com um sorriso.

E derrepente percebo outra mão me acariciando lá embaixo. Olho para Bruna e ela abre um lindo sorriso. Acariciava minha perna e meu bumbum por baixo d'água, parecendo ainda ir devagar no início pra sentir como ficaria a situação. Eu já abraçava aquelas duas ninfas, também lhes acariciando os corpos. Drica ainda agarrada ao meu pau até que percebo a mão de Bruna também me acariciando o saco e chegando até a mão da Drica. Nesse momento as duas se olharam. Pensei que se beijariam, mas era apenas a passagem do bastão. Bruna me segurou com desejo, já esfregando sua perna nas minhas.

_ Vai amiga, aproveita! Ele é todo seu! (disse Drica, surpreendentemente me entregando para o prazer de sua amiga)

No mesmo momento Bruna se abraça em mim com suas pernas, já deixando a cabecinha do meu pau no rumo da sua entradinha. E me olhava nos olhos. Olhos brilhando e um sorriso lindo de felicidade por novamente poder se abraçar ao meu corpo cheio de tesão. Não nos beijamos, pois o olhar atento de Drica bem ao lado, impunha respeito. Minhas mãos e as da minha namorada se encontraram na bundinha de nossa amiga. Minha namorada tava curtindo também o corpo de Bruna. E junto com a minha mão, acariciando a entradinha de Bruna, Drica foi percebendo todo o comprimento do meu pau deslizando e sumindo completamente dentro do corpo de sua amiga. Bruna apenas me olhava profundamente nos olhos, atenta a cada sensação que aquela penetração lhe permitia sentir. Bruna, quando se encaixou por completo, fechou os seus olhos enquanto Drica disse ao meu ouvido:

_ Tá gostando, é? Eu sou ou não sou a melhor mulher do mundo!?

Sim. Concordei na mesma hora e nos beijamos enquanto quem eu penetrava era a sua amiga, Bruninha. Ela por sua vez, só fazia sentir meu pau pulsando em seu interior, e retribuía me apertando com seu esfíncter vaginal. E dessa maneira ficamos por longos minutos. Tempo suficiente para minha namorada e Bruna, agora sim! também trocarem um longo e caloroso beijo de língua. 

Tudo era claro agora. Graças à excitação do momento, as duas liberaram a atração que uma sentia pela outra. Drica me revelou seu fetiche nunca antes explorado. A exibição e a dominação. Sentia prazer em me fazer como objeto de seu pertencimento. Objeto que emprestava para que sua amiga também se aproveitasse. A mim, apenas cabia dar conta daquelas duas mulheres cheias de fogo. Por isso, não fazia questão dos movimentos de vai e vem e me mantinha parado, enterrado em Bruna, apenas pulsando gostosamente dentro dela. Me poupando estrategicamente para o que pudesse vir.

As vezes, retirava lentamente meu corpo de dentro da Bruna, apenas para compartilhar com Drica este movimento que sentíamos com as mãos lá embaixo, na portinha de Bruna. E tornava a penetrá-la.

_ Tá gostoso o pau do Luiz, tá amiga? (Drica perguntava juntinho)

_ Sim! Tá muito! Você é uma mulher de sorte, minha amiga! O Luiz é delicioso!

E agora iniciava alguns movimentos de quadril, rebolando enquanto as mãos da Drica permaneciam lá embaixo, sempre na entradinha esticada pelo diâmetro de meu membro armado. Eu agora apertava a bundinha da Bruna com força. Começava a perceber uma ardência gostosa tomando meu pau. Era Bruna que iniciava um leve orgasmo, que logo se tornaria tão intenso que lhe fazia gritar de prazer.

_ Isso, amiga! Goza nesse pau delícia, goza!

Gritava sacanamente Drica, incentivando Bruna a gozar ainda mais. E gozou!!! Deve ter permanecido assim por bons 10 minutos. Só gozando! Me transmitindo aquela energia sexual que vinha para o meu corpo e se dissipava através de vários espasmos musculares. Eu tremia todo sentindo o orgasmo de Bruna enquanto Drica se esfregava freneticamente em nossos corpos. Quando enfim terminou, recebeu um beijo delicioso de Drica, que logo me abraçou me chamando para um longo beijo à 3. Foi ótimo, porque até então eu e Bruna estávamos evitando um beijo para evitar ciúmes em Drica. Durante o beijo à 3, ela mesma nos deixava beijando para nos apreciar, e então retornava com sua boca, se perdendo entre as nossas.

Ao terminarmos aquele beijo, Bruna se levantou do meu pau, se virou para Drica e a beijou intensamente como que retribuindo aquele empréstimo maravilhoso. Beijavam-se apaixonadamente, se agarrando com todo aquele tesão acumulado.

_ Gostou, amiga? (perguntou Drica)

_ Sim! Isso é muito mais do que qualquer fantasia que jamais sonhei! Você é incrível! O Luiz é incrível!

E as duas permaneciam abraçadas, se acariciando juntas.

_ E você não gozou ainda!? (Me olhou Drica, se fazendo de indignada) Pensei que iria encher a Bruninha de leitinho!

_ Ah, achei melhor não... (respondi)

_ Porque!? (insistiu Drica)

_ Porque era esse o trato. Eu me comportar, não era?

_ Ah, mas dar leitinho pras amigas pode! Vem! Vamos lá na pedra. Quero ver o Luiz te pegar de 4 agora. (novamente me surpreendia minha deliciosa namorada)

Bruninha com cara de safada, já me olhava como quem diz, "oba! Mais uma vez!".

Deixei que as duas saíssem primeiro para observar de baixo pra cima suas bundinhas e, ao meio, aquelas bucetinhas carnudas, meladas e cheias de fome. Aguardei que se acomodassem para só então ir até elas.

_ Vem Luiz! O que tá esperando?! (gritou Drica)

Saí da água, pintão ainda como no início. Duro, grande, apontando para o céu. As duas no clímax do assanhamento, gritavam, aplaudiam, assobiavam, como se eu fosse um astro.

_ Vai primeiro Drica! É o teu namorado! (insistiu Bruna)

_ Tá bom. Mas, Luiz, não goza não! Aguenta mais um pouco que quero ver você encher a Bruninha de leite quentinho.

Drica se posicionou de 4, arreganhando bem aquele cuzinho, esperando receber seu brinquedo precioso. Bruna se colocou de lado, pernas bem abertas em nossa direção. Ficaria se acariciando enquanto eu e Drica trepávamos. E assim foi. Penetrei minha namorada plenamente melada com seus fluídos.

_ Não vai gozar einh!? Deixa teu leitinho pra Bruninha! (repetiu Drica)

Continuei lhe penetrando em movimentos lentos, sem pressa. Percebia ao mesmo tempo, Drica tão hipnotizada pela flor aberta de Bruna, que começou a se virar para alcança-la. Fomos nos virando até que Drica pôde finalmente alcançar o sexo de Bruna, mergulhando imediatamente naquela fartura de nectar que escorria de dentro de nossa amiga. Eu comia Drica por trás enquanto Drica sugava sua amiga lá na frente, ao mesmo tempo em que, habilmente, se masturbava pra aumentar ainda mais aquele tesão. Assim que Bruna começou a gozar na boca de minha namorada, pude sentir ela também gozando novamente em meu pau. Eu, estrategicamente, permanecia quase parado dentro da Drica, economizando energia para o momento final com nossa amiga Bruna. E Drica permaneceu gozando e chupando sua amiga por um bom tempo. Confesso que fazia um esforço enorme para não gozar também. Após longos minutos as duas começaram a se acalmar. E Bruna disse, ainda extasiada:

_ Uauuu!!!! Pra quem pensou que ia terminar chupando os dedos, ter gozado nessa tua boquinha feminina foi tudo de ótimo! Que experiência você tem einh, Drica!?

E Drica, ainda penetrada, respondeu:

_ A tua xoxota foi a primeira que chupei. Nunca tinha chupado uma xoxota antes!

_ Jura!?!? Você foi ótima!!!! (respondeu Bruna animada)

_ Tá pensando que acabou, amiga!? Troca comigo que agora eu é que quero ficar olhando esse pauzudo do Luiz te fincando a bucetinha. Vem!

Se afastou de mim, meu pau estilingando ao sair de seu corpo, e se posicionou ao meu lado, enquanto Bruna se colocava de quatro, arreganhando e oferecendo todo aquele corpinho para o meu deleite. Drica ainda deu uma última instrução:

_ Quero te ver meter na nossa amiga até ela gritar de prazer. E quero que você encha o corpinho dela de porra quente. Vamos compensar a Bruninha pelo macho que falta na casa dela.

E, segurando meu pau, minha namorada mesmo foi quem o guiou para dentro do corpo quente de nossa amiga. Iniciei um entra e sai, primeiro vagarosamente. Drica não perdia um só detalhe do meu/seu pinto sumindo dentro do corpo de Bruna. E Bruna também se masturbava enquanto era penetrada por trás, fazendo com que em poucos minutos voltasse aos espasmos orgásticos. Gozava plena! Gozava feliz! Gozava realizada! Mal acreditando naquela situação. E Bruna gritava, gargalhava, chorava, tamanha a emoção que sentia por aquele momento. Gozou até gritar e implorar para que eu a preenchesse com o meu leite vital.

_ Vai, Luiz! Mete gostoso! Mete e goza gostoso dentro de mim!

_ Vai Luiz! Enche a Bruninha de porra! Ela merece! (reforçou Drica)

E eu fui. Não me restava outra opção. Aquelas duas fêmeas estavam loucas para me ver gozar também. Ejacular tudo novamente dentro de Bruninha, como aquele dia em seu apartamento. E assim, acelerei o ritmo, fazendo Bruna quase desmaiar de prazer, até eu mesmo começar a gritar. Gritar alto! Uma onda de energia, vinda da vagina da Bruna, passou para o meu pau e veio subindo, se intensificando até explodir numa gozada poderosa que me fez ejacular litros de sêmen, novamente bem lá no fundo daquela loirinha deliciosa, nossa amiga Bruninha. E a cada jorrada, eu dava um grito de prazer. Já sentia minha porra extravasar a bucetinha inchada de Bruna, mas Drica já estava com as mãos naquele sexo melado, espalhando meu sêmen por toda a região entre meu saco e a bucetinha de Bruna.

Enfim, quase exausto, não pude mais e retirei meu corpo lentamente do corpo de Bruna. Pude ver, quando minha cabeça saiu, um farto volume de sêmen também escorreu para fora daquela bucetinha linda. Drica espalhava aquilo tudo pelo corpinho de nossa amiga.

