segunda-feira, 16 de março de 2020

Iniciação com a Priminha (parte 3)

Essa é uma história baseada em fatos reais, ocorrida quando eu tinha 12 anos de idade. É a continuação daquelas férias na fazenda, cheia de descobrimentos sexuais com minha prima dois anos e meio mais nova.

Recomendo a leitura de "Iniciação com a Priminha (1) e (2)".

Seguindo:

E as férias foram passando. Eu e minha prima super íntimos, mas sempre buscando manter as aparências. Apenas quando estávamos sozinhos, rolava umas mãos bobas e tal... Haviam outras crianças. Meus primos, os primos e primas de meus primos, amigos e amigas. Deviamos ser umas 10 ou 12 crianças de várias idades. E eu, sempre que podia, quando estava somente entre as meninas, me insinuava de várias maneiras. Desde um pinto duro dentro do shorts sem cueca, até aquela escapadinha distraída pela lateral do shortinho. Sempre conquistava os olhares das meninas e aquilo sempre me deixava com muito tesão. Pouco tempo depois daquela primeira brincadeira com minha prima, Carlinha, ainda naquela mesma semana, ela veio me contar:

_ Sabe a Jaqueline, minha prima?
(era prima da minha prima, mesma idade) Pois é... A gente tava conversando ontem à noite no quarto antes de dormir, e ela disse que viu teu pinto quando vcs tavam nadando no lago.

_ Disse!? Mas e você? O que você disse?

_ Falei que também já tinha visto, mas...

_ Mas o que?

_ Acabei contando daquele dia que te vi fazendo xixi.

_ Contou?!?! Você prometeu que era nosso segredo!

_ Calma! Tá tudo bem! A gente ficou conversando... Contei, mas não contei a história toda né?!

_ E o que você contou?

_ Ah! Ela disse que viu teu pinto escapulindo pela lateral do shorts, e eu disse que também já tinha visto. Que você não usava cueca, aí ele escapava mesmo. Eu fui ficando com tesão de falar do teu pinto...

_ Foi é!

_ Sim! Até comecei a me tocar como você fez. Fiquei toda melada, igualzinho.

_ Você se tocou na frente da Jaque?

_ Debaixo do lençol.

_ Mas e aí!?

_ Então... Disse que também já tinha visto, mas que também tinha visto você fazendo xixi. Ela até já sabia por conta de eu ter saido gritando aquele dia. A Cris já tinha falado pra ela. (a Cris era uma amiga delas. Foi quem ouviu a Carlinha gritando e perguntou se meu pinto era grande)

Eu já estava ficando famoso entre as meninas lá na fazenda.

_ Ela quis saber como foi e eu contei.

_ Mas o que você contou!?

_ Ah! Contei que você foi fazer xixi e nem escondeu. Deixou eu assistir. Aí o assunto foi dando tesão... 

_ Mas o que mais você falou?

_ Falei que tinha visto de pertinho. Falei que teu pinto tava grande mesmo. E que achei engraçado quando você chacoalhou quando terminou.

_ E vocês ficaram com tesão?

_ Sim! Muito! A gente ficou brincando com as nossas xoxotas debaixo do lençol.

_Sério?! E como foi?

_ Ah! Eu falei que minha xoxota tava melada de lembrar desse assunto, e perguntei se a dela também tava.

_ E ela?

_ Também tava! Kkkkk 

_ Também tava melada!?

_ Sim! Aí nós ficamos brincando com elas. Foi indo eu consegui gozar sozinha!

_Jura?! E a Jaque?

_A Jaque eu não sei, mas ficou louca pra ver teu pinto também.

_Ai ai ai!!! Será?

_Ah, acho que num dá nada não. Pensei em chamar ela pra comer mixirica junto. Aí, é só você fazer um xixi bem demorado pra ela também. (disse Carlinha já com tudo planejado)

E eu, só de imaginar que eu já tava fazendo sucesso entre as meninas, já me deu uma palpitação. E imaginar as duas me desejando já me enchia de tesão.

_ Então tá. Já tô mesmo meio apertado. Chama ela pra gente comer mixirica. Mas não dá bandeira! Só a Jaque pode ir!

E lá foi Carlinha, toda assanhada, chamar a prima. Eu já fui caminhando sozinho para o pomar, indo até a mixiriqueira mais distante e colhendo uma pra comer displiscentemente. Logo apareceram as duas. Carlinha fingindo não haver planejado nada. Era um encontro casual no pomar.

_ Oi meninas! Mixirica? (ofereci a que levava na mão)

Jaque também era uma linda menina. Cabelos negros e compridos. Assim como Carla, vestia apenas um vestidinho de alça, na altura dos joelhos. Esperei uns minutos, e sem falar nada, apenas dando dois passos para o lado, tirei o pinto já duro pra fora e iniciei uma bela mijada. Vi o momento que Carla cutuca Jaque, chamando a sua atenção para o que eu fazia. E as duas permaneceram em silêncio, só observando meu xixi saindo da pontinha do meu pau. Dei uma rápida olhada com um sorriso meio safado para as duas, e voltei a me concentrar naquela longa mijada. Quando, enfim, terminou o xixi, disse:

_ E aí, nunca viram um menino mijando não!?

_ Eu já! (disse Carlinha, se acabando na risada enquanto eu permanecia com o pinto de fora, ainda pingando as últimas gotinhas, e Jaque hipnotizada no que via)

_ É. Pra você já não é novidade mesmo. Quer me ajudar a chacoalhar? (perguntei ousando um passo a mais naquela brincadeira) Vem cá!

E peguei Carla pela mão, colocando em meu pinto duro, apontando para o céu. Abaixei o shortinho até o meio da bunda e repeti as instruções.

_ Pra sair todo o xixi, não basta só chacoalhar. Tem que espremer desde aqui debaixo até a pontinha. (disse enquanto indicava, inclinando a cintura para frente para mostrar bem onde era pra apertar)

E Carla fez direitinho! Enquanto Jaque acompanhava, boca aberta, sua prima extrair as últimas gotinhas que pingavam daquela cabeçona inchada e brilhante.

_ Carlinha, sua louca!!!

_ Que foi!? Esse pinto do Luiz já não é novidade pra mim.

_ Como assim!?

_ Ué. Não te disse que já tinha visto ele fazer xixi?

_ Sim, disse, mas daí a pegar e chacoalhar!? Kkkkkkk

E deu risada, quebrando aquele clima. Afinal, ainda não sabíamos qual seria a sua reação. Enquanto isso, eu permanecia alí, shortinho arriado e pinto apontando para o céu.

_ Ah, Jaque! E quem foi que disse ontem a noite no quarto que tinha vontade de pegar no pinto do Luiz?

_ Carlinha!!!! (exclamou Jaque, toda envergonhada da prima revelar suas conversas secretas)

_ E vocês ficam falando do meu pinto, é!? (perguntei, fingindo surpresa)

_ Ah, é que um dia desses, ou melhor, toda hora a gente vê ele escapulindo desse shortinho. A Cris já tinha me falado que a Carla tinha te visto mijando... 

_ Gente! Não tem mistério nenhum! É só o meu pinto! Todo mundo tem pinto e xoxota, vocês não têm!? Pronto! Tá aqui meu pinto! Quer aproveitar e pegar também? Ver como é? Chega aqui pertinho!

E desci um pouco mais o shortinho, já me virando pra Jaque, que começava parecer se excitar com aquilo. E Jaque se aproximando, diz:

_ Sim, todo mundo nasce com pinto e xoxota, mas até hoje eu só tinha visto pintinho de bebezinho! E o teu escapulindo no shortinho!

E as duas caíram na risada.

_ Então... Não tem segredo nenhum.

E continuei alí me exibindo pra elas. Segurava meu pau durinho como que exibindo uma mercadoria, mostrando o máximo de detalhes. E Jaqueline não perdia um detalhe!

_Vem, segura ele! (insisti)

_Vai Jaque! É divertido! (disse a Carla, já toda assanhada)

E com uma risadinha nervosa, a menina segurou meu pau durinho. E apertou!

_ Que duro! Dói?

_ Não. É gostoso!

_ É gostoso apertar?

_ Sim, muito!

E foi mexendo nele, puxando pra trás, depois tentando cobrir a cabecinha... Igualzinho Carla havia feito dias atrás. Tudo isso com o olhar atento da prima.

_ Dá vontade de morder, né Jaque? (perguntou Carla)

E Jaque apenas continuou examinando aquela novidade, aproximando mais seu rosto e levantando meu pau pra ver meu saquinho. Passou a mão nele...

_ Que fofinho! É aqui que não pode levar bolada?

_ Sim. As bolinhas são muito sensíveis. Mas o pinto mesmo, pode apertar a vontade. Peraí! Vou deitar alí no canto. Assim a gente fica mais escondidinho.

Tirei o shorts e fiquei completamente pelado, objeto de desejo daquelas duas meninas.

_ Olha Jaque! Deixa eu te mostrar uma coisa. (disse Carla, já assumindo meu lado direito, enquanto Jaque ficou à esquerda).

E começou a me masturbar pra sua prima ver.

_ Carlinha!!! O que você tá fazendo!? Não dói Luiz?

_ Lembra ontem no quarto quando a gente ficou brincando? Lembra quando eu gozei? Os meninos gozam fazendo assim.

_ Jura!?

_Você também gozou ontem Jaque? (perguntei enquanto Carla não parava de me masturbar)

_ Acho que não...

_ É. Ela não foi até o final. (retrucou Carla)

_ Não, mas senti o tesão!

_ E vocês tão com tesão agora? (perguntei)

Carla logo já respondeu que sim. Já tava bem à vontade. Tirava a calcinha e se sentava sobre a minha camiseta.

_ Carlinha! Cê é louca!? (exclamou Jaque ao ver a prima tirando a calcinha na minha frente)

_ Ai, Jaque! Se o Luiz tá aí todo pelado pra gente, qual o problema deu tirar a calcinha?

E não parava de masturbar aquele seu novo brinquedo, mas agora, exibindo sua preciosa flor rosada já toda aberta pra mim.