_ Toma amiga, aproveita o que anda te faltando. Sente este sêmen lisinho em seu corpo.

E Drica já espalhava meu sêmen por todo o corpo da amiga que, naquele momento, era puro êxtase. Eu mesmo ajudava, esfregando minhas mãos naqueles seios lindos e voltando em sua bucetinha inchada para pegar mais daquele nectar que ainda escorria de dentro de nossa amiga. E Drica me beijava apaixonadamente, e dizia que eu era o homem mais gostoso desse mundo. Terminamos os três nos esfregando, espalhando aquele meu sêmen rico entre nossos corpos nus. Após algum tempo, nos deitamos sob o sol da tarde, que já se adiantava, anunciando o momento em que precisaríamos partir. E por alguns momentos cada um ficou em seu silêncio, integrando tudo aquilo que havia acontecido. Até que Bruna quebrou o silêncio, começando a rir, contagiando eu e Drica que também ríamos gostosamente, deixando a ocitocina agir em nossos corpos. Depois de algum tempo de risadas, Bruna disse;

_ Bem que eu queria voltar pra casa assim, toda lambuzada na porra do Luiz. Por mim, ficaria pra sempre com esse cheiro de sexo delicioso. Mas preciso me banhar para não dar na cara ao chegar em casa. É bem provável que não tenha ninguém, mas é melhor não facilitar. Já tô levando bastante leitinho aqui dentro comigo (apontou e passou a mão na bucetinha nos mostrando como ainda escorria aquele meu líquido precioso)

Por fim, entramos os 3 uma última vez naquela piscina natural. Eu e Drica ajudávamos Bruna a ficar com seu corpinho bem limpinho. À 4 mãos, alisávamos ao mesmo tempo que acariciávamos cada milímetro, cada dobrinha daquele corpinho delicioso de nossa amiga. Eu ainda tive a oportunidade de penetrá-la algumas vezes mais com os meus dedos antes de sairmos pelo longo caminho de volta. Foi preciso usar as lanternas que eu espertamente havia colocado na mochila, prevendo um atraso na volta.

Após aquele verdadeiro sonho erótico, Bruna se tornou ainda mais íntima. Chegou até a tomar banho à 3 por algumas vezes lá em casa. Drica e Bruna se tornaram amantes e eu permaneci como o brinquedo das duas por algumas outras vezes. Sempre disponível para completar suas bucetinhas famintas. Mesmo após Bruna finalmente se separar e se mudar, vez ou outra aparecia para uns amassos e uns sexos gostosos. Nossa relação à três ainda durou uns 2 anos até que fui cursar uma pós graduação em outro estado.

A relação terminou, mas as lembranças continuam vívidas em minha memória. E não podia ser diferente. Você se esqueceria deste verdadeiro sonho?

terça-feira, 17 de março de 2020

Iniciação com a Priminha (parte 4)

Esta é a continuação baseada em fatos reais de minha infância e pré adolescência lá na fazenda de meus tios. É recomendada a leitura dos capítulos anteriores de "Iniciação com a Priminha"

Ah! Como fui feliz quando moleque lá na fazenda dos tios, com as Primas! Eu e as meninas, depois que descobrimos como era bom brincarmos juntos, não queríamos saber de outra coisa. Elas, ainda mais! pois às ensinei que também podiam brincar com suas xoxotinhas e gozar muito fazendo isso.

Tínhamos nosso cantinho secreto lá no alto do pomar e todos os dias, não víamos a hora pra que os adultos saíssem e pudéssemos ficar livres para nossas brincadeiras. Nossas masturbações à 3 aconteciam ao menos duas vezes ao dia. Pela manhã e à tarde. Estávamos adorando praticar (e gozar!) juntos.

Como já contei na primeira parte desse conto, além de nos masturbarmos juntos, também já havia rolado uma esfregação gostosa com Carla. Porém, com Jaque, ainda não tínhamos feito aquele beijinho de pipi com pepeka. Não até Carla, numa de nossas escapulidas no pomar, após eu lhe fazer gozar em minha boca mais uma vez, se agachou gostosamente por cima do meu pinto, iniciando uma esfregação deliciosa. Tudo sempre acompanhado de perto por Jaque. Carla gostava de se exibir para a prima, e se esfregava de forma bem explicita. Sentava, xoxotinha arreganhada esfregando em meu pinto duro que sumia e aparecia gostosamente embaixo de seu corpinho. Ainda não tínhamos descoberto a penetração, mas só de ver a prima fazendo aquilo, Jaque parecia louca para experimentar também.

Após mais um super orgasmo de Carla, se esfregando gostosamente, Jaque resolveu experimentar também. E fez tal e qual a prima, se agachando sobre aquele brinquedo gostoso e se esfregando intensamente até atingir também mais um orgasmo juntos. Estávamos mesmo viciados naquilo e só parávamos para almoçar e de tardezinha, antes dos adultos chegarem. 

Apesar de adorarem brincar comigo, apesar daquele tesão todo pelo meu pinto, reparava a atenção que ambas davam uma ao sexo da outra. Carlinha e Jaque demonstravam também sentir tesão olhando uma para a outra. Por vezes se colocavam de frente para se masturbarem olhando uma o sexo da outra. E numa dessas vezes, interferi:

_Vocês não param de se olhar. Porque não chegam pertinho e dão um beijo de xoxota?

As duas deram um risinho assanhado e logo se aproximaram, pernas entrelaçadas. Ao se tocarem...

_Ui! Que quentinha! (exclamou Jaque)

E ambas deram risada.

_Isso gente! Chega bem pertinho e esfrega! Será que vocês conseguem gozar assim também? (disse em tom de provocação) 

E as duas meninas iniciaram movimentos delicados, uma bucetinha beijando a outra. E assim permaneceram por algum tempo, eu pelado, tocando uma punhetinha ao lado delas, e logo descobríamos uma forma nova pra gozar.

_Ai, já vou gozaaaar!!!!

_Eu também!!! 

E enquanto as duas se contorciam se esfregando, eu passava minhas mãos pelos seus corpos nus, passava as mãos por cima daqueles mamilos que ainda eram só carocinhos, iniciando o seu crescimento. Passava as mãos no meio de suas xoxotinhas meladas que se esfregavam freneticamente. No meio de um clímax de orgasmo e outro, Jaque abriu os olhos, buscando segurar meu pinto. E segurou com força enquanto se contorcia de prazer.

Era uma cena linda! Aquelas duas meninas nuas, o sol em suas peles, seus fluidos corporais refletindo aquela luz... Jaque permanecia agarrada ao meu pinto e aquele orgasmo múltiplo, coletivo, parecia não ter mais fim, até que ambas foram se acalmando, ao mesmo tempo. Exaustas pela experiência. Cada novo orgasmo parecia ser o mais intenso de suas vidas. Até onde poderíamos chegar?

Quando enfim cessaram os movimentos, Jaque abocanhou meu pinto que já estava em sua mão, e iniciou uma chupada deliciosa, logo acompanhada de Carla que veio também aproveitar um pouco mais aquele momento. 

Me deitei e deixei que as duas se aproveitassem.

_ Quero fazer você gozar com a minha boca! (disse Jaqueline)

_ Então continua!

E as duas meninas se revezavam em meu pinto, enquanto eu às acariciava os corpos. Estava fascinado em perceber aqueles peitinhos iniciando seu crescimento, e ficava acariciando seus mamilos, as vezes, percorrendo corpo abaixo até seus sexos molhados. Após algum tempo, já não resistindo mais de tesão, comecei a gozar na boca de Jaqueline, que ao perceber minhas contrações, engolia ainda mais o meu pau duro. (lembrando que à essa idade, eu ainda não tinha leitinho. Kkkk)

_ Ai Jaque! Para! Não aguento mais! (eu disse, praticamente implorando para que parasse, pois meu gozo já chegava à doer)

E assim, nos deitamos e relaxamos naquele no lençol que Carla levava escondido. E começamos à rir! Em nossos corpinhos ainda restavam alguns espasmos, e ríamos descontroladamente daquelas sensações que apareciam como uma novidade maravilhosa.

Iniciei uns beijinhos pelo corpo das duas meninas enquanto elas riam de mãos dadas, uma olhando pra outra. Beijava seus mamilos, suas barriguinhas, suas bocetinhas encharcadas. Ah! E como era bom aquele cheiro!

_Ai, Luiz! Não beija aí senão eu começo tudo de novo! (disse Jaque rindo de satisfação)

_Tudo bem! Não acabei de gozar na tua boca? Goza na minha também! 

E iniciei algumas carícias na bucetinha da Jaque que em segundos voltou a se contorcer em mais um orgasmo. Mas dessa vez, por pouco tempo. Afastou minha cabeça.

_ Ai, Luiz! Não posso mais! Ela tá muito sensível!

Eu não queria parar a brincadeira. Já devia ter gozado umas 3 ou 4 vezes, mas, como elas, parecia estar possuído de desejo. Queria mais! Não queria que acabasse nunca! Então propus à Jaque mesmo:

_ Então vamos dar um beijinho de pinto com xoxota!

_ Tá bom, mas dessa vez vou ficar aqui deitada.

Jaque só abriu bem as pernas e eu, ajoelhado, iniciei alguns contatos entre a cabeça do meu pau e aquela xoxotinha arreganhada, linda e vermelha de tanto sexo. Carla, acompanhava, sempre se tocando suavemente, mantendo a energia alta em seu corpo. Eu, segurando o meu pinto duríssimo, percorria todo o sexo de Jaque. E fazia como fiz lá no primeiro dia com Carla. Vez ou outra apontava a cabecinha dele no buraquinho melado dela pra espalhar aquele melzinho por toda a sua xoxotinha. Jaque, com as pernas pra cima, permitia uma visão maravilhosa, o que me fazia perceber suas contrações vaginais naquele buraquinho que cada vez me atraía mais. Até que me deu vontade, me deu uma curiosidade. Se eu já havia enfiado a língua naqueles buraquinhos das duas primas, porque não enfiar a cabecinha do meu pinto? E a cada passada por alí, parava meu pinto cada vez mais demoradamente. Carla percebeu o movimento diferente e com olhar atento, viu que metade da cabecinha já se perdia dentro do buraquinho de sua prima.

_ Luiz! Você vai enfiar o pinto nela!? (perguntou Carla surpresa e curiosa)

Nem respondi e pressionei um pouco mais até que a cabeça inteira sumiu dentro de Jaque que apenas gemeu gostosamente, facilitando e abrindo seus lábios com as duas mãos.

_ Luiz!!! (exclamou Carla me olhando nos olhos, mas imediatamente retornando o olhar para o sexo de Jaque)

_ Tá tudo bem, Jaque? (perguntei sem pressionar mais)

_ Sim! Tá gostoso! (respondeu)

_ O Luiz enfiou a cabecinha do pinto dele no teu buraquinho! (alertou Carla)

Fiquei parado alí por um tempo, apenas latejando. E a cada latejada, Jaque gemia sentindo a pulsação do meu pinto. Resolvi tirar lentamente, e lentamente minha cabeçona foi reaparecendo sob os nossos olhares atentos. Outro gemido gostoso de Jaque que disse:

_ Põe de novo! Tá tão bom!

Carla permanecia hipnotizada no que via. Sua prima estava sendo penetrada na sua frente, numa cena super excitante. Eu não havia me deitado sobre ela, mas estava de joelhos, permitindo uma perfeita visão de nosso primeiro coito.

Obedeci o que Jaque pediu. Após dar uma esfregadinha por todo o seu sexo aberto, novamente me posicionei e fui pressionando enquanto observávamos a cabecinha sumindo dentro daquele corpinho. Jaque gemia gostosamente! Novamente parei no pescocinho do meu pinto. Só a cabeça pra dentro, pulsando. Carla passava a mão em nossos sexos unidos. Parecia não acreditar que aquilo era possível. E era compreensível, afinal, poucos dias antes nunca nem havia visto um pinto! Certamente, assim como eu, também nunca havia visto uma cena de penetração em lugar nenhum. Aquilo tudo que acontecia, acontecia por instinto. Descobríamos o sexo da maneira mais pura possível. Não fazíamos sacanagem. Apenas nos entregávamos aos nossos desejos e sensações.

Após algum tempo parado, voltei a retirar lentamente minha cabecinha daquele buraquinho gostoso. Jaque gemia de prazer. E Carla observava o buraquinho de Jaque se fechar e piscar enquanto eu passava de novo a cabecinha ao redor para novamente pressionar e voltar a entrar. Mas dessa vez, entrei um pouco mais. Abria espaço lentamente enquanto Jaque gemia.

_ Tudo bem? (perguntei)

Ela apenas afirmou com a cabeça.

_ Não tá doendo! (insisti)

_ Só um pouquinho, mas tá bom. Tá gostoso!

_ Vou colocar um pouquinho mais, tá bom?

Novamente, só fez sinal de afirmativo. Carla permanecia passando os dedinhos em volta, o que ajudava muito na lubrificação. E assim fui enfiando, enfiando, até parar com metade do meu pinto dentro da Jaque.

_ Jaque, metade do pinto do Luiz tá dentro de você!

_ E tá uma delícia!!!! (exclamou Jaque entre gemidos de prazer)

Novamente comecei a retirar, mas dessa vez, permaneci com a cabecinha lá dentro. A parte que havia entrado em Jaque saiu toda melada e isso facilitou uma nova investida. Agora eu queria ver até onde iria. Voltei a penetrar! Dessa vez avançando um pouquinho mais. E Jaque também passava as mãos para perceber como aquilo estava acontecendo. Passava as mãos no que ainda restava do meu pau pra fora dela. Percebia o quanto já havia entrado, depois voltava a massagear suavemente seu clitorizinho inchado. E não parava de gemer gostosamente. Avancei até perceber certa resistência entre seu buraquinho e o corpo do meu pau, e novamente voltava a retirar bem devagarinho. Eu e Carla víamos como saía lambusado o meu pinto quando retirei pela terceira vez. Mais um pouquinho e ele todo sumiria dentro do corpo de Jaque. 

Carla então notou, enquanto havia retirado, deixando só a cabecinha pulsante pra dentro, que junto com os fluidos de Jaque havia algo vermelho. Passou o dedo pelo meu pau e disse assustada:

_ Tem sangue!

_ Tá doendo Jaque? (perguntei novamente)

_ Só um pouquinho, mas tá muito gostoso!

_ Falta só um pouquinho pra ele entrar inteiro em você. Quer continuar! (perguntei)

_ Sim! Coloca ele todo! Quero!

E foi o sinal verde final para que a próxima penetração seguisse até o fim. Lentamente, sempre lentamente, comecei a deslizar pra dentro daquele corpinho lindo e tesudo. Sentia uma ardência gostosa subindo pelo meu pinto, e continuei avançando lentamente até encostarmos nossos púbis, escondendo por completo meu pintinho de 12 anos, mas que já possuía bons 15 centímetros duro como estava. Carla, de boca aberta, não acreditava no que via.

_ Jaque! O pinto do Luiz tá inteiro dentro de você! Inteiro!!!!

_ Tá tudo bem? (perguntei de novo, super atencioso com qualquer dificuldade que Jaque pudesse estar sentindo)

_ Tô ótima! Posso sentir você inteiro dentro de mim! Ahhhh!!! (e soltou um longo e gostoso gemido de prazer)

Ainda fiz um pequeno movimento retirando um pouco, apenas pra voltar a colocar novamente até o fundo. Ao penetrá-la totalmente, me rendi e soltei o meu peso sobre o seu corpo, falando em seu ouvido:

_ Que xoxotinha gostosa você tem!

Jaque me abraçou e respondeu também em meu ouvido:

_ Gostoso é esse teu pinto!

E ficamos assim, um latejando no outro, os dois gemendo, sentindo todas as sensações que o sexo pode proporcionar. Após algum tempo, aparentemente paradinhos nesse encontro, me ergui e voltei a retirar meu corpo de dentro do corpo de Jaque, que arqueava para trás em mais um gemido de prazer. Carla e eu notamos que o sangue não havia aumentado e isso me tranquilizou. Não queria machucar a Jaque de jeito nenhum. Vendo meu pinto lambuzado, lubrificado, voltei a penetrá-la, iniciando movimentos mais acelerados, mas ainda cautelosos. Jaque segurava em minha bunda, puxando o meu corpo em direção ao seu.

_ Vem! Enfia esse pinto gostoso em mim! Vem!

E eu comecei a enfiar cada vez com mais velocidade. Cada vez com mais intensidade. E os gemidos de Jaque se intensificaram!

_ Ai, Luiz! Eu vou gozar no seu pinto!!! 

_ Goza! Goza no meu pinto!!!

E aquela menina iniciou o que deveria ser o seu orgasmo mais intenso. E se contorcia, e se esticava, e cravava as unhas em minhas costas enquanto eu permanecia num movimento de entra e sai acelerado. Carla acompanhava atentamente. Impressionada com o que via. Quase assustada devido à intensidade do orgasmo de sua prima, Jaque. E o gozo de Jaque parecia se transmitir pra mim porque aquela sensação, aquela ardência gostosa aumentava rápido, até que explodiu em mim na forma de uma gozada incrível que me fez cair por cima de Jaque, vibrando o corpo e latejando rapidamente o pinto dentro de seu corpo.

Foram alguns minutos até nossos batimentos desacelerarem e conseguirmos retomar a consciência. Ainda permanecía fincado em Jaque que me abraçava com ternura. Olhava pra ela e ela olhava pra mim, ambos ainda inebriados pelas sensações que essa nova descoberta havia nos proporcionado. Carla deitou-se ao nosso lado e ficou me acariciando as costas e o bumbum deliciosamente. Jaque e eu olhamos pra ela e sorrimos aliviados. Carla não perdeu tempo e disse:

_ Também quero!

Jaque e eu caímos na risada. Kkkkkk

_ Claro, né Carlinha! Você não é boba nem nada! Eu recomendo! Muito! (respondeu Jaque pra ela)

Carla estava eufórica! E cheia de perguntas!

_ Como foi? Doeu? Ele tá dentro de você até agora! Tá sentindo?

_ Foi a melhor coisa que já senti em toda a minha vida! Doeu só um pouquinho no começo. Aí depois que ele entrou tudo, foi uma delicia! Sim! Tô sentindo esse pinto gostoso dentro de mim. Não quero que saia nunca mais! Kkkkk

_ Ah não, Jaque! Também quero experimentar! Mas não doeu mesmo!? Eu vi que tinha sangue no pinto do Luíz!

_ Já falei! Doeu um pouquinho, mas depois passou. Deve ser porque o pinto dele é grande. Deve ter esticado lá dentro. Mas não sinto mais dor. Sinto só ele ainda latejando.

_ Aiiii!!!! Também quero!!!! Vai! Desgruda os dois!

_ Tá bom! (concordou Jaque)

Me ergui e, lentamente comecei a retirar meu corpo de dentro do corpo da Jaque. Atentamente acompanhado pelos olhares curiosos de Carla. Meu pinto havia perdido parte da ereção, mas ainda mantinha o tamanho. Carla observava meio que assustada todo aquele volume saindo de dentro de sua prima e ainda não acreditava que o seu corpinho de menina pudesse comportar aquilo tudo.

_ Olha como ele saiu melado! E tem sangue mesmo! Olha! (disse Carla)

Jaque se sentou e passou a mão em sua xoxotinha recém desvirginada e constatou que havia mesmo um pouquinho de sangue. Ficamos confusos com aquilo, mas alí mesmo chegamos à conclusão que devia mesmo ser o que Jaque havia dito. Não estava sangrando. Só tinha um pouquinho de sangue. Só! Se tivesse machucado, ela não teria gozado como gozou, mas sim, ía querer parar pela dor. Como doeu só ou pouco mas, parou, devia estar tudo bem.

_ Gente! Vamos dar um mergulho no lago antes de continuarmos com a Carlinha? (propuz) Eu tô todo melado! A gente dá um mergulho e volta!

_ Ich! Nós nem viemos de bikini! (disse Carla)

_ Pois é! A gente vai ter que ir lá na casa se trocar... Vai que a Geralda (a cozinheira) segura a gente pra almoçar!? Tá quase na hora! Vai lá e volta. A gente te espera aqui. (completou Jaque)

E assim foi. Desci até o lago, me lavei dos fluídos e do sangue da Jaque e só fazia pensar naquilo tudo que estava acontecendo naquela semana. Quando eu estava saindo da água, ouvi o sino tocar, chamando todo mundo para o almoço. Carlinha ía ter que esperar. Voltei rápido até elas só pra avisar para irmos almoçar. Mais tarde a gente retornaria ao nosso cantinho secreto.