_ Vem Jaque! Experimenta aqui! (disse Carla incentivando a prima)

_ É só fazer assim? Pra cima e pra baixo?

_ Isso! Mas com carinho. Não precisa apertar muito. (ensinava Carla, já toda experiente)

E Carla permaneceu sentada ao lado enquanto Jaque, toda empolgada, dava suas primeiras movimentadas no meu pinto duro. E enquanto Jaque seguia compenetrada masturbando um pinto pela primeira vez, Carla também se masturbava deliciosamente com as pernas abertas em minha direção.

_Demora muito? (perguntou Jaque)

_ Depende... (respondi)

_ Depende do que?

_ Ah, na verdade eu quero que demore...

_ Espera aí Jaque! Deixa eu dar um beijinho nele. (disse Carla)

_ Carla!!!

_ Que foi?!?! Olha que gostosinho! Não da vontade de morder?

E já foi logo abocanhando a cabecinha dele enquanto Jaque observava surpresa, mas animada.

_ Porque tá assustada? Ontem lá no quarto você disse que também tinha vontade. Vem! Experimenta! (e ofereceu meu pau pra prima) Dá só um beijinho. Aposto que não vai querer largar!

E Jaque, numa mistura de sentimentos, segurou meu pau e deu um selinho bem na ponta da cabecinha.

_ Viu?! Não é nada de mais. (disse Carla que continuava sua deliciosa masturbação)

E eu observava aquela bucetinha úmida, observava Jaque que perdia o acanhamento cada vez mais, enquanto se familiarizava com meu pau e a situação. E começava a fazer como Carla havia feito minutos antes, abocanhando com gosto, com tesão aquele pintinho duro de 12 anos. E chupava, e me masturbava, intercalando. Quando vi, ela também já tocava sua bucetinha por cima da calcinha.

_Isso Jaque! (disse Carla quando percebeu a prima se tocando também) deixa esse tesão! Tira a calcinha também!

Aquilo tava ficando bom demais! Estava prestes a ver a bucetinha de outra menina linda. Jaque nem ficou em dúvida é já tirou logo aquele paninho que cobria a sua lindeza. E abriu as pernas pra me mostrar! Como quem diz: olha! Olha e goza pra mim! Mostrava a xoxotinha tão rosada e aberta quanto a de Carla. Também abriu bem as pernas pra mim e intensificou os movimentos no meu pau. Agora eu tinha duas lindas flores para admirar enquanto alisava suas pernas com as minhas mãos. Carla, tesuda e concentrada na situação, falou alto:

_Ah.... Eu vou gozar!!!!

E começou a se contorcer deliciosamente enquanto nós dois a olhávamos. Aquela gozada bastou para que viesse pra mim também.

_ Não para, Jaque! Eu também vou gozar!!!! Vai! Vou gozar pra você!

E Jaque, continuou compenetrada nos movimentos até que não aguentei mais e soltei um grito de prazer enquanto meu corpo sofria espasmos pelo fluxo de energia que circulava. Chegou à um ponto em que tive que colocar a mão pra que ela parasse. Carla continuava num gozo contínuo que parecia não ter fim. Ficamos os dois olhando pra ela e ela não parava! Parecia não ter fim o gozo daquela menina.

E sem dizer nada, aproveitando a bucetinha da Jaque bem pertinho, me aproximei mais e encaixei minha boca num beijo intenso. Ela gemeu e agarrou meu pau novamente. E tal como já havia feito com Carla dias atrás, comecei a chupar Jaque com todo o meu tesão. E Jaque não perdeu tempo e se colocou ajoelhada, pernas abertas por sobre a minha cabeça, xoxota perfeitamente encaixada em minha boca, esticada sobre o meu corpo para continuar se aproveitando do meu pau. Com a boca, pude perceber bem a diferença na anatomia das duas meninas, mas em segundos já estava no ponto certo. Aquele carocinho que tempos depois descobri ser o clitóris. E em meio aos gemidos contidos de Carla, naquele gozo contínuo, Jaque logo também chegou lá e explodiu em seu primeiro orgasmo de verdade. Em minha boca!

E se contorcia, mexia o quadril se esfregando na minha cara. Naquela posição, eu tentava enfiar a língua naquele buraquinho que havia descoberto, soltava aquele melzinho delicioso. E eu podia sentir sua bucetinha se contraindo várias vezes. Fazia até uns barulhinhos. E durante aquele gozo, além de segurar meu pau com força, também mordia com força! E doía! Mas não queria atrapalhar o momento e aguentei firme até onde pude. Foi quando parei a sucção em seu clitóris e as coisas foram se acalmando que percebi que Carla também compartilhava meu pinto com a prima.

A bucetinha de Jaque até escorria em minha cara mas continuei com beijinhos leves. As duas estavam bem dispostas à me fazer gozar de novo e isso não demorou muito. Chupavam e manuseavam se revesando, mas sem perderem o ritmo, até que, novamente, explodi num gozo inesquecível. 
Jaque saiu de cima de mim e pude ver as duas beijando carinhosamente a cabeçona inchada daquele meu pinto juvenil. Me olharam e vieram me abraçar, como que em agradecimento pelas sensações. Ainda ficamos mais um tempo rindo, extasiados.

_ Acho que agora você gozou einh Jaque?!

_ Sim! Muito!!! Foi uma delícia!

_ Quando vocês forem brincar de novo no quarto, lembra de agora e goza! Não precisa medo nem vergonha né?!

_ Sim!

Nos vestimos e descemos em direção à casa. Já era quase hora do almoço.

Iniciação com a Priminha (parte 2)

Depois de toda aquela descoberta do xixi com minha prima mais nova (leia a primeira parte deste conto), as férias na fazenda ficaram muito mais divertidas.

Minha prima, que já era grudada em mim, ficou ainda mais próxima. Eu tinha medo de alguém perceber qualquer coisa e as vezes até dava umas despistadas dela. Mas aquele sexo que praticamos escondidos no alto do pomar, não me saía da cabeça. Fiquei verdadeiramente fissurado e só pensava em fazer mais.

Naquele mesmo dia, à tarde, conforme havia prometido, chamei ela num canto para que ela pudesse ver como ficava o meu pinto molinho. Não tinha ninguém na casa e nos trancamos no banheiro de fora, pouco usado e mais seguro. Adrenalina à mil! Rapidinho abaixei o shorts.

_Ah, que belezinha!!! (e já foi logo segurando) Molinho!

E apertava, e balançava.

_É, mas já vai crescer de novo. Vai vendo!

E meu pintinho foi crescendo rápido naquelas mãozinhas.

_ Nossa!!! Parece que tá vivo?! Você já tá com tesão de novo?!?!

_ Sim né?! Não posso evitar.

_ É. Acho que gosto mais dele assim grande. Fica forte! (e continuava a saculejar ele nas mãos).

Sentou na tampa da privada e ficou com o rosto bem pertinho pra ver todos os detalhes. E foi explorando. Puxou a pele pra cima da cabeçona, depois puxou pra trás, passou o dedinho na cabecinha lisinha...

_Que fofinho! A cabecinha dele é tão lisinha... Dá vontade de morder!

_Pode beijar... (eu disse)

_Pode?!

Assim, primeiro passou a cabecinha pelas bochechas...  fez mais uns carinhos como se fosse um filhotinho de gato, colocando o rosto encostadinho. Depois começou a dar beijinhos em todo lugar. Fazia carinho no saquinho... Aquilo era surreal!!! Mas eu tava aflito. Adrenalina. Morria de medo de alguém nos descobrir.

_ Carlinha, isso tá muito gostoso, mas tô com medo de alguém aparecer e pegar nós dois aqui dentro desse banheiro. Vamos fazer assim: vou pegar minha toalha que é bem grandona e a gente se encontra lá no pomar de novo. Vou sair primeiro, você dá um tempo aqui no banheirinho e depois vai lá direto.

Meu coração batia acelerado! Tava tudo acontecendo muito rápido! Sem que ninguém me visse, peguei a toalha e rumei para o lugar combinado. Dalí há pouco, veio ela. De fato, era um lugar muito mais seguro. Mesmo que aparecesse alguém, veríamos com antecedência e dificilmente seríamos vistos ou pegos de surpresa, já que a vegetação se formava estrategicamente, escondendo a gente de verdade.

Ela chegando, nem trocamos palavras. Já fomos arrancando as poucas roupas que nos cobriam e nos deitamos sobre a toalha estendida. Ela, muito carinhosa, parecia já ter muita experiência e foi me acariciando o corpo todo, mas sem demorar, já estava no local de sua curiosidade. Eu também, já acariciando levemente aquela xoxotinha naturalmente depilada, de pele macia de menina.

_Quero beijar ele de novo.

E se levantou mudando de posição pra ficar com o rosto próximo ao meu pintinho duro. Naturalmente, deixou a xoxotinha bem na minha cara, me convidando à beija-la também. E assim foi. Meu primeiro "69"!

Logo seus beijos ficaram mais envolventes e seus lábios começaram a cobrir toda a cabeça do meu pinto. A sensação era maravilhosa!  Aquela boquinha linda, molhadinha, desejando meu pinto daquele jeito... E eu fazia o meu papel, explorando mais uma vez cada dobrinha daquela xoxotinha rosada com meus olhos, mas dessa vez, também com minha língua. Percebia mesmo aquele carocinho muito mais sensível, onde ela gemia mais forte, e permanecia mais alí. Seus movimentos de quadril logi se intensificavam, num claro sinal de que eu estava fazendo a coisa certa.

Inesquecível era aquele sabor, aquele cheiro que ficou em meu nariz por alguns dias depois. E quanto mais ela se excitava, mais ficava violenta lá embaixo no meu pau. Mesmo assim fui deixando. Aquilo tava bom demais! Queria fazer ela gozar na minha boca, e parecia que estava muito próximo disso. Eu precisava segurar sua bundinha com as duas mãos pra manter aquela xoxotinha delícia na minha boca e não perder aquele carocinho que a deixava louca quando eu passava a língua.