Desci primeiro. Na casa, me perguntaram se eu havia visto as duas meninas, mas elas logo apareceram entre risos. Como a fazenda era enorme, cada um sumia prum canto, pois haviam muitas atrações. O nosso cantinho secreto no pomar era uma delas. Almoçamos e os 3 não viam a hora de sumir de novo lá no pomar. O lençol já havia ficado escondido num canto só aguardando nosso segundo turno. E este era certamente o segundo turno mais aguardado.

_ E aí!? Vamos? (me cutucou ansiosa minha priminha linda, Carlinha)

Só de me cutucar meu pinto já dava sinal de vida lá embaixo. Experimentar o buraquinho da Carlinha também era tudo o que eu queria.

_ Nossa, Carlinha! Só de te ver assim nessa vontade, meu pinto já começa a crescer lá embaixo.

_ Ai, que delícia! Eu também já tô toda meladinha pra gente brincar.

_ Então faz assim. Eu subo na frente, você chama a Jaque e sobe depois.

Combinado assim, lá fui eu. Sempre esperto para que ninguém mais me visse. Cheguei, estendi o lençol e já arranquei a roupa toda pra esperar as meninas. Uns 10 minutos bem demorados depois, apareceram as duas entre risadinhas de excitação. E já me encontraram armado!

_ Uau, Luiz! Parece que teu pinto cresceu!? (exclamou Jaqueline)

_ Não sei. Você acha mesmo? (retruquei)

_ Será que a Carlinha dá conta? Kkkkkkk (Jaque fez chacota)

E Carlinha, já tirando o vestidinho e a calcinha, já se deitava nua ao meu lado, sem querer perder tempo.

_ Do jeito que eu tô melada, esse pinto vai entrar fácil fácil em mim! Afff! O almoço todo num tesão! Pelamôr!

_ Nossa! Eu também! Ficava apertando meu pinto debaixo da mesa. Vem! Vamos dar uns beijinhos de pipi com pepeka!

Jaque se sentou ao lado. Apenas tirou a calcinha, permanecendo de vestidinho. Agora ela seria a expectadora. 

_ Tô curiosa pra ver como fica esse buraquinho com esse pintão do Luiz (disse Jaque)

Carla, já na posição, eu iniciei umas carícias em suas pernas, entre suas coxas, acariciei sua barriga, seus mamilos durinhos, suas virilhas... E ela só se espreguiçava gostosamente, totalmente entregue, oferecendo seu sexo para que eu lhe deflorasse como tanto desejávamos.

_ Oi pepeka da Carlinha! Eu sou o pintinho do Luiz! (disse brincando como fiz naquela nossa primeira brincadeira dias atrás)

_ Ai, Luiz! Seu bobo! (Carla disse, sorrindo)

Cuidadosamente comecei a untar a cabeça do meu pau nos fluidos vaginais da minha priminha que há muito já escorria de seu canalzinho vaginal. Agora acompanhado atentamente por Jaque que também permanecia nos acariciando os corpos, admirada e também ansiosa por aquela penetração. Após umidecer bem minha cabecinha tesuda, Carla com as pernas bem abertas, levantadas, apoiadas em meus ombros, iniciei a pressão contra aquele buraquinho apertado. Logo já ía se abrindo para permitir a minha entrada. Os dedos de Jaque se encontravam com os de Carla naquele buraquinho, sentindo meu corpo que milímetro por milímetro, penetrava aquele corpinho tão delicado. Logo minha cabeça já estava dentro de minha priminha e parei.

_ Tá tudo bem! (perguntei assim como fiz com Jaque)

_ Sim. Tá gostoso sentir você latejando. (respondeu Carla)

_ Vou entrar um pouco mais então.

Aqueles dedinhos hábeis facilitavam bastante, pois espalhavam os fluídos de Carla pelo corpo do meu pau duro que voltava a deslizar lentamente para dentro. E Carla gemia gostosamente a medida que era penetrada. Logo, metade do comprimento do meu pintinho já estavam bem guardados dentro de minha priminha. Parei, permaneci pulsando, enquanto ela agora me apertava os braços.

_ Tudo bem? (insisti)

_ Ahã. Dói só um pouquinho, mas tá gostoso!

_ Já tá metade dele dentro de você. (alertou Jaque)

E como fiz com a Jaque mais cedo, retirei meu pinto. Sempre bem lentamente. Carla gemia ao sentir nossos corpos deslizando um no outro. Tirei tudo, voltei a acaricia-la com a cabeça ao redor, em seus lábios, e voltei a pressionar, entrando devagarinho, dessa vez quase até o fim.

_ Já estou quase inteiro em você, minha priminha linda!

_ Você também é lindo Luiz! Continua! Quero você todo dentro de mim!

E saí pela última vez antes de voltar a entrar totalmente. Desta vez por completo. Jaque e eu observamos o corpo do meu pau todo lambuzado e novamente com um pouquinho de sangue.

_ Tem um pouquinho de sangue aqui também. Tá doendo? (perguntei)

_ Dói só um pouquinho, mas tá bom. Tá gostoso! 

_ Vou colocar tudo agora, beleza?

_ Vai meu primo lindo! Enterra esse teu pinto gostoso em mim!

Então fui penetrando, e pouco à pouco meu pinto foi se escondendo no corpinho da Carlinha até que nossos púbis se encontraram, recebendo o peso do meu corpo.

_ Carla! O Luizinho tá todo dentro de você! (exclamou entusiasmada, Jaque)

_ Sim! Tô sentindo ele latejando dentro de mim! Que deliciaaaa!!!!

Sem retirar nenhum milímetro, apenas iniciei um movimento de quadril, rebolando e me esfregando por cima do carocinho clitoriano da minha prima. Ela me abraçava apertado, querendo mesmo que eu permanecesse o máximo possível dentro de seu corpo, e eu começava a intensificar meus movimentos. Também já começava a sentir aquela ardência gostosa transmitida pelo corpo de minha prima enquanto ela gemia continuamente. Em segundos iniciava em Carla um orgasmo que permaneceria enquanto eu estivesse dentro dela. E percebendo não haver mais sinal de resistência ou dor, iniciei um movimento de vai e vem, revelando à Jaque, que assistia à tudo sem perder nenhum detalhe, o corpo rígido de meu pinto entrando e saindo do corpinho de sua prima.

_ Ai, que gostoso ver o teu pinto assim, forte, entrando e saindo! (disse Jaque, me acariciando o corpo enquanto Carla gozava deliciosamente)

E Jaque levantava seu vestidinho querendo me mostrar sua xoxotinha que já queria ser penetrada novamente. Eu retribuía lhe acariciando como podia, enquanto permanecia no movimento de vai e vem com a Carlinha. Ela gemia alto, mas procurava se conter para não fazer muito barulho.

_ Ahhh, que gostoso esse pinto dentro de mim!!! Tô gozandoooo!!!! Tô gozando nele!!!

Eu não parecia estar nem perto de gozar dessa vez. Talvez porque já havia gozado tantas outras vezes pela manhã. Por isso, permanecia viril, cada vez aumentando mais a velocidade. Nossos corpos já se batiam com força a cada estocada. E a cada estocada, Carla soltava um gemido alto, cheio de tesão e prazer. Até que a certa altura, tirei meu pinto. O canalzinho vaginal de Carla, piscando. Dei uns tapinhas com o meu pinto em sua xoxotinha arreganhada e voltei a penetrá-la. Já estávamos transando a mais tempo que com Jaque, que parecia ansiosa para ser novamente penetrada como sua prima estava sendo.

De novo retirei meu pinto. Carla permanecia num gozo contínuo. E Jaque se aproveitou e me segurou pelo pau.

_ Pinto gostoso! Quero ele de novo!

E Jaque se colocou de 4 por cima de Carla, oferecendo sua bundinha toda arreganhada pra mim. Agora eu tinha aquelas duas meninas querendo meu pinto, uma por cima da outra. Carla permanecia em êxtase e por isso, mirei minha cabeçona inchada no buraquinho da Jaque, de 4 para mim. Estava completamente melada, louca de desejo por ter assistido sua prima ser penetrada tão gostosamente. Comecei a pressionar meu pinto que, com facilidade foi se enterrando agora no corpo de Jaque. Em instantes metia meu pau livremente na bucetinha daquela menina de 4.

Já estávamos praticando um sexo explícito, como adultos, mesmo sem nunca antes havermos visto qualquer cena parecida. Havíamos aprendido o sexo naturalmente, de maneira instintiva, em apenas poucos dias. Em questão de menos de uma semana, havíamos passado de uma simples exibição infantil, para uma verdadeira orgia à 3.

E aproveitando aquela posição, posicionei o corpo de Jaque deitado sobre Carla. Uma de frente pra outra, as duas bucetinhas encostadinhas. Isso me facilitava para que eu as penetrasse intercaladamente. Um pouquinho uma e um pouquinho a outra. E brinquei entrando numa, saindo, e já entrando na outra em seguida. As duas gemendo juntas com seus corpos grudadinhos. Uma cena inesquecível!

Depois de algum tempo, experimentando, pedi que as duas ficassem de 4, uma do ladinho da outra, oferecendo suas xoxotinhas recém desvirginadas para seus próprios prazeres e para o meu deleite. E eu gozei! Gozei com gosto enfiando meu pinto nas duas. Continuando alternadamente! E após parecermos termos nos saciados, quando enfim meu pintinho de 12 anos parecia perder um pouco aquela rigidez, e descansávamos os 3 deitados naquele lençol olhando as nuvens, dei a idéia para que fossemos nadar lá no açude de cima, bem mais escondido que o lago principal da fazenda. As duas concordaram imediatamente e para lá rumamos, deixando o lençol no pomar, escondido para nossas próximas brincadeiras.

Subimos para o açude de águas cristalinas, deserto no meio do mato. Entramos pelados e nos abraçamos apaixonadamente dentro d'água. E, claro, meu pinto já cutucava as duas lá embaixo.

_ Nossa, Jaque! Acho que tem um tubarão aqui embaixo! Kkkkkk (disse Carla, brincando)

_ Sim! Já percebi ele me cutucando! Vem cá que eu vou guardar ele na toquinha. (disse Jaque já passando suas pernas e encaminhando o meu pinto para a sua bucetinha lisinha)

E transamos deliciosamente os três, debaixo d'água, revesando meu pinto entre aquelas duas meninas sapecas que haviam acabado de ganhar brinquedo novo.