_Ahhhh Luizinho!!! (gritou pouco antes de começar a gozar intensamente)

E eu alí, segurando como se fosse uma potranca à ser domada. Durante o seu gozo, ela se agarrou ao meu pau com força e começou a gritar de prazer. Seus gritos me alertaram. Alguém poderia ouvir! Decidi interromper meus beijos até ela se acalmar. Ficamos naquela posição mais alguns minutos. Ela deitada com a cabeça sobre a minha virilha, ainda segurando o meu pinto duro. Eu, na mesma posição, dando beijinhos em sua xoxotinha completamente inchada e melada.

_Gozou na minha boca!(exclamei)

_Sim!!! Muito mais do que hoje cedo! O que você fez aí?

_Eu fui te beijando e comecei a passar a língua e chupar esse teu carocinho aqui. (e dei uma chupadinha rápida lá) O mesmo lugar que passei os dedos hoje cedo. Como vi que alí você parecia gostar mais, só permanecí.

_Nossa!!! Foi muito bom! É isso que você sente quando mexe no teu pinto também?

_Não sei... Quando eu bato, chega uma hora que me sobe uma coisa. A gente treme... Mas é rápido. Vem e passa rápido. Em você parece ficar, e ficar...

_ Você bate?! Bate nele?

_Não! Bate punheta. É como os meninos falam quando mexem no pinto pra gozar também.

_ Igual você fez hoje cedo?

_ Sim!

E comecei a bater uma punhetinha pra ela ver de novo. Devagarzinho.

_Quer tentar? Vamos ver se você me faz gozar também. (disse, oferecendo meu pinto pra ela manusear)

E ela segurou com firmeza.

_ Não precisa de força. É só o jeitinho. Vai fazendo assim, pra cima e pra baixo. Cobre e descobre a cabecinha.

_Ai, que divertido! (exclamou assanhada)

E ela continuava. Compenetrada.

_Assim tá bom?

Eu só afirmei com a cabeça, e continuou. Meu tesão tava tão grande que logo comecei a me contorcer, me esticar...

_Ahhhhh que delícia!!!! Tô gozannndoooo!!!

Precisei pedir pra ela parar de tanto que foi forte. Claro, com 12 anos eu ainda não ejaculava, então não houve surpresa. (rerere). Talvez por isso, meu pau também não amolecia e continuou duro. E ela continuou alí, como se ele fosse um brinquedo novo.

_Ai que vontade de morder!!! (de novo ela falou que queria morder)

_Então morde!  Morde de ladinho, como um osso.

E com a carinha mais safada, deu uma mordidinha de leve.

_Pode morder com mais força! (eu disse)

_Jura?! Não vai machucar?

_Eu te aviso quando doer.

E mordeu com vontade! E se deitou, e começamos tudo novamente. 
Pedi pra que ela não gritasse, que gemesse baixinho, e aí sim, ela gozou muuuuito! Só parei quando ela fez um xixi na minha cara. Sim! Foi o que pensei naquela hora. (hoje eu sei. Era ejaculação feminina) Esguichou bastante! Quando se recuperou, ficou toda sem graça.

_ Fez xixi na minha cara!? (exclamei, perguntando assustado, mas não bravo)

_ Você me fez gozar muito! Não sei o que aconteceu. Saiu sem querer!

_ Não parece xixi. Não tem cheiro de xixi... E é meladinho! (eu disse, passando a mão em meu rosto lambuzado)

Ela se virou, me enxugou com a toalha e se sentou por cima de mim. Encaixando a bucetinha no meu pinto. Sem penetração. Só alí, descansando e sentindo meu pinto latejando. E no silêncio ouvimos alguém chamando ao longe. Era o fim da brincadeira aquele dia. Ela desceu na frente, eu ainda fiquei alí por mais um tempo, pensando naquilo tudo que tava acontecendo.
Acabei ainda batendo outra punheta relembrando. E ainda tinha tempo até o fim das férias!

Mas isso já são outras histórias! 

Iniciação com a priminha

A história à seguir é baseada em fatos reais. Aconteceu comigo quando era apenas um menino de 12 anos e faz parte da minha longa história de descobertas e aventuras sexuais.

Desde os 8 anos que, na companhia de alguns primos, comecei a brincar com meu pintinho. Eles eram um pouco mais velhos e tinham umas revistas de mulher pelada escondidas. Foi com eles que comecei a me masturbar e a sentir tesão com o sexo.

Durante as férias escolares, sempre íamos para a fazenda de um de nossos tios. Um lugar enorme, com lago, pomar.... A molecada se divertia. Fazíamos disputa de quem mijava mais longe ou mais alto... Também brincávamos de desenhar com o xixi na terra seca, e claro, não faltavam as comparações de tamanhos entre os meninos. Eu, precoce, sempre inventava de nadar pelado na lagoa, ou deixar meu pintinho escapulindo pela lateral do shorts para ver a reação das meninas ao verem. Ficava num tesão danado quando percebia que elas estavam me olhando, e ainda mais quando davam risadinhas e cochichavam nos ouvidos umas das outras.

Uma de minhas primas, então mais ou menos com uns 10 anos, vivia grudada em mim. Bem molecota. Certamente já havia visto meu pinto algumas vezes, mas sempre daquele modo dissimulado, como que sem querer. Talvez fosse isso que lhe atraía e fazia com que estivesse sempre por perto.

Um belo dia, só eu e ela no pomar comendo umas mixiricas, quis fazer xixi.

_Vou fazer xixi (eu disse)

E sem nunhuma cerimônia, apenas virei para o outro lado, coloquei o pinto pra fora e comecei a mijar. A menina logo estava se esticando, com os olhos arregalados, buscando enxergar como aquilo funcionava. E cada vez que esticava o pescoço eu me virava para o outro lado. Mesmo assim ela vinha atrás, super curiosa. Claro, num segundo meu pintinho já estava um pinto duro né?! Mas, como se fosse a coisa mais natural do mundo mijar na frente de sua prima mais nova, parei de tentar esconder, terminei o xixi, dei aquela chacoalhada um pouco mais demorada que o habitual e guardei de volta.

A menina então, numa reação totalmente inesperada pra mim, saiu correndo gritando:

_ Eu vi o pinto do Luizinho! Eu vi o pinto do Luizinho!!!

Não sabia onde enfiava minha cara! Ainda pude ouvir uma das outras meninas perguntar se era grande. (rsrsrs) E isso já era motivo para me deixar ainda mais excitado, mas minha preocupação era apenas daquilo não chegar aos ouvidos do meu tio. Como aquelas brincadeiras aconteciam apenas quando a criançada estava livre, enquanto os adultos estavam para a cidade, ficou apenas por alí mesmo. (graças!)

No dia seguinte a situação se repetiu. Novamente só nós dois no pomar, novamente vontade de fazer xixi.

_ Vou fazer xixi, mas vou pra lá porque senão você sai fazendo o maior escândalo. (eu disse)

_ Ah não! Não precisa! Pode fazer aqui mesmo!

_ Não vai sair gritando por aí ou contar que viu meu pinto?

_ Não! Prometo. 

_ Tá bom. Mas então agora é nosso segredo einh?!

Como tínhamos combinado segredo, dessa vez desci o shorts até os joelhos pra ela ver melhor. Praticamente pelado, já que eu já estava sem camisa. Minha priminha, completamente hipnotizada em mim.

_ Quer me ajudar? Pode segurar e mirar o xixi onde quiser.

Nem dei tempo dela responder. Permanecia hipnotizada. Peguei sua mão e coloquei no meu pinto, que já estava durinho. E ela apertava com força!

_ Nossa! Assim não vai sair xixi nenhum! Pode só segurar de levinho. (eu disse)

E ela balançava meu pinto duro, e com uma risadinha nervosa me perguntou:

_ Nossa! Ele tá grande! E tá duro!!!! Cadê o xixi?

_ Calma! Já vem. Ele nunca fez xixi com outra pessoa segurando. Deve estar tímido... (respondi)

_ Tá bom.

E sossegou um pouco as mãos, aproximou o rosto pra ver melhor de onde sairía aquele xixi, e aguardou. Precisei me concentrar para liberar, tamanho era o tesão que eu sentia. Mas começou a sair. Primeiro um pouquinho, depois um jato mais forte. Minha priminha estava numa excitação que não dava pra esconder. Ria com os olhos arregalados naquele acontecimento. E direcionava a mijada para o alto, depois fazia desenhos aleatórios no chão. Até que acabou. Instintivamente ela mesma deu uma sacolejadinha pra última gotinha cair, mas logo eu já avisei e ensinei a fazer certinho.

_ Olha aqui. Tem um caninho desde aqui debaixo até a cabecinha, por onde passa o xixi. Tem que apertar do começo até a cabecinha pra sair todo o xixi dele.

Atentamente ela aprendia e fazia como eu havia descrito. E se empolgou ao ver saírem mais umas gotinhas.

_Acabou?

_Sim

_ E essa pelinha aqui embaixo? (passava a mão, balançando as bolinhas)

_ Aí é o meu saquinho. Onde tem duas bolinhas. Cuidado que são sensíveis. Se apertar, dói!

_ Que engraçado! (analisava com atenção cada detalhezinho da minha anatomia juvenil pré adolescente)

_E ele vai ficar assim duro pra sempre? (Falava ao mesmo tempo que manuseava e dava umas balançadinhas).

_Sim. Pelomenos até um pouco depois de eu guardar ele.

_ Então ele vai ficar molinho?

_ Vai.

_Queria ver ele molinho... Porque ele tá assim, grande e duro?

_As vezes ele fica assim mesmo. Quer ver? Ele pula! (E fiz ele ficar pulando pra cima e pra baixo, sem por as mãos. Ela dava risada!)

E continuava perguntando tudo. Toda curiosa.

_ Nossa! Como ele pula assim!?

_ Eu prendo e solto o xixi. Não tem xixi agora, mas quando eu seguro, ele pula. Olha! (e fiz mais um pouco daquele movimento que parecia divertir minha prima)

_ Ele é bonitinho! E essa cabecinha dele? Fica sempre pra fora? (perguntou puxando a pele, cobrindo a cabecinha. Mas devido à ereção, ela voltava mostrando a cabeçona inchada de novo)

_Não, nem sempre. Quando ele diminui e fica mole, ela também esconde nessa pelinha.

_ Ah! Queria ver!

_ Então vou ter que guardar e esperar um pouco até ele amolecer.

_ Então guarda. Quando ele tiver molinho, me fala.

_Tá. Te aviso.

E continuamos por alí enquanto pegávamos mais umas mixiricas. Mas ela continuou curiosa.

_Deve ser bom ter pinto. Não precisa agachar pra fazer xixi... Já amoleceu?

_Calma! Não deu tempo ainda!

_Deixa eu ver!

E coloquei novamente pra fora.

_Viu? Tá duro ainda! 

_É... Demora a amolecer?

_Não sei... Esse negócio de você pegar nele pra ele fazer xixi... Ele gostou. Ficou assanhado. Kkkkk Ele fica assim, duro, quando eu fico com tesão. (disse esse termo por já ter ouvido de meus primos mais velhos em nossas seções de masturbação juntos)

_Tesão?!  O que é isso?

_Ah! É o que a gente sente quando tá gostando de alguma coisa. Quando eu fico com tesão meu pinto fica duro.

_Você gostou deu pegar nele?

_ Sim! Por isso ele cresceu.

_Hum... Entendi.

Deu uma pausa nas perguntas e continuou:

_Agora eu também tô querendo fazer xixi.

_Ué, pode fazer!

_Então olha pra lá!

_Porque olha pra lá?! Você me viu, pegou, até ajudou no meu xixi. Deixa eu ver você também!

_Tá bom! Mas então vamos mais pra lá, mais escondido.

Rumamos para a parte alta do pomar. Ela se encostou na beira da mata, no fim do terreno roçado, levantou o vestidinho e abaixou a calcinha até os joelhos. Era a primeira vez que eu via uma menina daquele jeito. Livre, nua, peladinha. Nem agachou pra fazer o xixi. Ficou de pé me olhando olhar pra ela e inclinando a cintura pra frente pra deixar a xoxotinha ainda mais em evidência. Tava se mostrando pra mim em retribuição. 

_Que bonitinha! (e ela sorriu) Posso passar a mão?

_Pode!

Cheguei pertinho e percebi uma penugem bem ralinha, prenunciando seus futuros pelos pubianos, a rachinha semi aberta revelando um pedacinho de seu clitóris e seus lábios internos. Naquela época nem imaginava, mas certamente ela tava inchada de tesão também. Com carinho, primeiro alisei por fora, as laterais, depois puxei os grandes lábios, afastando pra tentar revelar mais o que tinha alí dentro. Ela abriu mais as pernas e inclinou o quadril ainda mais pra frente para melhorar a minha visão. Eu tentava afastar os grandes lábios para as laterais, para observar o que havia alí escondido. Nesse momento, ela mesma fez isso, segurando a xoxotinha bem aberta. Assim, fiquei com as mãos livres para explorar mais pra dentro.

_ Posso por a mão aqui dentro também? (perguntei, também super excitado e curioso)

_ Pode, mas com cuidadinho que aí machuca.

Sua xoxotinha pré adolescente, toda rosada, estava alí toda aberta para a minha curiosidade. E bem de levinho, coloquei o dedo indicador em seus lábios. Com bastante cuidado fui tentando afasta-los também. Estava curioso pra saber de onde vinha o xixi nas meninas. E perguntei. Ela se inclinou apontando seu buraquinho mais pra baixo.

_ Sai daqui, ó. (apontava)

E eu, com uma das mãos segurando seus lábios bem abertos, pude ver aquele buraquinho. E pude notar que tinha uma gosminha transparente em tudo alí.

_ Posso passar o dedo? (novamente lhe pedi)

Ela apenas concordou com a cabeça. Fui com o meu indicador. Era uma gosminha que deixava tudo super lisinho. Meu dedo escorregava livremente. E Carla estava tão arreganhada que pude notar seu buraquinho abrindo e fechando.

_ Olha! Teu buraquinho tá mexendo! Faz de novo!

E ela piscava seu esfíncter vaginal, e eu espalhava aquela gosminha por todo lado. Agora toda aquela xoxotinha estava bem lisinha e meu dedo deslizava livre.

_ Ai, Luiz! Acho que agora eu é que estou com esse tesão que você falou.

_ Tá gostoso isso?

_ Tá muito!

_ Ela tá soltando essa gosminha. E o xixi?

_ Não sei... Parece que também tá tímida com você aí fazendo esse carinho.

_ Quer que eu pare?

_ Não sei...

E diante de sua indecisão, permaneci explorando sua xoxotinha em flor. Passava já dois dedos juntos. Levava ao seu buraquinho para espalhar cada vez mais aquele caldinho em volta toda naqueles lábios rosados. E era perfumada! Um cheiro forte, mas que me atraía de maneira inexplicável. Espalhava tudo e levava os dedos em meu nariz para sentir aquele cheirinho gostoso. Em certo momento, me detive num carocinho bem no meio, pra cima daquele buraquinho. Cada vez que meus dedos passavam alí, Carlinha dava uma gemidinha. 

_ É bom passar aqui? (olhava em seu rosto enquanto levava meus dedos de um lado pro outro naquele carocinho)

_ Sim!!! Continua!

E continuei mesmo até que derrepente, ela se mexeu pra trás, como se eu tivesse lhe machucado.

_ Que foi!? (perguntei assustado)

_ Não sei... Senti uma cosquinha estranha. Não sei explicar. Mas foi bom!

_ Então deixa eu fazer de novo!

E ela voltou com o corpo pra frente, segurando a xoxotinha aberta para que eu continuasse. Sem nos darmos conta, masturbava minha prima pela primeira vez em sua vida. Tudo era novidade para mim e para ela. Voltei com os dedos sobre aquele carocinho, seu clitóris já plenamente estimulado. E comecei a inovar naquela massagem, me detendo só alí, já que era alí que Carlinha estava mais gostando. Primeiro passava os dedos de um lado para o outro, depois pinçava, puxando ele pra fora, depois, ainda com os dedos indicador e polegar em pinça, esfregava de cima à baixo aquele pedacinho sensível. Sempre voltando no buraquinho pra molhar mais os dedos e espalhar onde precisava. Carlinha gemia já continuamente até que novamente tirou o corpo num movimento rápido, agachando em seguida.

_Agora vem esse xixi? (perguntei inocentemente)

Ela nem respondia. Apenas gemia e se contraía. Cheguei a me assustar com aquilo. Mas depois de alguns segundos, ela foi se acalmando.

_ Tá tudo bem! (perguntei olhando em seus olhos)

_ Sim! Senti uma coisa gostosa, forte! Será que é esse tal de tesão!? 

_ Não sei... Será que você gozou!? (perguntei meio incrédulo)

_ Gozei!? O que é isso? 

_ Eu quando gozo, também sinto uma coisa forte, gostosa. Vem de dentro da gente. Quando eu mexo bastante no meu pinto eu gozo. Será que foi isso?

_ Deve ter sido. (disse ela) Foi bom! Parecia que eu ía fazer xixi na tua mão, mas não era xixi.

_ Acho que você gozou mesmo! (eu disse) Mas se foi bom, tudo bem né!? E teu xixi?

_ Perdi a vontade quando você começou a passar a mão, mas agora voltou.

_ Então faz logo!

Ela se agachou e lentamente pude ver o xixi começando a escorrer lá de dentro, entre aqueles lábios carnudinhos. Foi outra imagem que levarei por muitas e muitas vidas. Quando terminou, deu uma sacolejadinha e levantou.

_ Nosso segredo, einh!? (ela mesma cobrou)

_Sim! Claro! Mas se você queria ver meu pinto mole, vai ter que esperar mais. Fiquei com mais tesão ainda depois disso. E ele tá enooooorme!

_Deixa eu ver!

Abaixei o meu shortinho até os pés. 
Ficamos os dois frente à frente, cada um olhando o sexo do outro. Não demorou nada e ela me segurou. Fiz o mesmo e encaixei a mão naquela xoxotinha ainda molhada de xixi e gosminha lisa. Ela se contorceu.

_Ai, que gostoso! Também tô sentindo tesão. (disse ela)

E apertou meu pau ainda mais. Eu sentia seus lábios entre meus dedos e ficamos assim, num momento que parecia eterno.

_ Acho que quero fazer mais xixi. (disse Carlinha)

Se agachou mas não saiu nada. Ainda devia ser reflexo daquela gozadinha que havia dado minutos antes. Novamente se levantou e eu brinquei:

_Oi senhorita! Eu sou o pinto do Luizinho. Tudo bem?

E ela deu risada!

_Seu bobo!

_Vem cá! Cumprimenta direito! Tem que dar beijinho!

E levei meu pinti duro até aquela xoxotinha linda. Ela facilitou inclinando a cintura pra frente. Era o primeiro contato do meu pinto no sexo de uma menina. Encostei rapidinho na primeira vez, como num selinho. Depois outra vez, e outra mais demorada... Sem nos darmos conta, novamente estávamos em plena atividade sexual. Eu passava a cabeçona do meu pinto de cima à baixo e de baixo até em cima. E ela segurava com as mãos as laterais da xoxotinha bem abertas. E quanto mais eu passava, mais sentia ela lubrificando meu pinto com seus fluídos, e mais tesão eu ía ficando.

_Tá gostoso, né!? (perguntei)

_Sim, muito!

_ Que tesão!

E a carícia foi ficando mais intensa..... 
Eu sentia que podia gozar e falei:

_ Agora eu que tô querendo gozar!

_Eu também tô sentindo de novo! Continua!

A essas horas, já estávamos grudados nos esfregando freneticamente. Uma de minhas mãos segurando meu pau pra forçar contra aquela rachinha e a outra apertando aquela bundinha durinha contra o meu corpo. Ela dava umas gemidinhas deliciosas!