E assim foi a minha iniciação sexual entre minhas primas na fazenda. A irmã de Carlinha, da minha idade, (sim! Ela tem uma irmã mais velha!) passaria então a ser minha próxima conquista. Mas essa é outra história!

segunda-feira, 16 de março de 2020

Iniciação com a Priminha (parte 3)

Essa é uma história baseada em fatos reais, ocorrida quando eu tinha 12 anos de idade. É a continuação daquelas férias na fazenda, cheia de descobrimentos sexuais com minha prima dois anos e meio mais nova.

Recomendo a leitura de "Iniciação com a Priminha (1) e (2)".

Seguindo:

E as férias foram passando. Eu e minha prima super íntimos, mas sempre buscando manter as aparências. Apenas quando estávamos sozinhos, rolava umas mãos bobas e tal... Haviam outras crianças. Meus primos, os primos e primas de meus primos, amigos e amigas. Deviamos ser umas 10 ou 12 crianças de várias idades. E eu, sempre que podia, quando estava somente entre as meninas, me insinuava de várias maneiras. Desde um pinto duro dentro do shorts sem cueca, até aquela escapadinha distraída pela lateral do shortinho. Sempre conquistava os olhares das meninas e aquilo sempre me deixava com muito tesão. Pouco tempo depois daquela primeira brincadeira com minha prima, Carlinha, ainda naquela mesma semana, ela veio me contar:

_ Sabe a Jaqueline, minha prima?
(era prima da minha prima, mesma idade) Pois é... A gente tava conversando ontem à noite no quarto antes de dormir, e ela disse que viu teu pinto quando vcs tavam nadando no lago.

_ Disse!? Mas e você? O que você disse?

_ Falei que também já tinha visto, mas...

_ Mas o que?

_ Acabei contando daquele dia que te vi fazendo xixi.

_ Contou?!?! Você prometeu que era nosso segredo!

_ Calma! Tá tudo bem! A gente ficou conversando... Contei, mas não contei a história toda né?!

_ E o que você contou?

_ Ah! Ela disse que viu teu pinto escapulindo pela lateral do shorts, e eu disse que também já tinha visto. Que você não usava cueca, aí ele escapava mesmo. Eu fui ficando com tesão de falar do teu pinto...

_ Foi é!

_ Sim! Até comecei a me tocar como você fez. Fiquei toda melada, igualzinho.

_ Você se tocou na frente da Jaque?

_ Debaixo do lençol.

_ Mas e aí!?

_ Então... Disse que também já tinha visto, mas que também tinha visto você fazendo xixi. Ela até já sabia por conta de eu ter saido gritando aquele dia. A Cris já tinha falado pra ela. (a Cris era uma amiga delas. Foi quem ouviu a Carlinha gritando e perguntou se meu pinto era grande)

Eu já estava ficando famoso entre as meninas lá na fazenda.

_ Ela quis saber como foi e eu contei.

_ Mas o que você contou!?

_ Ah! Contei que você foi fazer xixi e nem escondeu. Deixou eu assistir. Aí o assunto foi dando tesão... 

_ Mas o que mais você falou?

_ Falei que tinha visto de pertinho. Falei que teu pinto tava grande mesmo. E que achei engraçado quando você chacoalhou quando terminou.

_ E vocês ficaram com tesão?

_ Sim! Muito! A gente ficou brincando com as nossas xoxotas debaixo do lençol.

_Sério?! E como foi?

_ Ah! Eu falei que minha xoxota tava melada de lembrar desse assunto, e perguntei se a dela também tava.

_ E ela?

_ Também tava! Kkkkk 

_ Também tava melada!?

_ Sim! Aí nós ficamos brincando com elas. Foi indo eu consegui gozar sozinha!

_Jura?! E a Jaque?

_A Jaque eu não sei, mas ficou louca pra ver teu pinto também.

_Ai ai ai!!! Será?

_Ah, acho que num dá nada não. Pensei em chamar ela pra comer mixirica junto. Aí, é só você fazer um xixi bem demorado pra ela também. (disse Carlinha já com tudo planejado)

E eu, só de imaginar que eu já tava fazendo sucesso entre as meninas, já me deu uma palpitação. E imaginar as duas me desejando já me enchia de tesão.

_ Então tá. Já tô mesmo meio apertado. Chama ela pra gente comer mixirica. Mas não dá bandeira! Só a Jaque pode ir!

E lá foi Carlinha, toda assanhada, chamar a prima. Eu já fui caminhando sozinho para o pomar, indo até a mixiriqueira mais distante e colhendo uma pra comer displiscentemente. Logo apareceram as duas. Carlinha fingindo não haver planejado nada. Era um encontro casual no pomar.

_ Oi meninas! Mixirica? (ofereci a que levava na mão)

Jaque também era uma linda menina. Cabelos negros e compridos. Assim como Carla, vestia apenas um vestidinho de alça, na altura dos joelhos. Esperei uns minutos, e sem falar nada, apenas dando dois passos para o lado, tirei o pinto já duro pra fora e iniciei uma bela mijada. Vi o momento que Carla cutuca Jaque, chamando a sua atenção para o que eu fazia. E as duas permaneceram em silêncio, só observando meu xixi saindo da pontinha do meu pau. Dei uma rápida olhada com um sorriso meio safado para as duas, e voltei a me concentrar naquela longa mijada. Quando, enfim, terminou o xixi, disse:

_ E aí, nunca viram um menino mijando não!?

_ Eu já! (disse Carlinha, se acabando na risada enquanto eu permanecia com o pinto de fora, ainda pingando as últimas gotinhas, e Jaque hipnotizada no que via)

_ É. Pra você já não é novidade mesmo. Quer me ajudar a chacoalhar? (perguntei ousando um passo a mais naquela brincadeira) Vem cá!

E peguei Carla pela mão, colocando em meu pinto duro, apontando para o céu. Abaixei o shortinho até o meio da bunda e repeti as instruções.

_ Pra sair todo o xixi, não basta só chacoalhar. Tem que espremer desde aqui debaixo até a pontinha. (disse enquanto indicava, inclinando a cintura para frente para mostrar bem onde era pra apertar)

E Carla fez direitinho! Enquanto Jaque acompanhava, boca aberta, sua prima extrair as últimas gotinhas que pingavam daquela cabeçona inchada e brilhante.

_ Carlinha, sua louca!!!

_ Que foi!? Esse pinto do Luiz já não é novidade pra mim.

_ Como assim!?

_ Ué. Não te disse que já tinha visto ele fazer xixi?

_ Sim, disse, mas daí a pegar e chacoalhar!? Kkkkkkk

E deu risada, quebrando aquele clima. Afinal, ainda não sabíamos qual seria a sua reação. Enquanto isso, eu permanecia alí, shortinho arriado e pinto apontando para o céu.

_ Ah, Jaque! E quem foi que disse ontem a noite no quarto que tinha vontade de pegar no pinto do Luiz?

_ Carlinha!!!! (exclamou Jaque, toda envergonhada da prima revelar suas conversas secretas)

_ E vocês ficam falando do meu pinto, é!? (perguntei, fingindo surpresa)

_ Ah, é que um dia desses, ou melhor, toda hora a gente vê ele escapulindo desse shortinho. A Cris já tinha me falado que a Carla tinha te visto mijando... 

_ Gente! Não tem mistério nenhum! É só o meu pinto! Todo mundo tem pinto e xoxota, vocês não têm!? Pronto! Tá aqui meu pinto! Quer aproveitar e pegar também? Ver como é? Chega aqui pertinho!

E desci um pouco mais o shortinho, já me virando pra Jaque, que começava parecer se excitar com aquilo. E Jaque se aproximando, diz:

_ Sim, todo mundo nasce com pinto e xoxota, mas até hoje eu só tinha visto pintinho de bebezinho! E o teu escapulindo no shortinho!

E as duas caíram na risada.

_ Então... Não tem segredo nenhum.

E continuei alí me exibindo pra elas. Segurava meu pau durinho como que exibindo uma mercadoria, mostrando o máximo de detalhes. E Jaqueline não perdia um detalhe!

_Vem, segura ele! (insisti)

_Vai Jaque! É divertido! (disse a Carla, já toda assanhada)

E com uma risadinha nervosa, a menina segurou meu pau durinho. E apertou!

_ Que duro! Dói?

_ Não. É gostoso!

_ É gostoso apertar?

_ Sim, muito!

E foi mexendo nele, puxando pra trás, depois tentando cobrir a cabecinha... Igualzinho Carla havia feito dias atrás. Tudo isso com o olhar atento da prima.

_ Dá vontade de morder, né Jaque? (perguntou Carla)

E Jaque apenas continuou examinando aquela novidade, aproximando mais seu rosto e levantando meu pau pra ver meu saquinho. Passou a mão nele...

_ Que fofinho! É aqui que não pode levar bolada?

_ Sim. As bolinhas são muito sensíveis. Mas o pinto mesmo, pode apertar a vontade. Peraí! Vou deitar alí no canto. Assim a gente fica mais escondidinho.

Tirei o shorts e fiquei completamente pelado, objeto de desejo daquelas duas meninas.

_ Olha Jaque! Deixa eu te mostrar uma coisa. (disse Carla, já assumindo meu lado direito, enquanto Jaque ficou à esquerda).

E começou a me masturbar pra sua prima ver.

_ Carlinha!!! O que você tá fazendo!? Não dói Luiz?

_ Lembra ontem no quarto quando a gente ficou brincando? Lembra quando eu gozei? Os meninos gozam fazendo assim.

_ Jura!?

_Você também gozou ontem Jaque? (perguntei enquanto Carla não parava de me masturbar)

_ Acho que não...

_ É. Ela não foi até o final. (retrucou Carla)

_ Não, mas senti o tesão!

_ E vocês tão com tesão agora? (perguntei)

Carla logo já respondeu que sim. Já tava bem à vontade. Tirava a calcinha e se sentava sobre a minha camiseta.

_ Carlinha! Cê é louca!? (exclamou Jaque ao ver a prima tirando a calcinha na minha frente)

_ Ai, Jaque! Se o Luiz tá aí todo pelado pra gente, qual o problema deu tirar a calcinha?

E não parava de masturbar aquele seu novo brinquedo, mas agora, exibindo sua preciosa flor rosada já toda aberta pra mim.

_ Vem Jaque! Experimenta aqui! (disse Carla incentivando a prima)

_ É só fazer assim? Pra cima e pra baixo?