_Ai que gostoso que tá Luizinho! Continua!!!

Em instantes, percebi minha prima novamente de contraindo e gemendo alto. Novamente atingia o orgasmo. Dessa vez, tendo a cabecinha do meu pinto como estimulante. E ela permaneceu grudadinha em mim o quanto pôde, até não aguentar mais e afastar o seu corpo. Eu, devido à excitação, continuei os movimentos me masturbando em frente dela até explodir numa gozada fortíssima, atentamente acompanhada pelos olhares de Carla. Quando terminei e abri os olhos, ela me olhava. Parecia um pouco assustada com o que vira e apenas me perguntou:

_ Gozou também?

_ Sim, muito!!!

_ Engraçado esse jeito que você fez. Pensei que ía se machucar.

_ Não! É assim que os meninos fazem quando querem gozar. (explicava como funcionava outro segredo sexual)

_Mas a gente se esfregou! E se eu engravidar?

_Ah não! Só mulheres adultas têm nenem. Relaxa!

_Tá. Mas então acho melhor a gente voltar. Já devem estar procurando a gente.

Vestimos as roupas e ela me abraçou, como um agradecimento e me falou:

_Gosto muito de você. Você é meu primo favorito!

_Também gosto de você, Carlinha! Mas agora, segredo einh?! Outra hora te mostro ele molinho.

Mas essa já é outra história!

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Exibicionismo vitorioso na cachoeira

Desde muito cedo, ainda criança, eu já era exibicionista. Muitas férias escolares na fazenda de um tio, com muito espaço, lagoa, cachoeira, primos, primas... Liberdade! Sempre curti me insinuar para os primos, e principalmente as primas.
Sempre arrumava uma maneira para que minhas ações fossem naturais, sem intenção. As vezes era um shorts bem abaixo da cintura, ou sem cueca, com o pintinho escapulindo pelas laterais em algumas ocasiões especiais, ou incentivando os primos a nadarem pelados na lagoa... Bem, mas estas são outras histórias!
Hoje vou contar de uma bem sucedida técnica de exibicionismo que utilizei numa de minhas idas à uma cachoeira bem popular aqui da minha cidade. Desses locais que sempre enchem de gente nos fins de semana. Pessoal mais simples mesmo, muitos nem roupa pra nadar têm e acabam entrando de roupa normal mesmo. Alguns até de cueca.

É uma cachoeira bem gostosa, com água limpa, uma queda maior logo na chegada e uma série de corredeiras numa trilha subindo o rio. Verdadeira praia de mineiro!
Eu costumava usar uma sunga azul, já com a lycra esgarçada pelo uso. As laterais, nas virilhas, também frouxas para revelar aquele algo mais em determinadas situações estratégicas. A sunga era realmente obscena. Meu pinto ficava perfeitamente marcado, bem solto, cabeção em altíssimo relevo e com uma transparência muito instigante, mesmo quando ainda estava seca.
Quando precisava circular entre muitas pessoas, homens, famílias... levava algo á frente. Poderia ser a camiseta, mochila, ou mesmo as mãos. Nunca tive a intenção de causar nenhuma situação que pudesse ofender ninguém. Minha exibição era apenas para as mulheres desacompanhadas. Por isso meus cuidados.
A tática era chegar e observar qual local eu poderia ter alguma oportunidade pra me exibir sem chamar a atenção de gente errada. Focado apenas nas pessoas que pudessem render algum jogo de olhares e sedução.
Certa vez, do outro lado do rio, vi o que parecia ser uma avó, uma mulher mais idosa e obesa, junto com duas meninas. Provavelmente irmãs ou primas. Uma aparentando 19 ou 20 anos e a outra 15, 16. Grande oportunidade! Mas não poderia deixar a avó perceber meus movimentos. Me aproximei ao máximo, mas sem me aboletar ao lado. Tirei as roupas e logo estava ali, de pé só com a sunguinha. Sentei na pedra às margens do corrego, deixando a avó atrás, mas como as meninas estavam na água, poderiam logo ter seus olhares atraídos. Sentei de modo que toda a lateral direita do meu saco depilado pudesse ficar bem evidente. Assim como o grande volume do meu pau. Não demorou muito e nossos olhares se cruzaram. Melhor! Percebi as duas olhando praquele algo mais exposto naquela lateral frouxa e logo dando risinhos, tentando disfarçar o olhar. Nesse momento o correto é deixa-las à vontade para olhar. Procurar não olhar pra elas pra que deixei seus olhares livres. A medida que vou percebendo aproximação, ou que percebo aceitação, é hora de avançar. Sutilmente ajeito a cabeçona do meu pinto para que também fique à mostra pela lateral da sunga, e aguardo. Cada vez mais percebo a hipnose no olhar das duas. É irresistível! É hora de me aproximar, mas ainda sem contato verbal. Entro na água, molhando aquele paninho fino que, na mesma hora, gruda no meu sexo, deixando tudo revelado sem revelar nada. A transparência se intensifica e naturalmente as duas vêm em minha direção, ficando bem próximas. Trocamos olhares, sorrisos, e aí a conexão está feita. A avó a certa distância, distraída, deixa o caminho livre para um primeiro contato verbal.
_Delícia de cachoeira né?!
As duas respondem juntas que sim, e já emendam a pergunta se vou sempre lá.
_Sempre que posso, sim!
Já quase não disfarçam mais os olhares em meu pau, que à essa altura já tava em meia ereção, completamente obceno por trás daquele paninho fino.
Queria atraílas para uma área um pouco mais afastada pra que eu pudesse ficar um pouco mais à vontade.
_Vamo alí em cima? Tem um lugarzinho legal!
E de fato tinha. Um relevo dentro d'água que faz uma corredeira e dá pra entrar, como numa pequena hidromassagem.
Entrei na frente, e num movimento rápido enquanto estava dentro d'água, coloquei a cabeça do meu pau escapulindo pela lateral frouxa da sunga.
Quando saí, me fazendo de distraído, notei de imediato as duas de olhos arregalados em meu pau já quase totalmente ereto.
Mas o mais legal foi que ninguém comentou nada. Percebi a tentativa de disfarçar o olhar, e novamente olhei para o outro lado, olhando ao longe, para dar oportunidade de olharem à vontade.
Me levantei, deixando o pau na altura de seus olhos, pois estavam sentadas pra se banharem. Dessa vez, foi inevitável perceber seus olhares e também olhei pra baixo, me fazendo de desentendido e finalmente percebendo meu pinto escapulindo.