_ Isso! Mas com carinho. Não precisa apertar muito. (ensinava Carla, já toda experiente)

E Carla permaneceu sentada ao lado enquanto Jaque, toda empolgada, dava suas primeiras movimentadas no meu pinto duro. E enquanto Jaque seguia compenetrada masturbando um pinto pela primeira vez, Carla também se masturbava deliciosamente com as pernas abertas em minha direção.

_Demora muito? (perguntou Jaque)

_ Depende... (respondi)

_ Depende do que?

_ Ah, na verdade eu quero que demore...

_ Espera aí Jaque! Deixa eu dar um beijinho nele. (disse Carla)

_ Carla!!!

_ Que foi?!?! Olha que gostosinho! Não da vontade de morder?

E já foi logo abocanhando a cabecinha dele enquanto Jaque observava surpresa, mas animada.

_ Porque tá assustada? Ontem lá no quarto você disse que também tinha vontade. Vem! Experimenta! (e ofereceu meu pau pra prima) Dá só um beijinho. Aposto que não vai querer largar!

E Jaque, numa mistura de sentimentos, segurou meu pau e deu um selinho bem na ponta da cabecinha.

_ Viu?! Não é nada de mais. (disse Carla que continuava sua deliciosa masturbação)

E eu observava aquela bucetinha úmida, observava Jaque que perdia o acanhamento cada vez mais, enquanto se familiarizava com meu pau e a situação. E começava a fazer como Carla havia feito minutos antes, abocanhando com gosto, com tesão aquele pintinho duro de 12 anos. E chupava, e me masturbava, intercalando. Quando vi, ela também já tocava sua bucetinha por cima da calcinha.

_Isso Jaque! (disse Carla quando percebeu a prima se tocando também) deixa esse tesão! Tira a calcinha também!

Aquilo tava ficando bom demais! Estava prestes a ver a bucetinha de outra menina linda. Jaque nem ficou em dúvida é já tirou logo aquele paninho que cobria a sua lindeza. E abriu as pernas pra me mostrar! Como quem diz: olha! Olha e goza pra mim! Mostrava a xoxotinha tão rosada e aberta quanto a de Carla. Também abriu bem as pernas pra mim e intensificou os movimentos no meu pau. Agora eu tinha duas lindas flores para admirar enquanto alisava suas pernas com as minhas mãos. Carla, tesuda e concentrada na situação, falou alto:

_Ah.... Eu vou gozar!!!!

E começou a se contorcer deliciosamente enquanto nós dois a olhávamos. Aquela gozada bastou para que viesse pra mim também.

_ Não para, Jaque! Eu também vou gozar!!!! Vai! Vou gozar pra você!

E Jaque, continuou compenetrada nos movimentos até que não aguentei mais e soltei um grito de prazer enquanto meu corpo sofria espasmos pelo fluxo de energia que circulava. Chegou à um ponto em que tive que colocar a mão pra que ela parasse. Carla continuava num gozo contínuo que parecia não ter fim. Ficamos os dois olhando pra ela e ela não parava! Parecia não ter fim o gozo daquela menina.

E sem dizer nada, aproveitando a bucetinha da Jaque bem pertinho, me aproximei mais e encaixei minha boca num beijo intenso. Ela gemeu e agarrou meu pau novamente. E tal como já havia feito com Carla dias atrás, comecei a chupar Jaque com todo o meu tesão. E Jaque não perdeu tempo e se colocou ajoelhada, pernas abertas por sobre a minha cabeça, xoxota perfeitamente encaixada em minha boca, esticada sobre o meu corpo para continuar se aproveitando do meu pau. Com a boca, pude perceber bem a diferença na anatomia das duas meninas, mas em segundos já estava no ponto certo. Aquele carocinho que tempos depois descobri ser o clitóris. E em meio aos gemidos contidos de Carla, naquele gozo contínuo, Jaque logo também chegou lá e explodiu em seu primeiro orgasmo de verdade. Em minha boca!

E se contorcia, mexia o quadril se esfregando na minha cara. Naquela posição, eu tentava enfiar a língua naquele buraquinho que havia descoberto, soltava aquele melzinho delicioso. E eu podia sentir sua bucetinha se contraindo várias vezes. Fazia até uns barulhinhos. E durante aquele gozo, além de segurar meu pau com força, também mordia com força! E doía! Mas não queria atrapalhar o momento e aguentei firme até onde pude. Foi quando parei a sucção em seu clitóris e as coisas foram se acalmando que percebi que Carla também compartilhava meu pinto com a prima.

A bucetinha de Jaque até escorria em minha cara mas continuei com beijinhos leves. As duas estavam bem dispostas à me fazer gozar de novo e isso não demorou muito. Chupavam e manuseavam se revesando, mas sem perderem o ritmo, até que, novamente, explodi num gozo inesquecível. 
Jaque saiu de cima de mim e pude ver as duas beijando carinhosamente a cabeçona inchada daquele meu pinto juvenil. Me olharam e vieram me abraçar, como que em agradecimento pelas sensações. Ainda ficamos mais um tempo rindo, extasiados.

_ Acho que agora você gozou einh Jaque?!

_ Sim! Muito!!! Foi uma delícia!

_ Quando vocês forem brincar de novo no quarto, lembra de agora e goza! Não precisa medo nem vergonha né?!

_ Sim!

Nos vestimos e descemos em direção à casa. Já era quase hora do almoço.

Iniciação com a Priminha (parte 2)

Depois de toda aquela descoberta do xixi com minha prima mais nova (leia a primeira parte deste conto), as férias na fazenda ficaram muito mais divertidas.

Minha prima, que já era grudada em mim, ficou ainda mais próxima. Eu tinha medo de alguém perceber qualquer coisa e as vezes até dava umas despistadas dela. Mas aquele sexo que praticamos escondidos no alto do pomar, não me saía da cabeça. Fiquei verdadeiramente fissurado e só pensava em fazer mais.

Naquele mesmo dia, à tarde, conforme havia prometido, chamei ela num canto para que ela pudesse ver como ficava o meu pinto molinho. Não tinha ninguém na casa e nos trancamos no banheiro de fora, pouco usado e mais seguro. Adrenalina à mil! Rapidinho abaixei o shorts.

_Ah, que belezinha!!! (e já foi logo segurando) Molinho!

E apertava, e balançava.

_É, mas já vai crescer de novo. Vai vendo!

E meu pintinho foi crescendo rápido naquelas mãozinhas.

_ Nossa!!! Parece que tá vivo?! Você já tá com tesão de novo?!?!

_ Sim né?! Não posso evitar.

_ É. Acho que gosto mais dele assim grande. Fica forte! (e continuava a saculejar ele nas mãos).

Sentou na tampa da privada e ficou com o rosto bem pertinho pra ver todos os detalhes. E foi explorando. Puxou a pele pra cima da cabeçona, depois puxou pra trás, passou o dedinho na cabecinha lisinha...

_Que fofinho! A cabecinha dele é tão lisinha... Dá vontade de morder!

_Pode beijar... (eu disse)

_Pode?!

Assim, primeiro passou a cabecinha pelas bochechas...  fez mais uns carinhos como se fosse um filhotinho de gato, colocando o rosto encostadinho. Depois começou a dar beijinhos em todo lugar. Fazia carinho no saquinho... Aquilo era surreal!!! Mas eu tava aflito. Adrenalina. Morria de medo de alguém nos descobrir.

_ Carlinha, isso tá muito gostoso, mas tô com medo de alguém aparecer e pegar nós dois aqui dentro desse banheiro. Vamos fazer assim: vou pegar minha toalha que é bem grandona e a gente se encontra lá no pomar de novo. Vou sair primeiro, você dá um tempo aqui no banheirinho e depois vai lá direto.

Meu coração batia acelerado! Tava tudo acontecendo muito rápido! Sem que ninguém me visse, peguei a toalha e rumei para o lugar combinado. Dalí há pouco, veio ela. De fato, era um lugar muito mais seguro. Mesmo que aparecesse alguém, veríamos com antecedência e dificilmente seríamos vistos ou pegos de surpresa, já que a vegetação se formava estrategicamente, escondendo a gente de verdade.

Ela chegando, nem trocamos palavras. Já fomos arrancando as poucas roupas que nos cobriam e nos deitamos sobre a toalha estendida. Ela, muito carinhosa, parecia já ter muita experiência e foi me acariciando o corpo todo, mas sem demorar, já estava no local de sua curiosidade. Eu também, já acariciando levemente aquela xoxotinha naturalmente depilada, de pele macia de menina.

_Quero beijar ele de novo.

E se levantou mudando de posição pra ficar com o rosto próximo ao meu pintinho duro. Naturalmente, deixou a xoxotinha bem na minha cara, me convidando à beija-la também. E assim foi. Meu primeiro "69"!

Logo seus beijos ficaram mais envolventes e seus lábios começaram a cobrir toda a cabeça do meu pinto. A sensação era maravilhosa!  Aquela boquinha linda, molhadinha, desejando meu pinto daquele jeito... E eu fazia o meu papel, explorando mais uma vez cada dobrinha daquela xoxotinha rosada com meus olhos, mas dessa vez, também com minha língua. Percebia mesmo aquele carocinho muito mais sensível, onde ela gemia mais forte, e permanecia mais alí. Seus movimentos de quadril logi se intensificavam, num claro sinal de que eu estava fazendo a coisa certa.

Inesquecível era aquele sabor, aquele cheiro que ficou em meu nariz por alguns dias depois. E quanto mais ela se excitava, mais ficava violenta lá embaixo no meu pau. Mesmo assim fui deixando. Aquilo tava bom demais! Queria fazer ela gozar na minha boca, e parecia que estava muito próximo disso. Eu precisava segurar sua bundinha com as duas mãos pra manter aquela xoxotinha delícia na minha boca e não perder aquele carocinho que a deixava louca quando eu passava a língua.

_Ahhhh Luizinho!!! (gritou pouco antes de começar a gozar intensamente)

E eu alí, segurando como se fosse uma potranca à ser domada. Durante o seu gozo, ela se agarrou ao meu pau com força e começou a gritar de prazer. Seus gritos me alertaram. Alguém poderia ouvir! Decidi interromper meus beijos até ela se acalmar. Ficamos naquela posição mais alguns minutos. Ela deitada com a cabeça sobre a minha virilha, ainda segurando o meu pinto duro. Eu, na mesma posição, dando beijinhos em sua xoxotinha completamente inchada e melada.

_Gozou na minha boca!(exclamei)

_Sim!!! Muito mais do que hoje cedo! O que você fez aí?