_Nossa! Essa sunga frouxa me mata! E lentamente tentei ajeitar aquele volume pra dentro do pano.
Elas riram...
_Tudo bem!
E continuamos os joguinhos.
Foi quando a mais velha, ao levantar da hidromassagem, levantou com um dos peitinhos à mostra.
Também olhei e nada disse. A mais nova também ficou na dela. Estavam retribuindo minha exibição. Essa é a parte mais excitante desse jogo exibicionista. Quando somos retribuidos na exibição. O jogo da sedução funcionando plenamente.
Ficamos um bom tempo alí brincando, conversando... A moça com um dos peitinhos escapulindo... Meu pau já totalmente armado... Entrei novamente na água e fiquei por um pouco mais de tempo. Queria deixar claro que a correnteza é que iria tirar minha sunga do lugar. E assim foi. Fui movimentando meu corpo dentro d'água até perceber meu pau completamente pra fora. Era hora de me levantar de novo. Kkkk
Um passo bastante ousado, mas elas já tinham visto a cabeçona, já tinham visto o volume totalmente duro, estavam retribuindo a exibição... pronto. Levantei com a benga de fora "sem perceber".
A reação das duas foi ótima!
_Luiz! Teu pinto!!!! Kkkkkkk
Eu, novamente fingindo desentendido....
_Nossa!!! Essa sunga não combina com esse pinto assanhado!
E fiquei alí de frente pra elas tentando arrumar uma posição pra ele dentro do pano frouxo. As duas observando atentas.
Quando enfim consegui colocar ele de lado na única posição possível, mas mesmo assim, com a cabeçona ainda aparecendo, ainda comentei. "Não cabe!!!"
_Mas ele tá duro né?!
_Hum... Pois é... Difícil ficar normal vendo esse peitinho de fora também né?!
_Ai! Nossa!
Disse ela, dissimulando não saber que estava também quase nua e tampando aquele peitinho gostoso.
O clima estava esquentando!
Como disse no início, é uma cachoeira bastante popular e o pessoal entra de roupa mesmo. A mais velha tava de sutiã. As duas de shortinhos e a mais nova de top.
Naquela ocasião senti que se houvesse mais condições, elas iriam avançar mais no jogo. Mesmo assim, novamente a menina deixou os peitinhos de fora, a mais nova abriu o zíper do shortinho jeans, deixando a calcinha aparecendo, e eu, de novo de pau duro pra fora.
Lá pelas tantas, percebendo que estávamos em um local relativamente fora de outros olhares, nenhum de nós se preocupava em esconder mais nada.
Isso depois delas já terem me alertado para meu pau, de novo pra fora.
Acho que lá pela terceira vez.... "Teu pinto de novo!"
_Ah! Tá inútil eu ficar tentando guardar isso.
Falava balançando ele na cara delas. Foi aí que a novinha disse:
_Deixa ele assim! Tá bonito!
Kkkkkk "Tá bonito?!?!"
_Sim! A gente tá adorando!
E caíam na gargalhada!
_Ai... Se eu pudesse, ficava pelado. É muito mais gostoso entrar nessa correnteza pelado.
_E porque não fica?
_Oras! Porque nem todo mundo vai achar meu pinto lindo né?!
As meninas tavam me provocando e me sugeriram tirar a sunga alí com elas.
_Se você quiser tirar aqui, a gente não liga não...
_Sim, seria ótimo, mas só dá se eu ficar abaixado ou dentro d'água.
Já deitei de novo na banheirinha de hidromassagem e... Mostrei a sunguinha na minha mão.
As duas ficaram doidas!!!! Kkkkkk Riam de excitação e nervosismo.
_Acho melhor irmos lá na vó pra ver se tá tudo bem.
Pensei que me deixariam na mão.
_Vão embora?!?!
_Não! Vamos só lá pra dar uma satisfação pra ela não ficar preocupada. Já a gente volta.
_Não esquece de guardar esses peitinhos einh?!
E alí fiquei. Só no aguardo. O que viria à seguir?
Mas as duas demoraram! Uns longos 15 minutos!
Mesmo assim, permanecí alí, dentro d'água com a sunga na mão por mais um tempo, até resolver conferir. Será que tinham ido embora?
Vesti a sunga, me levantei, e fui caminhando pelas corredeiras, entre as pedras. Logo observei as duas com a avó. Estavam comendo algo. Fiquei observando sem que elas me vissem até o momento que começaram a retornar.
Voltei rapidinho para o nosso lugarzinho e fiquei alí numa pedra tomando sol.
_Voltamos!!!
_Troxemos biscoitinhos. Você aceita?
_Ué! Vestiu a sunga?!
_Ah, vocês tavam demorando... Achei melhor não ficar arriscando aqui pelado. Vai que aparece um tarado?!
Kkkkkk e deram risadas!
_Agora dá pra ficar mais. A vó tá tranquila lá na pedra.
_E vocês? Não querem experimentar como é essa hidromassagem sem esses shortinhos apertados?
Claro! Naquele primeiro momento recusaram.
_Se incomodam se eu entrar de novo?
_Claro que não! Fica à vontade!
Então,  na pedra mesmo, sentado, tirei a sunga e coloquei num canto próximo. Dessa vez, meu pau estava molinho, o que chamou a atenção das duas da mesma forma.
_Nossa! Que belezinha ele assim molinho!
_Você viu? Bastou não ter o peitinho dela aparecendo e ele ficou tristinho.... Falei já pegando e mostrando aquela flacidez temporária mas muito tesuda.
_Quer ver? Pode por a mão!
A mais nova, um pouco sem graça, estendeu a mão e tocou meu pinto ainda mole.
_kkkkk que engraçado!
Parecia nunca ter tocado um pinto antes.
_Parece que nunca viu?
_Assim tão de perto, nunca! Só vídeos e do meu priminho de 5 anos.
Já mais à vontade, apertava o corpo do meu pau, sentindo a consistência.
_Cuidado que pegando assim, jajá ele cresce!
Advertiu a mais velha.
E de fato, não demorou nada e ele começou a crescer na mão daquela menina curiosa.
_kkkkk tá crescendo!!!
E apalpava com mais intensidade.
_Assim, segura ele inteiro! Pode colocar as duas mãos!
_Nossa! 😱 Tô segurando com as duas mãos e ainda sobra pinto!!!! Kkkkkk que duro!!!!
_Acho melhor eu entrar nessa água porque tô com medo de você me devorar.
E entrei.
A mais velha perguntou se cabia mais uma e também já foi logo entrando. Direto com a mão no meu pau debaixo d'água.
Enquanto isso, a outra apreensiva, vigiando ao redor. Mas dificilmente seríamos incomodados.
Foi quando insisti para a que já estava alí comigo, experimentar a sensação da água passando na pele e tirar também aquele shortinho.
_Só aqui dentro d'água. Ninguém vai te ver. Nem eu!
Ela se convenceu e tirou.
_Aí meu Deus! O que eu tô fazendo?!?!
E colocou o shortinho junto com minha sunga em frente aos olhos incrédulos da irmã mais nova.
Claro, como ela segurava forte o meu pau, busquei sua bucetinha por baixo d'água.
Estava completamente lubrificada e nem pensei direito. Penetrei gostosamente com meu dedo médio.
_Tá gostando dessa sensação? Não é uma delícia?
_Sim!!! Muito!!!!
Disse num tom de cumplicidade. Afinal, sua irmã mais nova podia até desconfiar, mas não sabia o que nossas mãos estavam fazendo lá embaixo.
Ela olhava com desejo pra mim. Me olhava no fundo dos meus olhos. E aquilo me deixava louco! Irmã mais velha, 20 aninhos, completamente entregue às minhas carícias, enquanto a mais nova, 16 aninhos me encarava com desejo.
Parecia que nos conhecíamos há anos!
O tesão foi crescendo até não podermos mais disfarçar nossas expressões.
_Que que vocês tão fazendo aí?!
Perguntou a irmã mais nova.
_Tua irmã tá se segurando em mim pra correnteza não levar ela embora. Kkkkkkk
_ Vem aqui também! Experimenta como é gostosa essa sensação da hidromassagem!
_Nem cabe eu aí!
_Cabe sim! A gente aperta!
E já fui empurrando a irmã mais velha para o canto pra outra se encaixar.
Quando sentou, ficou meio desconfortável mas sua irmã insistiu pra que tirasse o short também.
_Tira também! Aproveita menina! Só um pouquinho! Vem!!!
Disse a irmã, como um diabinho, incentivando a irmã mais nova.
Ah! Que sensação boa quando senti seu quadril nu se encostando no meu!
Colocou o shortinho junto com as outras coisas e não demorou a buscar aquele pau que há pouco havia crescido rápido em suas mãos.
As duas se olhavam malandramente enquanto disputavam a minha rola embaixo d'água.
Novamente busquei a buceta da mais velha, enquanto acariciava apenas os arredores da bucetinha da mais nova.
Ela fechou os olhos. O tesão estava aumentando rápido. Tudo misturado com a adrenalina que também crescia por estarmos daquele jeito num lugar público. Mesmo sem haver muito perigo de alguém nos flagrar.

Já sabia que a irmã mais nova era virgem e certamente nunca havia sido tocada, então, enquanto com uma mão penetrava deliciosamente a irmã mais velha, com a outra ia fazendo carícias em sua barriga, coxas, aos poucos me aproximando de seu entre pernas. Até que finalmente toquei seu sexo bem de levinho, mas novamente voltando a rodear, como que se tivesse tocado sem intenção.
Ela estava com os pentelhinhos crescidos, num chumaço bem denso apenas no meio. As beiradas eu percebi bem depiladinhas. E assim fui explorando aquele corpinho gostoso, sem pressa, enquanto as duas disputavam cada milímetro do meu pau grande, duro e tesudo.
A medida que ia percebendo abertura_e de fato ela abria cada vez mais as pernas_ia avançando nas carícias, e lentamente separei seus cabelos e atingi seu sexo. No mesmo momento ela apertou meu pau com força, mas continuei apenas tateando. Pude facilmente encontrar e permanecer em seu clitóris, pois estava completamente entumecido. Foi um grande exercício de coordenação. A mão esquerda massageava por dentro e a direita por fora, enquanto eu era masturbado pelas duas.
Em meio à tudo isso, a mais velha exclamava: "Que loucura! Isso é loucura!"
De fato estávamos completamente tomados de tesão. A irmã mais nova, inteiramente entregue às massagens em seu clitóris, segurou minha mão, encaminhando ela mais pra baixo. Sussurrou em meu ouvido: "Enfia o dedo!"
E lentamente fui penetrando aquele buraquinho liso. Estava agora com as duas irmãs completamente entregues em minhas mãos. Intensifiquei os movimentos nas duas, também intercalando estímulos em seus clitóris. Seus corpos iniciaram um movimento continuado enquanto se agarraram firme em meu pau. Apenas nossas cabeças e parte de nossas pernas estavam pra fora d'água que corria por nossos corpos. Uma sensação quase indescritível. Sentia que mais um pouco aquelas duas fêmeas estariam gozando em minhas mãos. O ritmo aumentava, as respirações ofegantes. Elas quase me arrancavam o pinto fora! Kkkkkk
Até que a mais nova não se conteve e soltou um grito de gozo.
(Meu Deus! E se alguém aparece?!?!)
Foi o que me veio a cabeça, mas não poderia conter aquele grito de prazer. Logo a outra também se contraiu toda me abraçando e gozando intensamente.  Foram minutos preciosos e infinitos de um orgasmo lindo, intenso, libertador.
Quando notei as energias se acalmarem, tirei meus dedos e nos olhamos com um olhar de ternura e amor.
Era incrível a sintonia entre elas e um cara que até horas atrás era um completo desconhecido.
_O que foi isso que aconteceu?!
Me perguntou a mais velha.
_Carinho, o toque certo, tesão contido... Vocês são lindas!!!
Respondi.
E ficamos alí dentro d'água curtindo mais um pouco, aquelas mãos percorrendo meu corpo, mas meu pau continuava cheio de tesão, duro como uma barra de ferro.
Queria que elas vissem aquilo e levantei dizendo que queria ver se estava tudo sob controle ao nosso redor. Mais um pocadinho de exibição bastou.
_Que pau delícia você tem! Meu Deus!!!
Aquele lugarzinho que a gente parou era privilegiado. Fora do alcance da trilha, só acessível por dentro do rio. Por isso, ao levantar e olhar ao redor, fiquei bem mais tranquilo e permaneci de pé, oferecendo meu caralho grande e duro a poucos centímetros dos rostos das duas irmãs.
Logo as duas já estavam de novo agarradas, puxando, arregaçando a cabeçona dele pra fora...
_Não passa vontade não! Pode beijar!
Em um segundo a mais velha estava mamando deliciosamente meu pau enquanto a novinha acariciava minha bunda, minhas pernas...
Tirando rapidamente a boca ela disse:
_Agora eu que quero fazer você gozar!
E abocanhou novamente com gosto.
Minhas pernas estremeceram e me sentei próximo de onde estavam as roupas. Enquanto ela me chupava, só pensava em conseguir ver a bucetinha de 16 aninhos. Aquela peludinha. Puxei ela pela mão, ela se levantou da água e se encaixou sobre minha coxa esquerda, esfregando a xoxotinha melada pra frente e pra trás. Uma de minhas mãos lhe apertava a bundinha, alcançando com as pontas dos dedos o seu reguinho quente e úmido. Enquanto isso, a outra mão acariciava o couro cabeludo da mais velha, apoiando o movimento de vai e vem que ela fazia com sua boca no meu pau.
Xoxotinha se esfregando e uma boca deliciosa me chupando o pau, foi impossível resistir por muito tempo.
Meu orgasmo veio forte, intenso, cheio de muita porra.
Nem avisei que estava pra gozar. Deixei vir de surpresa. Queria ver aquelas duas ninfas cheias do meu leite do amor. E assim foi. Uma boa parte foi direto na boca da irmã mais velha que, ao perceber minha porra em sua boca, mirou meu pau em direção à sua irmã, que também ficou cheia de leitinho quente. Na hora as duas parece que combinaram. Tiveram a mesma reação de levantar top e sutiã pra receber aquela porra deliciosa em seus peitos.
Meu Deus! Eu gozei litros!!!! Muito leite mesmo! E na hora que vi as duas mostrando os peitinhos, imediatamente comecei a espalhar meu semem pelos seus corpos.
Até então estava evitando, mas nesse momento foi impossível não terminarmos num beijo a três.  Um enorme beijo de amor, tesão, relaxamento...
As duas continuavam massageando meu pau, agora já um pouco menos rígido devido à descarga de energia.
Lentamente fomos voltando à realidade. Estávamos realmente num transe. Em êxtase.
Aquilo tudo era inacreditável! Surreal!
Ainda tivemos tempo para que eu ficasse brincando com os pentelhinhos longos da irmã mais nova, ao mesmo tempo que apreciava aquela buceta inchada da irmã mais velha. Os 3 sentados na pedra, abraços, beijos, mais carícias no meu pinto...
Logo veio a preocupação com a avó. Nos vestimos e antes delas seguirem rio abaixo, trocamos telefones. Mas sem ter onde anotar, não conseguimos mais contato.
Eu ainda fiquei alí mais um tempo, tentando entender aquele sonho real que tinha acabado de vivenciar.
Sim, um exibicionismo bem feito pode render mais do que esperamos.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Flagrante na Cachoeirinha

Sou um amante da natureza! Desde sempre, muito acostumado a ficar nu. Sozinho ou com outras pessoas que também não se incomodam com o corpo humano ao natural.

Num fim de semana resolvi chegar à uma pequena cachoeirinha, muito perto da cidade, mas com o acesso um pouco complicado. O que faz dela um pedacinho de paraíso, quase sempre deserta. Quase!

Fui sozinho. 15 minutos pela trilhinha no meio do mato. Sol, calor... Essa cachoeirinha é bem pequena. Uma queda d'água de uns 3 metros caindo numa piscininha com profundidade máxima pouco abaixo da cintura. Umas pedronas confortáveis e ensolaradas completam o ambiente em meio à mata nativa. Um de meus lugares preferidos porque é razoavelmente perto e, principalmente porque lá, temos a perfeita visão da trilhinha. O que permite perceber se vem alguém com uma certa antecedência. Isso dá uma liberdade maravilhosa para a prática do nudismo.

Essa cachoeirinha possui outra queda d'água mais abaixo. A trilha atravessa o riozinho e segue descendo. Essa outra queda é mais alta, mas fica no meio da mata, sem sol, num lugar sem o conforto da primeira queda. Por isso, sempre paro na primeira queda e fico por lá.

Como sempre, cheguei, aguardei pouco tempo admirando o local, observando se alguém pudesse vir atrás de mim pela trilha... Estava só. Aparentemente nada poderia me incomodar. Quase nunca uso roupa de banho nesses lugares. Quando não é possível ficar nu, entro de bermuda, ou dependendo da situação, se há liberdade, só de cuequinha mesmo.

Nesse dia, como estava sozinho, tirei toda a roupa e entrei para uma gostosa ducha completamente nu. A sensação de liberdade é maravilhosa! A água massageando o corpo... Como um bom amante da natureza, logo estava completamente excitado. Uma ereção intensa e deliciosa que logo me estimulou para uma massagem gostosa.

Me encostei na pedra e iniciei uma gostosa masturbação. Sempre observando a trilhinha pra ver se não vinha alguém. E dessa forma fiquei por longos minutos, sempre interrompendo os movimentos quando estava prestes a gozar. Só aproveitando aquela solitude e aquela energia da natureza.
Brincando com meu membro enorme, duro e tesudo.

Derrepente! Uma movimentação por trás dos arbustos, à menos de 5 metros de onde eu estava, pelo outro lado, na trilha que desce pra outra queda d'água.
No susto, mal tive tempo de vestir minha cuequinha, que por ser de algodão, branquinha e bem frouxa, quase nada escondia daquela ereção.
De trás dos arbustos surgiram duas meninas. Logo reconheci uma delas. Uma conhecida minha. Não chegava a ser amiga próxima, afinal, só havíamos nos cruzado algumas vezes pelas baladas. Amiga de amigos. Vou aqui nomea-la de Carla. A outra, sua amiga, Letícia. Elas estavam na outra queda d'água quando eu cheguei.

E exclamei: _Gente! De onde vocês vieram?!?!

_A gente tava lá pra baixo, mas lá não bate sol...

_E desde quando vocês estavam aí? Eu cheguei, não tinha ninguém... Tava à vontade.

_A gente percebeu... (e caíram na risada!)

Carla disse:
_Fomos lá embaixo mas ficamos só um pouquinho. Quando a gente tava chegando aqui, vimos que tinha alguém e ficamos escondidas. Só depois que te reconheci que resolvemos aparecer.

_Então vocês me viram aqui na cachoeirinha?!?!

_Sim! E tudo o que você tava aprontando! (e mais risadas).

E Letícia completou:
_Mas não preocupa não porque eu também já vi meu irmão fazendo isso que você tava fazendo uma vez... Kkkkkk 

Eu devia estar roxo de vergonha, mas logo fiquei mais tranquilo.

E Letícia continuou:
_Todo homem faz isso né?! Até as meninas também fazem as vezes...

_Sim, eu faço. Mas nunca fiz com platéia.

A essa altura, percebendo a receptividade das meninas, já tirava as mãos da frente do meu pau duro. As duas, o tempo todo com os olhos fixos nele. Nem faziam questão de dissimular o olhar.

Pra descontrair e sair daquela situação inicial, propus:
_Bom, então se tá tudo bem, vamos tomar um banho de cachoeira? Tá uma delícia!

E já entrava na água de cuequinha mesmo.

Letícia respondeu:
_A gente não veio preparada pra molhar... Viemos só dar um rolê.

_Eu também não vim de roupa pra nadar. Vocês já me viram fazendo o que nunca fiz na frente de ninguém... Tô aqui só de cuequinha, praticamente ainda pelado... Porque vocês não entram só de calcinha também? Daqui dá pra ver se vier alguém na trilha. Deixamos as coisas aqui do lado e qualquer coisa, vestimos as roupas rapidinho.

Uma olhou pra outra e já foram logo fazendo o que sugeri. Momento lindo ver as meninas tirando as roupas. As duas com corpos perfeitos. E eu, já não fazia a menor questão de esconder a enorme ereção por baixo daquele paninho transparente.

E entramos os 3, bem pertinhos, debaixo da queda d'água.

_Luiz!!! Esse pinto escapando!!! Kkkkk_ Disse Carla se fingindo assustada e dando risada junto com Letícia.

Não dava pra segurar aquilo tudo dentro da cueca né?! Mesmo assim, tentei recolocar aquele mastro para dentro da cuequinha, mas foi em vão. Logo já estava balançando, escapulindo pela lateral. As duas dissimulavam alguns esbarrões com as mãos, e debaixo da fina queda d`água, juntos, aproveitava para roçar a cabeçona do meu pau em suas coxas e entre-pernas. 

Fui deixando meu pau pra fora, afinal, não havia mais resistência alguma contra isso, e ele acabou totalmente de fora, apontando para o céu, tamanha era minha excitação. Notava nitidamente a excitação das duas também, com os biquinhos bem durinhos em seus peitos, marcando a tela dos sutiãs. As calcinhas também não lhes escondia quase nada e era perfeitamente perceptível os contornos de suas rachinhas. Uma totalmente depilada e a outra com aquela penumbra de alguns pelos ralos.

_Ai... Quer saber? Essa cueca não tá me servindo pra nada! 

E tirei a cuequinha, arremessando ela na pedra, junto com as outras roupas. Mas acabei indo torcer e esticar a cueca ao sol. O que permitiu às duas uma boa Vista de minhas costas e bumbum empinado.
As duas me olhavam fixamente. Percebia o desejo no olhar delas. Me devoravam com seus olhares.

A excitação de nós 3 só aumentava, e ainda da pedra, observando as duas na água, resolvi propor que elas também tirassem aqueles pedacinhos de pano. Afinal, assim como minha cueca, também estavam completamente transparentes, realçando perfeitamente as bucetinhas carnudas das meninas.

_Gente! Porque vocês também não tiram esses pedacinhos inúteis de pano? Tá tudo transparente mesmo! 

E as duas se olharam até embaixo, deixando escapar um riso malicioso, conferindo realmente estarem já praticamente nuas.

_Vai! Experimenta entrar sem nada! É uma delícia! E afinal, eu já tô aqui completamente entregue ao seus olhares né?! Se vier alguém a gente coloca as roupas. Dá tempo!

Nem precisei insistir muito mais. Bastou a primeira tirar a calcinha, a outra também tirou. E os sutiãs... Com muito respeito, pedi para que me entregassem que eu colocaria na pedra pra secarem ao sol.

A imagem das duas se despindo, confiando no momento, seus corpos... Cena inesquecível! Nossa troca de olhares... Aquilo tava ficando cada vez mais interessante. 

Fui até a pedra, deixei as coisas e voltei. Pinto apontando para o céu. Sempre!
Mas foi quando voltei que a mágica aconteceu. Toda aquela situação, a masturbação, a nudez, a natureza exuberante, deixou as meninas completamente cheias de tesão. Quando voltei pra perto delas, debaixo d'água, nós 3 nos agarramos com vontade.