_Eu fui te beijando e comecei a passar a língua e chupar esse teu carocinho aqui. (e dei uma chupadinha rápida lá) O mesmo lugar que passei os dedos hoje cedo. Como vi que alí você parecia gostar mais, só permanecí.

_Nossa!!! Foi muito bom! É isso que você sente quando mexe no teu pinto também?

_Não sei... Quando eu bato, chega uma hora que me sobe uma coisa. A gente treme... Mas é rápido. Vem e passa rápido. Em você parece ficar, e ficar...

_ Você bate?! Bate nele?

_Não! Bate punheta. É como os meninos falam quando mexem no pinto pra gozar também.

_ Igual você fez hoje cedo?

_ Sim!

E comecei a bater uma punhetinha pra ela ver de novo. Devagarzinho.

_Quer tentar? Vamos ver se você me faz gozar também. (disse, oferecendo meu pinto pra ela manusear)

E ela segurou com firmeza.

_ Não precisa de força. É só o jeitinho. Vai fazendo assim, pra cima e pra baixo. Cobre e descobre a cabecinha.

_Ai, que divertido! (exclamou assanhada)

E ela continuava. Compenetrada.

_Assim tá bom?

Eu só afirmei com a cabeça, e continuou. Meu tesão tava tão grande que logo comecei a me contorcer, me esticar...

_Ahhhhh que delícia!!!! Tô gozannndoooo!!!

Precisei pedir pra ela parar de tanto que foi forte. Claro, com 12 anos eu ainda não ejaculava, então não houve surpresa. (rerere). Talvez por isso, meu pau também não amolecia e continuou duro. E ela continuou alí, como se ele fosse um brinquedo novo.

_Ai que vontade de morder!!! (de novo ela falou que queria morder)

_Então morde!  Morde de ladinho, como um osso.

E com a carinha mais safada, deu uma mordidinha de leve.

_Pode morder com mais força! (eu disse)

_Jura?! Não vai machucar?

_Eu te aviso quando doer.

E mordeu com vontade! E se deitou, e começamos tudo novamente. 
Pedi pra que ela não gritasse, que gemesse baixinho, e aí sim, ela gozou muuuuito! Só parei quando ela fez um xixi na minha cara. Sim! Foi o que pensei naquela hora. (hoje eu sei. Era ejaculação feminina) Esguichou bastante! Quando se recuperou, ficou toda sem graça.

_ Fez xixi na minha cara!? (exclamei, perguntando assustado, mas não bravo)

_ Você me fez gozar muito! Não sei o que aconteceu. Saiu sem querer!

_ Não parece xixi. Não tem cheiro de xixi... E é meladinho! (eu disse, passando a mão em meu rosto lambuzado)

Ela se virou, me enxugou com a toalha e se sentou por cima de mim. Encaixando a bucetinha no meu pinto. Sem penetração. Só alí, descansando e sentindo meu pinto latejando. E no silêncio ouvimos alguém chamando ao longe. Era o fim da brincadeira aquele dia. Ela desceu na frente, eu ainda fiquei alí por mais um tempo, pensando naquilo tudo que tava acontecendo.
Acabei ainda batendo outra punheta relembrando. E ainda tinha tempo até o fim das férias!

Mas isso já são outras histórias! 

Iniciação com a priminha

A história à seguir é baseada em fatos reais. Aconteceu comigo quando era apenas um menino de 12 anos e faz parte da minha longa história de descobertas e aventuras sexuais.

Desde os 8 anos que, na companhia de alguns primos, comecei a brincar com meu pintinho. Eles eram um pouco mais velhos e tinham umas revistas de mulher pelada escondidas. Foi com eles que comecei a me masturbar e a sentir tesão com o sexo.

Durante as férias escolares, sempre íamos para a fazenda de um de nossos tios. Um lugar enorme, com lago, pomar.... A molecada se divertia. Fazíamos disputa de quem mijava mais longe ou mais alto... Também brincávamos de desenhar com o xixi na terra seca, e claro, não faltavam as comparações de tamanhos entre os meninos. Eu, precoce, sempre inventava de nadar pelado na lagoa, ou deixar meu pintinho escapulindo pela lateral do shorts para ver a reação das meninas ao verem. Ficava num tesão danado quando percebia que elas estavam me olhando, e ainda mais quando davam risadinhas e cochichavam nos ouvidos umas das outras.

Uma de minhas primas, então mais ou menos com uns 10 anos, vivia grudada em mim. Bem molecota. Certamente já havia visto meu pinto algumas vezes, mas sempre daquele modo dissimulado, como que sem querer. Talvez fosse isso que lhe atraía e fazia com que estivesse sempre por perto.

Um belo dia, só eu e ela no pomar comendo umas mixiricas, quis fazer xixi.

_Vou fazer xixi (eu disse)

E sem nunhuma cerimônia, apenas virei para o outro lado, coloquei o pinto pra fora e comecei a mijar. A menina logo estava se esticando, com os olhos arregalados, buscando enxergar como aquilo funcionava. E cada vez que esticava o pescoço eu me virava para o outro lado. Mesmo assim ela vinha atrás, super curiosa. Claro, num segundo meu pintinho já estava um pinto duro né?! Mas, como se fosse a coisa mais natural do mundo mijar na frente de sua prima mais nova, parei de tentar esconder, terminei o xixi, dei aquela chacoalhada um pouco mais demorada que o habitual e guardei de volta.

A menina então, numa reação totalmente inesperada pra mim, saiu correndo gritando:

_ Eu vi o pinto do Luizinho! Eu vi o pinto do Luizinho!!!

Não sabia onde enfiava minha cara! Ainda pude ouvir uma das outras meninas perguntar se era grande. (rsrsrs) E isso já era motivo para me deixar ainda mais excitado, mas minha preocupação era apenas daquilo não chegar aos ouvidos do meu tio. Como aquelas brincadeiras aconteciam apenas quando a criançada estava livre, enquanto os adultos estavam para a cidade, ficou apenas por alí mesmo. (graças!)

No dia seguinte a situação se repetiu. Novamente só nós dois no pomar, novamente vontade de fazer xixi.

_ Vou fazer xixi, mas vou pra lá porque senão você sai fazendo o maior escândalo. (eu disse)

_ Ah não! Não precisa! Pode fazer aqui mesmo!

_ Não vai sair gritando por aí ou contar que viu meu pinto?

_ Não! Prometo. 

_ Tá bom. Mas então agora é nosso segredo einh?!

Como tínhamos combinado segredo, dessa vez desci o shorts até os joelhos pra ela ver melhor. Praticamente pelado, já que eu já estava sem camisa. Minha priminha, completamente hipnotizada em mim.

_ Quer me ajudar? Pode segurar e mirar o xixi onde quiser.

Nem dei tempo dela responder. Permanecia hipnotizada. Peguei sua mão e coloquei no meu pinto, que já estava durinho. E ela apertava com força!

_ Nossa! Assim não vai sair xixi nenhum! Pode só segurar de levinho. (eu disse)

E ela balançava meu pinto duro, e com uma risadinha nervosa me perguntou:

_ Nossa! Ele tá grande! E tá duro!!!! Cadê o xixi?

_ Calma! Já vem. Ele nunca fez xixi com outra pessoa segurando. Deve estar tímido... (respondi)

_ Tá bom.

E sossegou um pouco as mãos, aproximou o rosto pra ver melhor de onde sairía aquele xixi, e aguardou. Precisei me concentrar para liberar, tamanho era o tesão que eu sentia. Mas começou a sair. Primeiro um pouquinho, depois um jato mais forte. Minha priminha estava numa excitação que não dava pra esconder. Ria com os olhos arregalados naquele acontecimento. E direcionava a mijada para o alto, depois fazia desenhos aleatórios no chão. Até que acabou. Instintivamente ela mesma deu uma sacolejadinha pra última gotinha cair, mas logo eu já avisei e ensinei a fazer certinho.

_ Olha aqui. Tem um caninho desde aqui debaixo até a cabecinha, por onde passa o xixi. Tem que apertar do começo até a cabecinha pra sair todo o xixi dele.

Atentamente ela aprendia e fazia como eu havia descrito. E se empolgou ao ver saírem mais umas gotinhas.

_Acabou?

_Sim

_ E essa pelinha aqui embaixo? (passava a mão, balançando as bolinhas)

_ Aí é o meu saquinho. Onde tem duas bolinhas. Cuidado que são sensíveis. Se apertar, dói!

_ Que engraçado! (analisava com atenção cada detalhezinho da minha anatomia juvenil pré adolescente)

_E ele vai ficar assim duro pra sempre? (Falava ao mesmo tempo que manuseava e dava umas balançadinhas).

_Sim. Pelomenos até um pouco depois de eu guardar ele.

_ Então ele vai ficar molinho?

_ Vai.

_Queria ver ele molinho... Porque ele tá assim, grande e duro?

_As vezes ele fica assim mesmo. Quer ver? Ele pula! (E fiz ele ficar pulando pra cima e pra baixo, sem por as mãos. Ela dava risada!)

E continuava perguntando tudo. Toda curiosa.

_ Nossa! Como ele pula assim!?

_ Eu prendo e solto o xixi. Não tem xixi agora, mas quando eu seguro, ele pula. Olha! (e fiz mais um pouco daquele movimento que parecia divertir minha prima)

_ Ele é bonitinho! E essa cabecinha dele? Fica sempre pra fora? (perguntou puxando a pele, cobrindo a cabecinha. Mas devido à ereção, ela voltava mostrando a cabeçona inchada de novo)

_Não, nem sempre. Quando ele diminui e fica mole, ela também esconde nessa pelinha.

_ Ah! Queria ver!

_ Então vou ter que guardar e esperar um pouco até ele amolecer.

_ Então guarda. Quando ele tiver molinho, me fala.

_Tá. Te aviso.

E continuamos por alí enquanto pegávamos mais umas mixiricas. Mas ela continuou curiosa.

_Deve ser bom ter pinto. Não precisa agachar pra fazer xixi... Já amoleceu?

_Calma! Não deu tempo ainda!

_Deixa eu ver!

E coloquei novamente pra fora.

_Viu? Tá duro ainda! 

_É... Demora a amolecer?

_Não sei... Esse negócio de você pegar nele pra ele fazer xixi... Ele gostou. Ficou assanhado. Kkkkk Ele fica assim, duro, quando eu fico com tesão. (disse esse termo por já ter ouvido de meus primos mais velhos em nossas seções de masturbação juntos)

_Tesão?!  O que é isso?