Elas se agarravam ao meu pau duro, segurando com força! Minhas mãos percorriam aqueles corpos, passando por entre suas pernas, sentindo aqueles sexos quentes e lubrificados. E percebendo a reação de seus corpos ao serem tocadas. Uma loucura tomou conta de nós 3. Beijos, amassos, elas quase me machucavam, tamanho desejo que estavam pelo meu cassete enorme e duro.
Ficamos alí nos esfregando por momentos eternos. Cada uma se encaixou em uma de minhas pernas e roçavam suas bucetinhas tesudas em mim enquanto eu as apoiava com as mãos em suas bundinhas durinhas.

Tomei a iniciativa de ir até a pedra onde me deitei e me deixei ser devorado por aquelas duas fêmeas famintas por meu sexo.
E já foram logo tomando posições. Carla já se encaixou sobre meu pau, sem penetração e Leticia de frente pra ela, por cima de meu rosto, arregaçando aquela bucetinha deliciosa em minha boca. Carla ficou roçando no meu pau freneticamente enquanto eu buscava o clitóris de Leticia em minha boca.

Com habilidade, guiei meu pau pra dentro daquela bucetinha melada e ele escorregou fácil pra dentro daquele corpo quente. Carla soltou um gemido alto. Estávamos no auge do nosso tesão e os movimentos de Carla, com aquele corpo delicioso em cima do meu pau, somado à excitação do começo, com uma punheta ainda não terminada, me fizeram gozar em poucos minutos.

Apenas gritei alertando que ia gozar, e num movimento rápido, tirei meu pau de dentro de Carla e deixei jorrar todo aquele tesão no peito de Leticia, bem à sua frente. Percebi as duas entrando em delírio com aquele leite todo, se esfregando uma na outra, espalhando meu sêmen por todo os seus corpos. O cheiro do meu sexo no corpo delas era inebriante!

Ao passar um pouco o meu êxtase, fomos novamente para a água, onde nossos corpos novamente se esfregavam, curtindo aquelas peles deslizantes com o meu leite.
Aquela situação não permitiu que meu pau diminuísse de tamanho. Elas não permitiam isso, pois a vontade com que seguravam meu cassete era enorme. Eu queria penetrar a outra menina também e ali mesmo, de pé, lhe penetrei por trás, freneticamente! Leticia gritava de prazer enquanto Carla nos acariciava por trás.

Sentí que naquele ritmo logo eu estaria gozando de novo e parei. Chamei as duas novamente para a pedra. Novamente na mesma posição, mas variamos, dando chance para que elas trocassem as posições. E novamente, agora outra bucetinha na minha boca e meu pau completamente enterrado  dessa vez em Leticia. Ela foi mais suave, foi mais lenta, aproveitando cada um de meus 21cm, cada parte da anatomía daquele pau tesudo delicioso que deslizava inteiro pra dentro de seu corpo. Estava curtindo sentir a anatomia de minha glande inchada passando pela entrada de sua vagina. Não acelerou as coisas e ficou curtindo o momento. Inclusive, trocando carícias com Carla bem de frente, sentada com a xoxotinha lisa em minha boca.

Assim ficamos por longos minutos até Leticia começar a sentir um delicioso orgasmo que foi aumentando de intensidade rapidamente. Gozava intensamente enquanto eu procurava não perder o clitóris de Carla por entre meus lábios e língua.

Leticia deve ter ficado ali, encaixada, gozando, por uns 15 ou 20 minutos direto!!! Eu, como já tinha gozado uma vez, tive mais facilidade para aguentar uma segunda vez, mas depois que ela já estava ficando exausta, implorou para que eu gozasse novamente.

_Vai! Também quero te fazer gozar!

E aumentou o ritmo dos movimentos, me arrancando um grito de orgasmo. Num movimento rápido, tirei meu pau de dentro do seu corpo, esguichando pela segunda vez aquele leite gostoso, dessa vez no corpo de Carla. De novo, as duas se abraçaram em longos beijos, enquanto eu alí embaixo, servia apenas de instrumento de prazer para aquelas duas fêmeas no cio.

Depois que as energias baixaram um pouco, entramos novamente na água, sempre grudados. Nossos corpos quase como um só. Isso mantinha o tesão a mil! Quase não trocávamos palavras, e a única coisa que vinha em meu pensamento era que Carla, a primeira a cavalgar em meu pau, ainda não tinha gozado. Isso não era justo! E tive que falar!

_Você ainda não gozou como deveria...

_É mesmo! Ela ainda não gozou! Vamos ajudar ela a chegar lá também? Disse Leticia, toda fogosa.

Novamente chamei as duas para a pedra, levando Carla pela mão. Pedi que deitasse de frente. Eu de pé dentro d'água, entre as suas pernas. Pedi para que Leticia lhe fizesse uma massagem em seu clitóris enquanto eu penetraria sua bucetinha carnuda, alí toda arregaçada e entregue à mim.

Comecei apenas roçando a cabeçona do meu pau em sua buceta carnuda, e Leticia cumpria o seu papel, nos acariciando a nós dois. Ah como era bom sentir sua mão passando suavemente pelos nossos sexos! Coisa mais linda aquela imagem. Carla já estremecia de prazer mesmo antes de lhe penetrar com minha verga cheia de tesão. Prolonguei bastante aquela carícia externa até que Carla, tomada de desejo, ordenou:

_Vai! Enfia esse pau delícia em mim! Enfia!

E assim o fiz, provocando em Carla um grito de êxtase instantaneamente. Leticia lhe acariciava o clitóris com todo o carinho, enquanto meu pau fazia todo o movimento pra dentro e pra fora, bem devagarzinho. Em poucos segundos Carla começou a ter espasmos, e gritava livre! Estava tendo orgasmos múltiplos com meu pau indo e vindo e com aqueles dedinhos mágicos lhe massageando seu grelinho inchado.

Leticia se colocou de pernas abertas ao lado de Carla. Pernas entrelaçadas, as duas de frente pra mim, uma tocando o sexo carnudo da outra, e logo, não tive como evitar intercalar as investidas entre seus dois sexos abertos.

Pedi para que levantassem as pernas, ficando aqueles dois bumbuns deliciosos prontos para receberem minha pica enorme de tesão. E assim, fui variando de corpos. Duas, três socadas em uma, três, quatro socadas na outra... Fiquei brincando assim por muito tempo até ter outra idéia.

Pedi para que elas ficassem uma sobre a outra, assim, a distância entre as caverninhas ficaria menor. E assim fizemos, já em clima de brincadeira mesmo. Brincadeira boa!!!!
Flop, Flop, Flop, metía numa, tirava, metia na outra. Estava comendo as duas ao mesmo tempo e aquilo estava funcionando!
A energia logo foi subindo novamente e assim que uma começou a gozar, foi seguida pela outra. Eu pedia para que elas se massageassem, e isso ajudou muito para que ambas atingissem o orgasmo quase simultaneamente. E assim ficamos. Eu de pé, elas deitadas na pedra, uma sobre a outra, pernas abertas, recebendo aquele membro duro, enorme de tesão. E eu variava as penetrações como um maestro rege uma orquestra. Estava completamente concentrado nas duas e percebia quando elas precisavam do meu membro. E assim, foram trocando seus fluidos internos a cada mudança que eu fazia. Tirava de uma, colocava na outra, e sempre incentivando que não se esquecessem de seus clitóris lindos. Certamente devem ter ficado ali gritando de prazer por longos 20 minutos. 20 minutos de puro êxtase.

A certa altura, invertemos os papéis. Quem tava em cima foi pra baixo, mas dessa vez, de costas. Bumbunzinhos arrebitados querendo ser preenchidos, e continuamos. Aquilo estava lindo! Não queria que acabasse nunca mais! Literalmente já dava uma surra de pau duro naquelas duas bucetas deliciosas. Tirava o pau pra fora e dava paulada! Kkkkk Sim, gozaram por uns 20 longos minutos até cansarem.

_Agora vamos terminar aquilo que vc tava fazendo quando te interrompemos.

Disse Carla com carinha de safada.

E praticamente me jogaram naquela pedra, avançando sobre meu pau. Estavam com fome! Iniciaram uma mamada deliciosa e também se revezavam sobre o meu pau. Chupavam com vontade! Chupavam com gosto! Leticia brincou dizendo sentir o gostinho de Carla no meu pinto.

E continuavam tocando uma punheta inacreditável pra mim. Intercalando chupadas. Eu também me aproveitando, deslizando minhas mãos por seus corpos, chupando seus peitinhos...

_Quero o seu leitinho!!!!

_Goza pra gente!

_Goza na nossa boca!

Diante de tanta vontade, não foi difícil chegar ao meu terceiro orgasmo. Elas queriam mesmo sentir o meu gosto! E minha energia foi subindo, subindo... Culminando em mais um jorro de esperma quente, disputado sedentamente como água em meio ao deserto. Nem um pingo de porra foi desperdiçado, e ainda trocaram um longo beijo.

Se deitaram cada uma de um lado e ficaram brincando com meu pau, agora já menos duro, mais relaxado.

Haviam se passado 4 horas desde nosso primeiro contato e logo estaria escuro.
Foi quando começamos a nos dar conta da loucura deliciosa que havíamos feito.
Combinamos guardar segredo.

Mas fiquei pensando no poder que tem a energia sexual. Apenas o estímulo visual de me verem me masturbando, ativou todo aquele lado selvagem naquelas meninas. E elas me contaram que nunca tinham ficado! Aqueles beijos entre elas, aqueles amassos, elas nunca tinham feito com nenhuma outra menina. Mas reconheceram que foi incrível.

As encontrei outras vezes depois, mas nunca mais tivemos oportunidade semelhante. Mas sempre, sozinhos, a lembrança daquele flagra na cachoeira vinha à tona. E sorrisos e olhares safados eram trocados.

Essa foi uma história real.

Abraço à todos!

Depois escrevo sobre outra aventurinha minha.





Meu Pai, Meu Professor - Parte 1

Me chamo Lia. Sou uma mulher bem formada, tenho uma família linda, dois filhos que amo, um marido atencioso, e sou realizada profissionalmen...