_Ah! É o que a gente sente quando tá gostando de alguma coisa. Quando eu fico com tesão meu pinto fica duro.

_Você gostou deu pegar nele?

_ Sim! Por isso ele cresceu.

_Hum... Entendi.

Deu uma pausa nas perguntas e continuou:

_Agora eu também tô querendo fazer xixi.

_Ué, pode fazer!

_Então olha pra lá!

_Porque olha pra lá?! Você me viu, pegou, até ajudou no meu xixi. Deixa eu ver você também!

_Tá bom! Mas então vamos mais pra lá, mais escondido.

Rumamos para a parte alta do pomar. Ela se encostou na beira da mata, no fim do terreno roçado, levantou o vestidinho e abaixou a calcinha até os joelhos. Era a primeira vez que eu via uma menina daquele jeito. Livre, nua, peladinha. Nem agachou pra fazer o xixi. Ficou de pé me olhando olhar pra ela e inclinando a cintura pra frente pra deixar a xoxotinha ainda mais em evidência. Tava se mostrando pra mim em retribuição. 

_Que bonitinha! (e ela sorriu) Posso passar a mão?

_Pode!

Cheguei pertinho e percebi uma penugem bem ralinha, prenunciando seus futuros pelos pubianos, a rachinha semi aberta revelando um pedacinho de seu clitóris e seus lábios internos. Naquela época nem imaginava, mas certamente ela tava inchada de tesão também. Com carinho, primeiro alisei por fora, as laterais, depois puxei os grandes lábios, afastando pra tentar revelar mais o que tinha alí dentro. Ela abriu mais as pernas e inclinou o quadril ainda mais pra frente para melhorar a minha visão. Eu tentava afastar os grandes lábios para as laterais, para observar o que havia alí escondido. Nesse momento, ela mesma fez isso, segurando a xoxotinha bem aberta. Assim, fiquei com as mãos livres para explorar mais pra dentro.

_ Posso por a mão aqui dentro também? (perguntei, também super excitado e curioso)

_ Pode, mas com cuidadinho que aí machuca.

Sua xoxotinha pré adolescente, toda rosada, estava alí toda aberta para a minha curiosidade. E bem de levinho, coloquei o dedo indicador em seus lábios. Com bastante cuidado fui tentando afasta-los também. Estava curioso pra saber de onde vinha o xixi nas meninas. E perguntei. Ela se inclinou apontando seu buraquinho mais pra baixo.

_ Sai daqui, ó. (apontava)

E eu, com uma das mãos segurando seus lábios bem abertos, pude ver aquele buraquinho. E pude notar que tinha uma gosminha transparente em tudo alí.

_ Posso passar o dedo? (novamente lhe pedi)

Ela apenas concordou com a cabeça. Fui com o meu indicador. Era uma gosminha que deixava tudo super lisinho. Meu dedo escorregava livremente. E Carla estava tão arreganhada que pude notar seu buraquinho abrindo e fechando.

_ Olha! Teu buraquinho tá mexendo! Faz de novo!

E ela piscava seu esfíncter vaginal, e eu espalhava aquela gosminha por todo lado. Agora toda aquela xoxotinha estava bem lisinha e meu dedo deslizava livre.

_ Ai, Luiz! Acho que agora eu é que estou com esse tesão que você falou.

_ Tá gostoso isso?

_ Tá muito!

_ Ela tá soltando essa gosminha. E o xixi?

_ Não sei... Parece que também tá tímida com você aí fazendo esse carinho.

_ Quer que eu pare?

_ Não sei...

E diante de sua indecisão, permaneci explorando sua xoxotinha em flor. Passava já dois dedos juntos. Levava ao seu buraquinho para espalhar cada vez mais aquele caldinho em volta toda naqueles lábios rosados. E era perfumada! Um cheiro forte, mas que me atraía de maneira inexplicável. Espalhava tudo e levava os dedos em meu nariz para sentir aquele cheirinho gostoso. Em certo momento, me detive num carocinho bem no meio, pra cima daquele buraquinho. Cada vez que meus dedos passavam alí, Carlinha dava uma gemidinha. 

_ É bom passar aqui? (olhava em seu rosto enquanto levava meus dedos de um lado pro outro naquele carocinho)

_ Sim!!! Continua!

E continuei mesmo até que derrepente, ela se mexeu pra trás, como se eu tivesse lhe machucado.

_ Que foi!? (perguntei assustado)

_ Não sei... Senti uma cosquinha estranha. Não sei explicar. Mas foi bom!

_ Então deixa eu fazer de novo!

E ela voltou com o corpo pra frente, segurando a xoxotinha aberta para que eu continuasse. Sem nos darmos conta, masturbava minha prima pela primeira vez em sua vida. Tudo era novidade para mim e para ela. Voltei com os dedos sobre aquele carocinho, seu clitóris já plenamente estimulado. E comecei a inovar naquela massagem, me detendo só alí, já que era alí que Carlinha estava mais gostando. Primeiro passava os dedos de um lado para o outro, depois pinçava, puxando ele pra fora, depois, ainda com os dedos indicador e polegar em pinça, esfregava de cima à baixo aquele pedacinho sensível. Sempre voltando no buraquinho pra molhar mais os dedos e espalhar onde precisava. Carlinha gemia já continuamente até que novamente tirou o corpo num movimento rápido, agachando em seguida.

_Agora vem esse xixi? (perguntei inocentemente)

Ela nem respondia. Apenas gemia e se contraía. Cheguei a me assustar com aquilo. Mas depois de alguns segundos, ela foi se acalmando.

_ Tá tudo bem! (perguntei olhando em seus olhos)

_ Sim! Senti uma coisa gostosa, forte! Será que é esse tal de tesão!? 

_ Não sei... Será que você gozou!? (perguntei meio incrédulo)

_ Gozei!? O que é isso? 

_ Eu quando gozo, também sinto uma coisa forte, gostosa. Vem de dentro da gente. Quando eu mexo bastante no meu pinto eu gozo. Será que foi isso?

_ Deve ter sido. (disse ela) Foi bom! Parecia que eu ía fazer xixi na tua mão, mas não era xixi.

_ Acho que você gozou mesmo! (eu disse) Mas se foi bom, tudo bem né!? E teu xixi?

_ Perdi a vontade quando você começou a passar a mão, mas agora voltou.

_ Então faz logo!

Ela se agachou e lentamente pude ver o xixi começando a escorrer lá de dentro, entre aqueles lábios carnudinhos. Foi outra imagem que levarei por muitas e muitas vidas. Quando terminou, deu uma sacolejadinha e levantou.

_ Nosso segredo, einh!? (ela mesma cobrou)

_Sim! Claro! Mas se você queria ver meu pinto mole, vai ter que esperar mais. Fiquei com mais tesão ainda depois disso. E ele tá enooooorme!

_Deixa eu ver!

Abaixei o meu shortinho até os pés. 
Ficamos os dois frente à frente, cada um olhando o sexo do outro. Não demorou nada e ela me segurou. Fiz o mesmo e encaixei a mão naquela xoxotinha ainda molhada de xixi e gosminha lisa. Ela se contorceu.

_Ai, que gostoso! Também tô sentindo tesão. (disse ela)

E apertou meu pau ainda mais. Eu sentia seus lábios entre meus dedos e ficamos assim, num momento que parecia eterno.

_ Acho que quero fazer mais xixi. (disse Carlinha)

Se agachou mas não saiu nada. Ainda devia ser reflexo daquela gozadinha que havia dado minutos antes. Novamente se levantou e eu brinquei:

_Oi senhorita! Eu sou o pinto do Luizinho. Tudo bem?

E ela deu risada!

_Seu bobo!

_Vem cá! Cumprimenta direito! Tem que dar beijinho!

E levei meu pinti duro até aquela xoxotinha linda. Ela facilitou inclinando a cintura pra frente. Era o primeiro contato do meu pinto no sexo de uma menina. Encostei rapidinho na primeira vez, como num selinho. Depois outra vez, e outra mais demorada... Sem nos darmos conta, novamente estávamos em plena atividade sexual. Eu passava a cabeçona do meu pinto de cima à baixo e de baixo até em cima. E ela segurava com as mãos as laterais da xoxotinha bem abertas. E quanto mais eu passava, mais sentia ela lubrificando meu pinto com seus fluídos, e mais tesão eu ía ficando.

_Tá gostoso, né!? (perguntei)

_Sim, muito!

_ Que tesão!

E a carícia foi ficando mais intensa..... 
Eu sentia que podia gozar e falei:

_ Agora eu que tô querendo gozar!

_Eu também tô sentindo de novo! Continua!

A essas horas, já estávamos grudados nos esfregando freneticamente. Uma de minhas mãos segurando meu pau pra forçar contra aquela rachinha e a outra apertando aquela bundinha durinha contra o meu corpo. Ela dava umas gemidinhas deliciosas!

_Ai que gostoso que tá Luizinho! Continua!!!

Em instantes, percebi minha prima novamente de contraindo e gemendo alto. Novamente atingia o orgasmo. Dessa vez, tendo a cabecinha do meu pinto como estimulante. E ela permaneceu grudadinha em mim o quanto pôde, até não aguentar mais e afastar o seu corpo. Eu, devido à excitação, continuei os movimentos me masturbando em frente dela até explodir numa gozada fortíssima, atentamente acompanhada pelos olhares de Carla. Quando terminei e abri os olhos, ela me olhava. Parecia um pouco assustada com o que vira e apenas me perguntou:

_ Gozou também?

_ Sim, muito!!!

_ Engraçado esse jeito que você fez. Pensei que ía se machucar.

_ Não! É assim que os meninos fazem quando querem gozar. (explicava como funcionava outro segredo sexual)

_Mas a gente se esfregou! E se eu engravidar?

_Ah não! Só mulheres adultas têm nenem. Relaxa!

_Tá. Mas então acho melhor a gente voltar. Já devem estar procurando a gente.

Vestimos as roupas e ela me abraçou, como um agradecimento e me falou:

_Gosto muito de você. Você é meu primo favorito!

_Também gosto de você, Carlinha! Mas agora, segredo einh?! Outra hora te mostro ele molinho.

Mas essa já é outra história!

Meu Pai, Meu Professor - Parte 1

Me chamo Lia. Sou uma mulher bem formada, tenho uma família linda, dois filhos que amo, um marido atencioso, e sou realizada profissionalmen...